Autor: Augusto Hunter

  • Paradise In Flames lança novo álbum, ‘Blindness’

    Paradise In Flames lança novo álbum, ‘Blindness’

    Após apresentar o single e videoclipe “Concerto in C Minor, Cold Spring”, o Paradise in Flames lança, através da parceria entre a Demoncratic Records e a Xaninho Discos, o novo álbum, “Blindness“. A mixagem e masterização do quinto full-length da carreira do grupo mineiro, formado por André Damien (vocal e guitarra), O.Mortis (vocal), Robert Aender (baixo), SJ Bernardo (bateria) e Guilherme de Alvarenga (vocal e teclado), foram realizadas no estúdio Antfarm (DIN) pelo renomado produtor dinamarquês Tue Madsen, enquanto a ilustração da capa foi feita por Marcelo Almeida.

    Inspirado no romance Ensaio sobre a Cegueira, do escritor português José Saramago, “Blindness” é um trabalho conceitual e tem em sua estrutura musical um cenário operístico. Nele, os personagens interagem dentro de uma trama sinfônica caracterizada por agressividade, peso, velocidade e melodia, como nas faixas “I Fell the Plague” e “The Cure”, esta com a participação especial de Bruno Paraguay (Eminence).

    “Em parte, ‘Blindness’ retrata uma história de cunho filosófico, denotando a religião como uma doença psicológica, causando aos homens a cegueira total. A busca pelo poder a qualquer preço conflita com o simples fato de se manter vivo e o ser humano passa a revelar os sentimentos mais perversos quando já não existe uma estrutura de poder hierárquica“, explica o vocalista e guitarrista André Damien.

    Com uma atmosfera de suspense, o repertório abre com a intro “Desolate World”, seguida pelo primeiro single, “Concerto in C Minor, Cold Spring”, em que a letra apresenta o contexto inicial da história, descrevendo um mundo desolado pela epidemia de uma doença desconhecida que causava cegueira.

    Confiram a resenha que saiu no Headbangers Brasil do disco aqui.

    Confira o videoclipe de “Concerto in C Minor, Cold Spring”, dirigido e editado por Davidson Mainart:

    “Black Wings”, que mistura elementos folclóricos brasileiros com uma referência direta ao baião e bossa nova, resgata um período pré-epidêmico da história, apresentando a protagonista Black Wings. Já “The Priest” vem como uma homenagem à banda Batushka, cujo nome significa Padre. “Introduzimos o personagem do padre na trama. Essa incorporação foi nosso método de misturar elementos do black metal polonês com grindcore para evocar a atmosfera que retratava o conflito de um padre em sua missa forçando seus súditos a delatarem aqueles que eram contra Deus”, revela André Damien.

    Os elementos sinfônicos do black metal entram em cena em “Endless Night Battle” e “War Sonata”, mas em “Age of Death”, a música mais crua e rápida do álbum, a letra aponta uma reflexão de um provável retorno à Idade das Trevas mas nos tempos modernos.

    Repertório – “Blindness“:
    01- Desolate World
    02- Concerto No.6 in C Minor, Cold Spring
    03- Black Wings
    04- Reasons to Not Believe
    05- I Feel the Plague
    06- The Cure
    07- The Priest
    08- Endless Night Battle
    09- War Sonata
    10- Age of Death
    11- Angles and Devils

    Ouça nas plataformas de streaming em https://offstep.link/674379380834

    Site relacionado: https://www.paradiseinflames.com
    Instagram: https://www.instagram.com/paradiseinflamesband/
    Facebook: https://www.facebook.com/paradiseinflamesband/

    E-mail: paradise@paradiseinflames.com

  • Innocence Lost se apresenta neste domingo em festival de música Solstício do Som em Petrópolis-RJ

    Innocence Lost se apresenta neste domingo em festival de música Solstício do Som em Petrópolis-RJ

    A edição de inverno do Solstício do Som começa nesta sexta-feira, 14 de junho, e vai até o dia 20, na Praça da Liberdade, em Petrópolis, RJ. O evento é gratuito e traz uma programação diversificada, reunindo artistas e bandas de estilos como Trap, Rap, Rock, Jazz e MPB. Além dos shows ao vivo, o público poderá participar de entrevistas literárias e conferir exposições de artes visuais.

    No Domingo, dia 16 de Junho, dia reservado a uma programação mais voltada ao Rock, a Innocence Lost se fará uma das representantes do Metal no evento. A banda se apresenta a partir das 18 horas. Também se apresentam no domingo as bandas e artistas Edu Nascimento, Fraternidade da Negrayscow, Urantia e Hammerhead Blues.

    A Innocence Lost foi fundada no Rio de Janeiro em 2007, tornando-se no decorrer de sua trajetória uma das bandas mais importantes do estado no gênero, tocando ao lado de grandes nomes do cenário nacional e internacional como Mindflow, Kamelot, Apocalyptica, Lacuna Coil, Angra e Shamangra. A atual formação da banda, que em 2024 lançou o álbum “Oblivion”, conta com Mari Torres nos vocais, Aloysio Ventura nos teclados, Ricardo Haquim no baixo, Gui DeLucchi na guitarra e Thiago Alves na bateria.

    Confira a seguir o lançamento mais recente da banda, o videoclipe para “Fallen (ao vivo no Circo Voador)”:

    Saiba todos os detalhes do festival e confira sua programação completa através do @solsticiodosom no Instagram, ou pelo site www.solsticiodosom.com.br. Conheça e acompanhe o trabalho da Innocence Lost em @innocencelostofficial.

  • Pixel Metal Fest em Vila Velha

    Pixel Metal Fest em Vila Velha

    A Dark Pixel Produções orgulhosamente apresenta a primeira edição do “𝐏𝐈𝐗𝐄𝐋 𝐌𝐄𝐓𝐀𝐋 𝐅𝐄𝐒𝐓”, o @correriamusicbar será palco de nosso primeiro evento musical, com grandes nomes da nossa cena capixaba e pela primeira vez em nosso estado contando com a presença da @underdog_band diretamente de Itaperuna no RJ, trazendo seu novo álbum THE ONE REBORN, um dos destaques do ano pelo Headbangers Brasil (resenha aqui). Estamos muito felizes em poder contribuir ainda mais com nosso cenário e esperamos que gostem bastante.

    Bença – Grindcore (ES) – @bencagrind
    Ruggaru – Death / Grindcore (ES) – @ruggaru_deathgrind
    Veneno – Death / Thrash (ES) – @venenomrj
    Inception – Technical Death Metal (ES) – @inceptiondeath
    Ashtray – Death / Thrash (ES) – @ashtrayvilavelha
    Manifesto do Caos – Crossover (ES) – @manifestodocaos
    Underdog – Stoner/Doom Metal – @underdog_band

    A entrada do evento é somente 1Kg de Alimento Não Perecível e você terá uma gama única de bandas, tocando o seu som, provando que o Underground não está parado.

    SERVIÇO
    Data 03 DE AGOSTO DE 2024
    Local: @correriamusicbar – Av. Est. José Júlio de Souza, 740 – Praia de Itaparica, Vila Velha – ES, 29119-113
    Telefone: (27) 98116-3325
    Hora: 21:00

    Entrada: 1Kg de Alimento Não Perecível

  • Pré-Venda do Flores e Pedras, da Lugubra, já está rolando

    Pré-Venda do Flores e Pedras, da Lugubra, já está rolando

    Lugubra está vindo forte com a pré-venda do seu debut Flores e Pedras, um disco pesado e bem composto, mas antes de entrar nesse tópico, a devida apresentação à essa belíssima banda se faz necessária. A Lugubra nasce de uma infeliz tragédia que aconteceu com o Dreaylands, uma das bandas mais conceituadas do Underground Nacional, por conta disso, os integrantes remanescentes da banda se reuniram e não deixaram a peteca cair, unindo os integrantes do Drearylands à dois novos companheiros e montaram essa grande força.

    A Lugubra faz um som calcado no Heavy Metal Tradicional, mas com algumas pitadas de Doom e tem leves flertes com o que vem acontecendo atualmente no cenário do som pesado, provando que eles não pararam no tempo e mostrando, além de uma gigante qualidade sonora, uma personalidade única, já que Flores e Pedras é um disco completamente em Português e que não soa nada datado. A banda, formada por Leonardo Leão (vocal), Rafael Syade (guitarra, violão e teclado), Marco Cazé (baixo), Ricardo Agatte (bateria) e Mateus Alves (guitarra) trabalhou em um disco único no nosso cenário.

    A receptividade do disco foi incrível e portais como o Headbangers Brasil fez uma resenha para o lançamento, exaltando a entrega desse disco, resenha essa que vocês podem conferir aqui. Em uma grande união de selos, Flores e Pedras será lançado pela Abismo Metal Store, com o apoio dos seguintes selos: Cold Art Industry (RJ), Heavy Metal Rock (SP), Storm Atoom Records (SP), Sangue Underground Records (SP), Júpiter Discos (AL) e Trinca de Selos (BA), união essa que prova, mais uma vez que juntos podemos muito mais!

    Se preparem para ouvir um dos melhores discos que o Underground Nacional nos entregou nesse ano.

    Veja abaixo a postagem no Instagram:

    https://www.instagram.com/p/C8MzqXKAaSI/?igsh=NmR6b3l4aGFjNGts

  • Deep Purple confirma show em São Paulo

    Deep Purple confirma show em São Paulo

    Após inesquecível apresentação no 7º Monsters, banda retorna em setembro

    No Top 5 das bandas de rock mais influentes de toda a história, o Deep Purple retorna a São Paulo depois de uma apresentação inesquecível no 7º Monsters of Rock, em abril de 2023. Com produção da Mercury Concerts, o show das lendas do rock será na sexta-feira, 13 de setembro, no Espaço Unimed. A venda dos ingressos vai começar em 17 de junho, segunda-feira, na plataforma Ticket 360.

    Os mestres do heavy metal e do hard rock, os virtuoses Ian GillanRoger Glover, Ian PaiceDon Airey e Simon McBride – considerado pelo público o melhor guitarrista do Monsters -, voltam com tudo a São Paulo. E agora em uma apresentação mais intimista, uma oportunidade incrível para conferir um arrebatador show do grupo inglês.

    Deep Purple está vivendo um momento bem especial. Comemoram o 50º aniversário do álbum Machine Head, que traz o grande clássico Smoke on The Water – inclusive criaram uma animação desta faixa amada por fãs no mundo inteiro -, e vão lançar o próximo álbum em julho. Intitulado =1 (equals one), simboliza a ideia de que em um mundo cada vez mais complexo, tudo acaba por se simplificar até se tornar uma essência única e unificada. Tudo é igual a um.

    LENDAS

    Nenhum adjetivo é suficiente bom para definir o Deep Purple, responsável por criar álbuns que definiram o rock do anos 1970. Um deles é o Made In Japan, considerado pela crítica internacional um dos mais importantes e influentes trabalhos ao vivo de todos os tempos. Já são 56 anos de estrada brindada com inúmeras premiações e homenagens, como por exemplo, o Legend Award no World Music Awards, em 2008; e a imortalização no Rock and Roll Hall of Fame desde 2016. Além do show em São Paulo, a banda se apresentará no Rock in Rio, em 15 de setembro.

    SOBRE A MERCURY CONCERTS

    Mercury Concerts é responsável pelo agenciamento de turnês internacionais na América Latina e também pela idealização e produção de shows e festivais de grande sucesso em todo o Brasil. Entre suas realizações nesses mais de 20 anos de história estão festivais como Monsters of Rock, Ruffles Reggae, Close-up Planet, Skol Rock, São Paulo Trip e Rockfest. Além disso, a Mercury também realizou no país shows e turnês de artistas de renome como AC/DC, Bon Jovi, Yes, Black Sabbath, David Gilmour, Sting, KISS, Guns N’ Roses e Aerosmith.

    Mais informações:
    Site oficial: https://mercuryconcerts.com/
    Redes Sociais: @mercuryconcerts

    SERVIÇO

    Cidade: São Paulo
    Data: 13 de setembro de 2024 (sexta-feira)
    Local:  Espaço Unimed – Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda
    Portas: 20h
    Deep Purple: 22h
    Classificação Etária: 18 (dezoito) anos desacompanhados. Menores de 18 (dezoito) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial.

    Preço                        Inteira                       Meia

    Pista Premium         R$ 700,00                 R$ 350,00

    Pista                        R$ 450,00                 R$ 225,00

    Mezanino                 R$ 750,00                 R$ 375,00

    Camarote A              R$ 850,00                 R$ 425,00

    Camarote B              R$ 800,00                 R$ 400,00

     

    Ingressos a venda a partir do dia 17/06/24 (segunda-feira), às 10h 

    Ingressos Parcelados em até 3X sem juros

    Na internet: https://www.ticket360.com.br/evento/29081/ingressos-para-deep-purple

     

    Ponto de venda sem taxa de conveniência:

    Bilheterias do Espaço Unimed
    Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo – SP
    Horário de Funcionamento: De Segunda a Sábado das 10:00 as 19:00, Exceto Feriados. 

    BILHETERIA VIRTUAL (ESPAÇO UNIMED)

    Taxa de Serviço: Sem taxa
    Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo
    Bilheteria virtual – Somente cartão de crédito e pix.
    Para ativar a compra através do aplicativo, esteja no local no raio máximo de 500 metros (isento da taxa).
    Formas de Pagamento: Crédito – PIX

    Meia Entrada:

    Confira a política de meia entrada em:  www.ticket360.com.br/central-de-ajuda

    Mapa de vendas:

  • 96 Bitter Beings lança hoje coletânea ‘Return To Hellview’ com regravações  de faixas favoritas da banda CKY

    96 Bitter Beings lança hoje coletânea ‘Return To Hellview’ com regravações de faixas favoritas da banda CKY

    Assista ao novo videoclipe “Flesh Into Gear”

    A renomada banda de rock de Los Angeles, 96 BITTER BEINGS, acaba de lançar seu novo álbum, Return To Hellview, pela Nuclear Blast Records. O disco traz uma coleção de faixas favoritas dos fãs do CKY, regravadas do período em que o guitarrista fundador, vocalista e principal compositor Deron Miller esteve na banda.

    Em recente comentário sobre o álbum, Miller revelou: “Foi incrível revisitar essas músicas. Eu não ouvia as versões originais há muito tempo, mas consegui regravar muitas delas apenas de memória. Somente quando o processo de gravação chegou aos detalhes específicos de todas as faixas é que voltei a ouvir as versões originais.”

    O músico também compartilhou que, apesar de amar todas as canções, sempre houve coisas que o incomodavam nas gravações originais. “Muitos dos problemas eram arbitrários e não tão importantes, coisas que eu queria consertar e que a maioria dos ouvintes nem notaria. Mas havia elementos que eu queria adicionar e outros que queria remover. O objetivo era me desafiar a refazer essas faixas clássicas de uma maneira que pudessem ser ouvidas mais como remixes do que como regravações. Acho que conseguimos”, explicou.

    Miller espera que muitos fãs ouçam este álbum como remixes das originais, destacando que poucas bandas têm acesso aos masters originais, geralmente propriedade das gravadoras, e, portanto, não têm a opção de remixar nada. “Estamos animados para ver a resposta do público”, completou.

    Junto com o lançamento do álbum, o 96 BITTER BEINGS divulgou um novo videoclipe para o single regravado ‘Flesh Into Gear’, que já está disponível no YouTube. Sobre a faixa, Miller acrescentou: “‘Flesh Into Gear’ foi um grande sucesso para mim e, por isso, eu sempre a analisava minuciosamente. Nunca fiquei totalmente satisfeito com o mix original, mas finalmente estou 100% feliz com ela. Todo esse processo é o resultado de um perfeccionista maluco buscando essa sensação de satisfação total. Eu consegui e, basicamente, estou dizendo que não farei isso novamente daqui a 20 anos.”

    O álbum Return To Hellview do 96 BITTER BEINGS já está disponível para streaming em todas as plataformas digitais.

    VIDEOCLIPE PARA ‘FLESH INTO GEAR’:

    SOBRE 96 Bitter Beings:

    Deron Miller, o renomado guitarrista e vocalista, é a força criativa por trás do 96 BITTER BEINGS. Conhecido por seu trabalho inovador como fundador e principal compositor do CKY, Miller traz sua paixão pelo rock pesado e seu talento para criar riffs cativantes para seu novo projeto. Com o 96 BITTER BEINGS, ele busca reviver o espírito e a energia que tornaram clássicos os hinos do CKY, como “Flesh Into Gear”, “Escape from Hellview” e “Disengage the Simulator”.

    A autenticidade e a honestidade crua presentes nas composições de Miller são a marca registrada do 96 BITTER BEINGS. O sucesso da música “96 Quite Bitter Beings”, que alcançou mais de 54 milhões de streams no Spotify, é uma prova do impacto duradouro de sua música. Essa essência única permeia os álbuns lançados pela banda.

    Em 2018, graças a uma bem-sucedida campanha de financiamento coletivo, Miller e seus companheiros de banda – o guitarrista Kenneth Hunter, o baixista Shaun Luera e o baterista Tim Luera – lançaram o álbum “Camp Pain” em edição limitada. A banda embarcou em uma turnê pela América do Norte, que foi interrompida devido à pandemia de COVID-19. Apesar dos desafios, Miller manteve-se fiel à sua visão musical. “Depois do CKY e de uma pequena pausa, decidi continuar, sem mudar o som”, explica ele. “É o que eu amo fazer e o que as pessoas dizem que eu faço bem. Todos os integrantes da banda são excelentes músicos e estão comprometidos em fazer um rock autêntico, independentemente das tendências da música pop.

    O ano de 2022 marcou um novo capítulo para o 96 BITTER BEINGS, com a assinatura de um contrato com a renomada gravadora Nuclear Blast Records. Logo em seguida, a banda lançou o aclamado álbum “Synergy Restored”, que apresenta destacadas faixas como ‘Vaudeville’s Revenge,’ ‘Wish Me Dead,’ ‘Fire Skyline’ and ‘Bloodrock Mania’. Com esse lançamento, Miller e seus companheiros reafirmam seu compromisso em levar o rock e o metal de volta ao mainstream, mantendo-se fiéis às suas raízes e à sua paixão pela música pesada.

  • Opera é o novo disco do Fleshgod Apocalypse e tem single novo, Bloodclock

    Opera é o novo disco do Fleshgod Apocalypse e tem single novo, Bloodclock

    Prepare-se para a grandiosidade épica do FLESHGOD APOCALYPSE. Os italianos retornam com Opera, seu sexto álbum, uma obra monumental inspirada na experiência de quase morte de Francesco Paoli, vocalista e mente criativa da banda.

    Com lançamento programado para o dia 23 de agosto pela Nuclear Blast Records, Opera transcende o conceito tradicional de álbum. São dez atos musicais interligados, uma jornada visceral que evoca a tradição operística italiana e a funde com a brutalidade característica do FLESHGOD APOCALYPSE.

    A produção impecável de Jacob Hansen, vencedor do Grammy, realça a sonoridade única da banda: uma tapeçaria sonora que entrelaça violência sonora, orquestrações majestosas e melodias arrebatadoras.

    A arte da capa, concebida por Felicita Fiorini e Francesco Esposito, é uma obra-prima à parte. Inspirada na estética barroca de Caravaggio e Gentileschi, retrata Verônica, personificação da música, triunfando sobre a decadência da Era moderna.

    Com Opera, o FLESHGOD APOCALYPSE não apenas eleva o nível do Symphonic Death Metal, mas também inaugura um novo campo musical: o “Opera Metal”, uma fusão inédita de extremos musicais com elementos teatrais.

    “A dor, por mais amarga que seja, é a fonte das melhores histórias”, declara Francesco P., abrindo o coração sobre a tormenta que inspirou Opera, o novo álbum do FLESHGOD APOCALYPSE. “Transformamos uma experiência devastadora em uma obra de arte visceral, um reflexo do nosso crescimento pessoal e musical.”

    Opera não é apenas um álbum, é uma montanha-russa emocional em dez atos. Francesco P. nos guia por sua própria via-crúcis, desde a experiência de quase morte até o renascimento. Cada ato, como em uma ópera lírica, revela diálogos e confissões a personagens que povoaram sua jornada.

    “Preparamos uma imersão em um turbilhão de emoções. Dor, medo, desespero, mas também coragem, esperança e a busca pela redenção”, descreve o vocalista. “É um testamento da resiliência humana, e espero que inspire aqueles que se perderam pelo caminho.”

    FLESHGOD APOCALYPSE anseia por apresentar Opera ao vivo, prometendo um espetáculo grandioso que transportará o público para dentro da obra.

    Enquanto isso, a pré-venda já está disponível: https://fga.bfan.link/opera. Prepare-se para a experiência catártica de Opera.

    Junto com o anúncio do álbum, a banda lança o novo single, “Bloodclock”, uma canção feroz que transborda angústia, dor e narrativas visionárias sobre a vida e a morte.

    Ouça “Bloodclock” aqui: https://fga.bfan.link/bloodclock

    Em “Bloodclock”, Francesco P. mergulha nas profundezas de uma experiência de quase morte, transformando as visões aterradoras que o assombraram em música. “O que vemos antes de morrer?”, questiona ele, descrevendo a música como um reflexo das visões que o atormentaram enquanto estava pendurado, inconsciente, a centenas de metros do chão após um acidente. “É inacreditável como a realidade pode ser muito mais aterrorizante e esmagadora do que a imaginação.”

    A urgência criativa se manifestou ainda no hospital. Mesmo acamado e impossibilitado de tocar, Francesco P. iniciou a composição com Francesco Ferrini. “Queríamos capturar a atmosfera daqueles dias dramáticos, o desespero e o medo”, revela.

    O resultado é uma música visceral e imersiva que busca traduzir a intensidade da experiência. “Trabalhamos para criar uma música à altura dessa história: algo que tire o fôlego e arraste o ouvinte para um redemoinho de emoções conflitantes e desconforto. Acredito que alcançamos esse objetivo 110%.”

    O videoclipe de “Bloodclock” transcende a mera ilustração da música, tornando-se uma obra à parte que amplifica a experiência.  “É uma representação espetacular da tragédia”, afirma Francesco P. A escolha da diretora, Martina McLean, foi crucial para alcançar esse resultado. “Exigi o máximo dela porque sabia que ela encontraria uma maneira poética, metafórica e extremamente impactante de combinar a fúria da música com imagens inspiradoras”, revela.

    O resultado é um marco na carreira da banda. “Ela fez um trabalho incrível e temos orgulho de afirmar que este é o melhor videoclipe que já tivemos em nossa carreira.”

    ASSISTA AO VIDEOCLIPE DE ‘BLOODCLOCK’:

    A canção transcende a temática da morte, celebrando a vida como um grito de resistência. “Eu ainda não estou morto” tornou-se um mantra, um grito de guerra que impulsionou a luta pela sobrevivência.  A jornada, porém,  transformou-se em um calvário, um fardo constante carregado desde o dia do acidente.  Uma história ainda em aberto, com capítulos a serem escritos e revelados no futuro.

    O novo single do FLESHGOD APOCALYPSE sucede a faixa “Pendulum”, cujo videoclipe pode ser conferido aqui:

     

    Tracklist Opera:

    1. Ode to Art (De’ Sepolcri)
    2. I Can Never Die
    3. Pendulum
    4. Bloodclock
    5. At War With My Soul
    6. Morphine Waltz
    7. Matricide 8.21
    8. Per Aspera Ad Astra
    9. Till Death Do Us Part
    10. Opera

     

    SOBRE FLESHGOD APOCALYPSE:

    Formada em 2007, os mestres italianos do Symphonic Death Metal, Fleshgod Apocalypse, retornam com seu sexto álbum de estúdio, “Opera”. Mais do que um álbum, “Opera” é uma jornada musical visceral inspirada no trágico acidente de alpinismo sofrido pelo vocalista e mente criativa da banda, Francesco Paoli, em 2021.

    “As melhores histórias sempre nascem da dor, é uma verdade amarga, mas inegável”, reflete Francesco. “É por isso que as lutas humanas sempre foram uma fonte inesgotável de inspiração para artistas ao longo da história. Mas uma coisa é criar arte que dá voz às tribulações de outras pessoas, outra é se expor ao mundo e revelar suas próprias fraquezas e fragilidades, enquanto tenta transformá-las em novas ferramentas para sua própria criatividade. É um jogo perigoso, pois nunca sabemos o que nossa mente tortuosa nos reserva, mas é um jogo que você precisa jogar se realmente quer levar sua arte ao mais alto nível e deixar um legado com um significado profundo, não apenas mero entretenimento para pessoas distraídas.”

    Após o acidente, Francesco enfrentou cirurgias, notícias devastadoras e meses de incerteza sobre sua capacidade de tocar novamente. “Me senti condenado. Medo, analgésicos, cadeiras de rodas alimentaram minha frustração diariamente”, desabafa. Relembrar o acidente e os meses que se seguiram foi uma jornada angustiante, que o forçou a confrontar seus demônios e memórias dolorosas.

    Mas essa jornada também foi transformadora. “Embora soubéssemos que era a coisa certa a fazer, não imaginávamos o quão profundamente esse processo impactaria nossa composição, reacendendo nossa criatividade e revigorando nossa atitude após anos de hibernação devido à pandemia”, revela Francesco. “Conseguimos transformar uma das piores experiências da vida em uma obra de arte que incorpora nosso crescimento pessoal e artístico, levando os ouvintes a uma montanha-russa de emoções. É um pesadelo acordado, mas a vida às vezes é assim, assustadora.”

    Opera é estruturado como uma peça teatral de 10 atos, fazendo uma clara referência à tradição operística italiana, de Verdi a Puccini, combinada à brutalidade épica que se tornou a marca registrada do Fleshgod Apocalypse.

    A performance vocal excepcional de Veronica Bordacchini dá vida à narrativa, com cada capítulo lançando luz sobre um ângulo diferente da história de Francesco, tanto musical quanto liricamente.

    Francesco explica: “Na minha visão, essa jornada, que começa com minha experiência de quase morte e culmina em um renascimento físico e psicológico, é como uma ‘Opera Lírica’, com diálogos e confissões a personagens imaginários que me acompanharam durante toda a (des)ventura.”

    “Morte, Vida, Esperança são algumas dessas entidades, magistralmente interpretadas por Veronica, que ora me auxiliam, ora me impedem de mergulhar em minhas memórias e personalidade, examinando meus estados emocionais e comportamentos em busca de um significado para tudo isso.”

    Opera é uma imersão em um turbilhão de emoções intensas: dor, medo, desespero, raiva, frustração, mas também resolução, coragem, esperança e um profundo desejo de redenção.

    “Acredito fortemente que este álbum é uma manifestação sólida de resiliência e espero que minha história inspire pessoas que se perderam por qualquer motivo”, compartilha Francesco. “Desde o acidente, tenho compartilhado minha recuperação nas redes sociais e recebido centenas de mensagens de apoio. As pessoas precisam de motivação, de exemplos que as façam acreditar em si mesmas. Para mim, esta é a melhor forma de retribuir o carinho que recebo ao longo dos anos.”

    “A vida é uma dádiva, mesmo quando tudo parece desmoronar. Devemos encontrar um significado para existir e, às vezes, as segundas chances podem ser ainda mais emocionantes do que as primeiras.”

    Mixado e masterizado pelo renomado produtor Jacob Hansen (Volbeat, Epica, Arch Enemy), Opera marca um novo capítulo na carreira do Fleshgod Apocalypse, incorporando novos elementos à sua sonoridade característica: violência visceral, orquestrações majestosas e melodias arrebatadoras.

    Opera demonstra uma maturidade musical notável, sem perder a essência do Fleshgod Apocalypse. Das explosões furiosas de “Mafia” e “Agony” às atmosferas épicas e grandiosas de “Labyrinth” e “King”, o álbum consolida a proeza técnica que consagrou “Oracles” e “Veleno” como clássicos instantâneos.

    A arte da capa, igualmente impressionante, é fruto da colaboração entre dois talentos italianos: a artista Felicita Fiorini e o fotógrafo Francesco Esposito. Inspirada na estética barroca de Caravaggio e Artemisia Gentileschi, a capa retrata “Verônica como a Música”, uma entidade que triunfa sobre a decadência da era moderna.

    Com Opera, o Fleshgod Apocalypse eleva ainda mais os padrões do gênero, inaugurando o que pode ser chamado de “Opera Metal”: uma fusão inédita de música extrema e elementos teatrais.

    Prepare-se para uma experiência musical transcendental. O Fleshgod Apocalypse está pronto para levar você à Opera.

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  • Resenha: Paradise In Flames – Blindness (2024)

    Resenha: Paradise In Flames – Blindness (2024)

    Os mineiros do Paradise In Flames acabam de lançar, Blindness, seu novo disco, tem como base o clássico do escritor José SaramagoEnsaio Sobre a Cegueira e dentro do conceito trabalhado pelo Paradise In Flames, um filósofo trata as religiões como uma doença no qual causam a total cegueira do contaminado.

    Soturno como sempre, mas com uma classe única, o Paradise In Flames em seu quinto disco dá um passo evolutivo gigante, trabalhando ainda mais temas soturnos e entregando um disco único de Black Metal, a banda, que é formada por André Damien (vocal e guitarra), O.Mortis (vocal), Robert Aender (baixo), SJ Bernardo (bateria) e Guilherme de Alvarenga (vocal e teclado), conseguiu encontrar um equilíbrio único.

    Ao mesmo tempo que os teclados de Guilherme de Alvarenga constroem temas soturnos e altamente belos, a banda acompanha tudo com uma agressividade única, a combinação das vozes de André Damien, Guilherme de Alvarenga e principalmente de O.Mortis deram a banda camadas líricas únicas, a cozinha de Robert SJ estão ainda mais entrosadas.

    Temos aqui, mais um disco de Black Metal potente vindo da terra do Metal, uma obra de arte extrema, aonde melodia, agressividade, clima soturno e temas bem trabalhados entregam um disco completo para quem curte aquele Black Metal dos anos 90/2000, mas sem soar enfadonho ou copioso, como sempre, o Brasil prova para o mundo a qualidade de suas bandas e, com certeza, o Paradise In Flames está mais do que pronto para alçar voos maiores. Perfeito!

    NOTA: 5 / 5

  • Resenha: Lynch Mob – Babylon (2023)

    Resenha: Lynch Mob – Babylon (2023)

    Quando George Lynch saiu do Dokken ele fundou a sua banda, Lynch Mob e desde então, ele vem com a sua banda, mantendo um certo rtimo de lançamentos, mas nenhum deles obteve um grande sucesso ou retorno como o primeiro, lançado em 1990, Wicked Sensation Babylon, lançado em 2023 seguirá esse padrão.

    O disco que foi gravado por George Lynch (guitarra), Gabriel Colón (vocalista), Jaron Gulino (baixo) Jimmy D´Anda (bateria) não entrega nada além do velho Hard Rock, que era praticado nos anos 80, as composições e tudo mais dentro de Babylon remetem a esse período da música que, praquele tempo, era muito bom, mas atualmente…

    Infelzmente Babylon, quem tem uma qualidade de gravação muito boa, o vocalista Gabriel Colón é um dos grandes destaques do disco, ele canta muito bem, mas as composições aqui não ajudam em nada, são músicas chatas de ouvir, presas em um passado. Eu gosto de Hard Rock, mas atualmente, dentro desse cenário temos tantas bandas melhores, que parar pra ouvir Lynch Mob é perda de tempo e investimento muito mal dessa riqueza.

    LINK PARA COMPRA: https://www.lojashinigamirecords.com.br/p-9499578-Lynch-Mob—Babylon

    NOTA: 2 / 5

  • Clipe novo do Body Count online

    Clipe novo do Body Count online

    Prepare-se para um passeio selvagem…

    Body Count evoca imagens viscerais e referências aos criminosos mais temidos da história no vídeo de sua última música, “Psychopath”, com Joe Bad.

    Dirigido por JayScorsese, o vídeo se inspira em horrores fictícios e reais, com referências que vão de Jason Voorhees a Ted Bundy.

    Veja clipe abaixo: