Estreia do quarteto norte-americano na América do Sul terá shows em São Paulo (12/04), Curitiba (12/04) e em Santiago (Chile)
Sensação do metalcore moderno, a banda norte-americana Silent Planet vem pela primeira vez à América do Sul em abril de 2025, com dois shows no Brasil: dia 12/04 em São Paulo/SP (City Lights) e dia 13/04 em Curitiba/PR (Belvedere). O quarteto da Califórnia, em intensa atividade desde 2009, vem com a turnê que divulga o quinto disco, o super elogiado SUPERBLOOM.
A realização é da New Direction Productions junto à Àldeia Produções Artísticas e Monkey.
Silent Planet rapidamente se tornou mundialmente conhecida por sua fusão única de letras narrativas e metal moderno. A sonoridade é pesada, densa, com algumas incursões de elementos eletrônicos e passagens atmosféricas.
Em estúdio, e também ao vivo, é um som repleto de atmosferas espaciais e guitarras de outro mundo, criando uma experiência totalmente imersiva, com riffs, e nítidas influências de djent.
No mais recente lançamento SUPERBLOOM, que colocou o Silent Planet de vez no primeiro escalão do metalcore, a banda fala de temas que utilizam a alegoria do fenômeno em que uma grande quantidade de flores silvestres floresce brevemente de uma só vez, onde geralmente ficam adormecidas, deixando uma impressionante exibição de cores semelhante a um alienígena.
Esse fenômeno ocorreu enquanto a banda estava gravando o álbum, combinando perfeitamente com os conceitos do SUPERBLOOM.
O Silent Planet também ganhou território e fãs no metalcore devido aos shows intensos e cativantes. Ao vivo, o vocalista Garrett Russell se movimenta ao tempo todo e se entrega 100%.
SERVIÇO
Silent Planet em São Paulo + bandas a confirmar Data: 12 de abril de 2025 Hora: 17h (abertura da casa) Local: City Lights (R. Padre Garcia Velho, 61 – Pinheiros, São Paulo – SP) Ingresso: https://fastix.com.br/events/silent-planet-eua-em-sao-paulo
Silent Planet em Curitiba + bandas a confirmar Data: 13 de abril de 2025 Hora: 16h (abertura da casa) Local: Belvedere Bar (Rua Inácio Lustosa 496 São Francisco, Curitiba – PR) Ingresso: https://fastix.com.br/events/silent-planet-eua-em-curitiba
O The Troops of Doom, que conta com Alex Kafer (vocal e baixo), Jairo “Tormentor” Guedz (guitarra), Marcelo Vasco (guitarra) e Alexandre Oliveira (bateria), seguem a turnê de promoção de “A Mass To The Grotesque“, lançado no dia 31 de maio pelo selo português Alma Mater Records, cujo sócio é Fernando Ribeiro, vocalista do Moonspell. Após a primeira passagem pela Europa, que levou o grupo a países como Alemanha, Polônia, Holanda, Espanha, Portugal, Bélgica e França, além de shows no Nordeste e datas com os holandeses do Asphyx, foi confirmada a primeira tour pelo México.
“Estamos muito animados para finalmente tocar no México! Sabemos que os fãs de metal mexicanos são insanos e apaixonados, e mal podemos esperar para sentir essa energia ao vivo. Vamos levar toda a brutalidade do Troops para o palco e garantir que seja uma experiência inesquecível tanto para nós quanto para eles. Esse é um marco importante para a banda, e estamos contando os dias!“, declarou Jairo Guedz.
“Sempre ouvi falar da paixão e da energia dos fãs de metal no México, e estou extremamente feliz por termos a oportunidade de sentir isso na pele! Estamos preparando um setlist sensacional. Vai ser fantástico, e tenho certeza que será uma troca de energia memorável”, completou Alex Kafer sobre o giro no México, que terá a presença dos mexicanos do Full Öf Hate, que atualmente divulgam o álbum “ScumLife” (2024).
Confira as datas: 13/02 – Guadalajara – Foro Independencia 14/02 – Querétaro – Chihuahuas Bar 15/02 – CDMX – Foro Alicia 16/02 – Puebla – Foro Puebla 20/02 – Saltillo – Bar La Pelangocha 21/02 – Torreón – Vértigo Stage 22/02 – San Luis Potosí – Franky’s Stage 23/02 – Aguascalientes – Rocksi
O baterista Alexandre Oliveira também demonstrou empolgação: “Estou ansioso demais para chegar no México e ver a força dos fãs de metal de lá. Sei que a galera é intensa e vai ser uma loucura. Tenho certeza que essa nossa estreia por lá vai ser inesquecível e mais um passo importante na história da banda.”
Marcelo Vasco também compartilha a ansiedade: “É uma sensação incrível finalmente levar o The Troops of Doom para o México. Sabemos que os fãs mexicanos têm uma energia única e que são apaixonados pelo metal extremo. Estamos ansiosos para sentir essa conexão ao vivo e entregar um show à altura! Essa tour ao lado do Full Öf Hate vai ser inesquecível“.
Os shows acontecerão entre abril e maio de 2025 na Colômbia, Peru, Chile, Argentina e Brasil, em um evento inédito realizado pela 30e
O System Of A Down anuncia uma turnê pela América do Sul em 2025, marcando o retorno da banda após quase 10 anos. Serão sete shows: 24 de abril no Estádio El Campín em Bogotá, Colômbia; 27 de abril no Estádio Nacional em Lima, Peru; 30 de abril no Estádio Nacional em Santiago, Chile; 3 de maio no Estádio Vélez Sarsfield em Buenos Aires, Argentina; e no Brasil, em 6 de maio no Estádio Couto Pereira, em Curitiba; 8 de maio no Nilton Santos (Engenhão), no Rio de Janeiro; e 10 de maio no Allianz Parque, em São Paulo. Os ingressos de pré-venda estarão disponíveis a partir de 17 de dezembro no site do Eventim (eventim.com.br/SystemofaDown). A venda geral ao público começa em 19 de dezembro ao meio-dia.
“Construímos uma relação de confiança com os artistas e estamos honrados em poder trazer o System Of A Down de volta. Muitos fãs brasileiros nunca viram a banda ao vivo devido à longa pausa nas apresentações. Poder oferecer essa oportunidade, que é um marco global, nos anima”, comenta Pepeu Correa, CEO da 30e.
“O System Of A Down é uma das bandas mais inovadoras e impactantes do rock moderno, conhecida por misturar estilos como metal, punk e música tradicional armênia, além de suas letras politicamente carregadas abordando questões como guerra, opressão e desigualdade. No Brasil, a banda construiu uma enorme base de fãs, conectando-se com o público por meio de suas mensagens de resistência e crítica social. Depois de 10 anos, todos terão a chance de vê-los novamente, pois influenciaram uma geração de músicos locais que adotaram sua mistura única de som e atitude”, compartilha Caio Jacob, vice-presidente de turnês globais da 30e.
As apresentações mais recentes do System Of A Down aconteceram nos EUA em abril de 2024 no festival Sick New World em Las Vegas, Nevada, e em agosto de 2024 no Golden Gate Park Polo Field em São Francisco, Califórnia. A última vez que o SOAD se apresentou no Brasil foi no Rock in Rio 2015, durante uma turnê que também passou por São Paulo, Santiago, Buenos Aires, Bogotá e Cidade do México.
Reprodução: Instagram
Confira abaixo as datas da turnê sul-americana: 24 de abril de 2025 – Bogotá, Colômbia – Estádio El Campín 27 de abril de 2025 – Lima, Peru – Estádio Nacional do Peru 30 de abril de 2025 – Santiago, Chile – Parque do Estádio Nacional do Chile 3 de maio de 2025 – Buenos Aires, Argentina – Estádio Vélez Sarsfield 6 de maio de 2025 – Curitiba, Brasil – Estádio Major Antônio Couto Pereira 8 de maio de 2025 – Rio de Janeiro, Brasil – Estádio Nilton Santos Engenhão 10 de maio de 2025 – São Paulo, Brasil – Allianz Parque
SYSTEM OF A DOWN Realização: 30e
CURITIBA Data: 6 de maio de 2025 Local: Estádio Major Antônio Couto Pereira Horário de abertura da casa: 16h Classificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais
Início das vendas: Venda geral: 19 de dezembro, 12h Vendas online em:eventim.com.br/SystemofaDown Bilheteria oficial: Hard Rock Café – R. Buenos Aires, 50 – Batel, Curitiba Funcionamento: Segunda a sábado, das 11h30 às 19h
RIO DE JANEIRO Data: 8 de maio de 2025 Local: Estádio Nilton Santos (Engenhão) Horário de abertura da casa: 16h Classificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais
Setores e preços: Cadeira Superior- R$ 247,50 (meia-entrada legal) | R$ 495,00 (inteira)
Cadeira Sul – R$ 297,50 (meia-entrada legal) | R$ 595,00 (inteira)
Pista – R$ 297,50 (meia-entrada legal) | R$ 595,00 (inteira)
Cadeira Inferior Leste e Oeste – R$ 347,50 (meia-entrada legal) | R$ 695,00 (inteira)
Pista Premium – R$ 547,50 (meia-entrada legal) | R$ 1.095,00 (inteira)
Hot Seat – Leste e Oeste – R$ 847,50 (meia-entrada legal) | R$ 1.195,00 (inteira)
Pacote Vip – R$ 1.337,50 (meia-entrada legal) | R$ 1.885,00 (inteira)
Início das vendas: Venda geral: 19 de dezembro, 12h Vendas online em:eventim.com.br/SystemofaDown Bilheteria oficial: ESTÁDIO NILTON SANTOS – ENGENHÃO – Endereço: Bilheteria Norte – Rua das Oficinas, s/n – Engenho de Dentro Funcionamento: Terça à Sábado das 10h às 17h
SÃO PAULO Data: 10 de maio de 2025 Local: Allianz Parque Horário de abertura da casa: 16h Classificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais.
Início das vendas: Venda geral: 19 de dezembro, 12h Vendas online em:eventim.com.br/SystemofaDown Bilheteria oficial: ALLIANZ PARQUE – BILHETERIA A – Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes – São Paulo/SP Funcionamento: Terça à Sábado das 10h às 17h | *Fechado em feriados, emenda de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.
Sobre o System Of A Down Como a banda de rock mais inspirada, impactante e inimitável do século 21, o System Of A Down vendeu mais de 40 milhões de discos no mundo todo, ganhou um prêmio GRAMMY® e foi atração principal em arenas, festivais e estádios em vários continentes. Formado em Los Angeles, o grupo tem sido a trilha sonora de revoluções pessoais, políticas, sonoras e espirituais desde o lançamento de seu álbum de estreia autointitulado multiplatinado em 1998. O quarteto já esgotou shows no mundo todo e registra regularmente mais de 23,4 milhões de ouvintes mensais no Spotify, tornando-os uma das bandas de rock/alternativo mais ouvidas do mundo. O System Of A Down é composto por Daron Malakian [guitarras, vocais], Serj Tankian [vocais, teclados], Shavo Odadjian [baixo] e John Dolmayan [bateria].
Sobre 30e A 30e representa a nova geração do entretenimento ao vivo e vem desenvolvendo o posicionamento “Delivering Happiness”, que traduz uma atuação que valoriza a experiência do público e das marcas. Criar momentos de felicidade para as pessoas é o que guia cada uma das etapas dos seus eventos. Estes foram alguns nomes que a 30e trouxe para o Brasil: Paul McCartney, Lana Del Rey, Twenty One Pilots, Florence and the Machine, Kendrick Lamar, Slipknot, Gorillaz, The Killers, Roger Waters e Bring Me The Horizon. A promotora revolucionou o formato de turnês nacionais ao trazer novas tecnologias e possibilidades para artistas brasileiros. Titãs Encontro, NX Zero e JÃO são apenas algumas das turnês que estão sob os cuidados da 30e. Na frente de festivais, por sua vez, a produtora tem em sua cartela o MITA, o KNOTFEST Brasil e o GPWeek.
Está chegando. Mais uma turnê do DREAM THEATER no BRASIL está chegando.
Serão cinco shows em algumas capitais do Sul e Sudeste. Pra entrar no clima, temos promoção rolando no Instagram. Confira lá. E enquanto o resultado não sai, confira a conversa que o véio teve com o Mike Portnoy.
O renomado baterista do Dream Theater compartilha detalhes emocionantes sobre seu retorno à banda após um longo hiato. Ele fala sobre a reconciliação com o vocalista James LaBrie, de como aconteceu a reconciliação e o que o levou ao show onde o encontro com LaBrie aconteceu. Portnoy também discute o futuro das suas outras bandas, destacando seu compromisso atual com o Dream Theater, e oferece uma visão sobre a próxima turnê e o aguardado novo álbum. É uma terceira parte de Metropolis?
E, sobre a possibilidade de vir a substituir Nicko McBrain no Iron Maiden… bem, leia abaixo.
Nota: a entrevista foi feita antes dos shows da donzela aqui no Brasil e antes do anúncio do batera do British Lion, Simon Dawson.
Daniel Tavares: Você saiu do Dream Theater em 2010, e então, há 2 anos, você foi a um show do Dream Theater. E lá você fez as pazes com o James LaBrie. O que aconteceu naquela noite? O que te levou ao show? Você estava apenas… na sua agenda você estava fazendo um show, e no mesmo lugar, ou algum amigo te convidou, o que aconteceu? Todos sabemos o que aconteceu depois daquela noite. Mas é uma curiosidade o que aconteceu antes daquela noite, porque este é um momento que é meio que um efeito borboleta. Se você não tivesse ido, talvez você não estivesse no Dream Theater hoje. Então, o que te fez ir lá?
Mike Portnoy: Por anos, eu tive curiosidade de ver um show, mas não sabia como me sentiria. Não sabia se me sentiria desconfortável, com ciúmes, triste ou com raiva. Não sabia que tipo de emoções isso despertaria. Então, por muitos anos, pensei sobre a curiosidade de ver o Dream Theater ao vivo, mas nunca tive coragem de puxar o gatilho. Naquela noite em particular, eu estava em casa, não estava em turnê com nenhuma das minhas bandas, e eles estavam tocando em Nova York no Beacon Theater. A esposa do John Myung, Lisa, é uma das melhores amigas da minha esposa Marlene, e Lisa vai na nossa casa algumas vezes por semana. Mesmo durante o período em que eu não estava no Dream Theater, ela ainda estava aqui e era muito amiga da minha esposa. Lisa Myung estava indo para o show em Nova York e convidou Marlene para ir. Marlene então me perguntou se eu queria ir. Eu pensei: “Bem, claro, talvez seja um bom momento”, porque eu tinha feito o álbum solo do John Petrucci e nós tínhamos feito o álbum do LTE. As coisas estavam realmente melhorando em nossos relacionamentos pessoais. Eu estava até fazendo música com alguns dos rapazes naquele momento. Os relacionamentos estavam muito bons. Mas eu ainda não tinha falado com James LaBrie e lembro que isso era um pouco problemático. Falei com John Petrucci naquela tarde, perguntando: “Como James vai lidar com isso? Ele está receptivo a eu vir?” No final, cheguei ao show e eles me disseram que James adoraria me ver. Fizemos um arranjo para eu me encontrar com ele depois do show, e foi como se todos aqueles 12 anos de brigas e dramas simplesmente derretessem no minuto em que o vi. Nós nos abraçamos e percebemos que somos irmãos, e estamos juntos desde que éramos crianças com esta banda. Então todas aquelas outras coisas meio que derreteram e desapareceram, e não eram mais um problema.
Daniel Tavares: Realmente, isso é legal. E eu realmente gostaria que nosso Max Cavalera e Andreas Kisser fizessem o mesmo, talvez algum dia, porque…
Mike Portnoy: Eu realmente acredito que nenhuma relação… você não pode estar em uma banda com alguém por 10, 20, 30 anos, você vive junto, você se torna irmãos. Você se torna família. Então, às vezes, mesmo que você brigue e se separe, eu realmente acredito que não há relação que não possa ser consertada. Eu realmente acho que Roger Waters poderia consertar com o Pink Floyd ou Max, ou os irmãos Cavalera podem fazer isso com o Sepultura. Eu acho que qualquer grupo de pessoas que passaram tanto tempo de suas vidas juntas, essa irmandade será mais importante do que qualquer uma das brigas ou discussões que precederam isso.
Daniel Tavares: Com certeza, porque há momentos no ano em que você realmente está mais com eles do que com suas esposas e filhos, e assim por diante.
Daniel Tavares: E sobre suas outras bandas. Qual é a situação? Bem, você sempre consegue estar em mais de uma banda. Mas agora você está no Dream Theater. Talvez eu não gostaria de dizer a maior, porque as outras também são grandes. Mas e o Transatlantic e as bandas com Neal Morse e Sons of Apollo, Winery Dogs? Como eles vão ficar? Qual é o destino deles?
Mike Portnoy: Acho que o tempo dirá. Vamos ver ao longo dos anos quais vão cair de lado e quais vão permanecer de pé. Agora, meu foco e dedicação estão totalmente no Dream Theater. Então, todas aquelas outras bandas e projetos estão meio que em espera, e todos os membros das bandas entendem isso e apoiam meu retorno ao Dream Theater. Este retorno é grande e importante, e temos um ano e meio ou dois anos de turnê pela frente. Esse é meu foco. Temos um longo ciclo de turnê que vai durar até 2025. E isso é tudo que estou fazendo agora. Se surgir uma coisa pontual aqui e ali, talvez para fazer uma sessão com alguém, ou um show pontual, como tenho um show com o Metal Allegiance no próximo mês, ótimo. Mas a maioria dessas outras bandas e projetos, como Flying Colors e Winery Dogs, e a banda do Neal Morse, exigem mais do que apenas um dia pontual, exigem um compromisso. Todos sabem que agora meu compromisso é com o Dream Theater no futuro próximo, e veremos no futuro o que acontece com todo o resto.
Daniel Tavares: Isso é legal. Oh, Neal Morse, eu já o entrevistei também. Vou apenas te dizer, não é uma pergunta, ele disse que você é incrível, e estou apenas te informando, ele disse que você é uma pessoa incrível, e você tem sido uma grande ajuda para ele ao longo dos anos. E ele disse que você tem uma grande perspectiva sobre as coisas, e que ele se rende a qualquer que seja a sua opinião.
Mike Portnoy: Sim, Neal é um dos meus amigos mais queridos na terra, e um dos meus maiores, senão o maior, colaborador musical da minha carreira até agora. Fizemos cerca de 25 álbuns de estúdio juntos ao longo de 3 ou 4 bandas diferentes. Não poderia estar mais grato pela relação que tive com Neal ao longo de todos esses anos, e ele tem sido tão solidário com isso porque meu retorno ao Dream Theater o afeta diretamente, já que coloca todas as 3 bandas que temos, Flying Colors, Transatlantic, Neal Morse Band, meio que em espera. Ele tem sido muito compreensivo e solidário com meu retorno ao Dream Theater e a importância disso. Então, graças a Deus que ele é tão compreensivo.
Daniel Tavares: Isso é legal, e é sempre bom saber que essa banda está voltando, e que vocês provavelmente estão gravando algo ou escrevendo algo, e vocês vão gravar. Como vai ser? E, mas seus próximos shows vão ser em outubro, novembro. Eu não sei, mas só no final deste ano. O que haverá nos seus shows, tipo, o portfólio de Mike Portnoy no Dream Theater, ou o novo álbum? Se vocês estão gravando um novo álbum e sobre o novo álbum, vamos levar tempo. Como vai ser? Vai ser mais direto, ou será uma masterclass progressiva, não uma masterclass progressiva? E por último, sobre o novo álbum. Por favor, é o Metropolis 3?
Mike Portnoy: Certo. Bem, você fez 3 perguntas em uma, então eu tenho que responder. Grandes perguntas. A primeira pergunta é, como será o show ao vivo? O show ao vivo, pelo menos para essas primeiras pernas em 2024, que incluem a Europa em outubro, novembro, e depois a América do Sul em dezembro. Certamente o foco dessas primeiras pernas é o 40º aniversário da banda, bem como a reunião comigo. Então o foco e a empolgação desses próximos shows é mais olhar para trás na carreira da banda e tudo o que fizemos juntos, e não apenas meu tempo na banda, mas todas as eras da banda, e como é tudo importante. E é uma grande celebração dos 40 anos do Dream Theater. Então esse é o foco. A próxima pergunta, bem, acho que as próximas duas perguntas são sobre o novo álbum. Não posso realmente falar muito sobre isso. Estamos propositalmente mantendo os detalhes muito secretos. Então, em resposta à sua segunda e terceira pergunta, acho que você vai ter que esperar e ver até estarmos prontos para começar a falar sobre o álbum, e haverá muito tempo para falar sobre isso, mas estamos muito empolgados com isso. Estamos fazendo isso desde fevereiro, então tem sido tudo consumindo para nós durante todo este ano, e não poderíamos estar mais orgulhosos e empolgados com isso. Acho que os fãs do Dream Theater vão adorar este álbum. Mas é prematuro falar sobre isso. Então, agora estamos focados em falar sobre a turnê, e a turnê vai ser muito empolgante, mas eu vou dizer que antecipamos duas fases. Acho que a primeira fase desta turnê será celebrando o 40º aniversário. Então essa perna que estamos fazendo na América do Sul em dezembro será principalmente focada em olhar para trás, e então planejamos ter mais retornos em 2025, onde nesse ponto mudaremos o foco para o novo álbum, e tocaremos isso, e então o foco será olhar para frente com esses shows, então você pode esperar por duas fases ao longo deste ciclo de turnê.
Daniel Tavares: Isso é legal. E minha próxima pergunta é meio que uma pergunta difícil, talvez não tão difícil para mim. É difícil para mim perguntar, e talvez mais difícil para você responder também. Mas você sabe, muitas das bandas que todos nós amamos estão indo embora. Tivemos apenas esta semana, semana passada, tivemos o Aerosmith. E o Sepultura está em sua turnê final também, e todos nós estamos com medo de que o Iron Maiden se desfaça porque, Nicko, ele diz que há algumas músicas que ele não consegue mais tocar na bateria. E, mas depois desta turnê, 3 ou 4 ou 5 anos a partir de agora. Se Steve e Bruce te chamassem para se sentar na bateria do Iron Maiden, você aceitaria?
Mike Portnoy: Bem, é uma pergunta estranha de responder, porque no minuto em que eu responder isso, vai se tornar um título de clickbait em um site de metal com as pessoas pensando que estou procurando por esse trabalho. E esse não é o caso, você está trazendo um cenário completamente hipotético. Quero dizer, eu só posso dizer, claro, quero dizer? Sim, o Iron Maiden é uma das minhas bandas favoritas de todos os tempos. Eu tive a boa sorte de tocar com Bruce Dickinson ao longo dos anos, e tocar com Paul Di’Anno, e eu toquei em uma música no último EP de Adrian Smith com Richie Kotzen, e sou amigo do Nicko para sempre, e o Dream Theater fez turnê com o Iron Maiden. Então, sim, há uma história profunda, mas eu acho que, se Deus me livre, se algum dia chegasse ao ponto de que Nicko não pudesse tocar, eu me pergunto se eles continuariam sem ele? Talvez eles não continuassem. E estou bastante certo de que, se eles precisassem de um substituto, ele seria britânico. O Iron Maiden é uma banda muito, muito britânica. Eu não consigo imaginar eles tendo um membro americano, ou um membro alemão, ou um membro brasileiro. Isso simplesmente não parece o tipo de coisa que eles fariam. Então, acho que posso encerrar essa pergunta hipotética e dizer que certamente não vai acontecer.
Daniel Tavares: Sim, sim, sim, eu sempre… Eu só trouxe isso porque algum tempo atrás, estávamos pensando sobre o Nicko, e estávamos pensando quem seria o nome para substituí-lo. Então…
Mike Portnoy: Sim.
Daniel Tavares: Obrigado. Vamos apenas terminar com uma mensagem para os leitores do Brasil e do Headbangers Brasil.
Mike Portnoy: A mensagem é que eu, eu mesmo e o resto dos caras do Dream Theater estamos muito empolgados por estarmos juntos novamente. Essa reunião realmente significa muito para nós em um nível pessoal, antes de tudo, mas também em um nível musical. Vai ser incrível. A próxima turnê será uma celebração de todos esses anos juntos, e o próximo álbum é certamente algo que vai realmente empolgar os fãs. Acho que temos um álbum tremendo preparado para todos. Então, sim, os próximos anos no mundo do Dream Theater são muito empolgantes.
Então é chegado o momento, desde o anúncio do retorno do lendário baterista original ao seu banco de origem e nessa pegada, a banda retornará ao Brasil para uma série de shows. O Dream Theater retorna com a sua formação mais prolixa para uma série de eventos no qual deixará qualquer fã de Progressive Metal ensandecisdos, já que é a oportunidade de ver em palco James LaBrie (vocal), John Petrucci (guitarra), John Myiung (baixo), Jordan Rudess (teclados) e Mike Portnoy (bateria).
A banda, que completa 40 anos de existência é protagonista de uma longa história no cenário, lotadas de altos e baixos, mas com altos extremamente altos, já que, não temos como falar de Progressive Metal sem falar de Dream Theater. Será que, algum fã consegue pensar nesse estilo sem lembrar claramente de riffs de músicas como Pull Me Under, The Mirror, Another Day, Scene Two: II Strange Deja Vú, entre diversas outras canções no qual você com certeza se lembra ao falar de Progressive Metal? E mesmo com os seus baixos durante a carreira, diversos fãs tiram boas canções e as defendem com muito ardor e tudo isso faz do “Teatro dos Sonhos” um dos grandes.
Tendo dado essa leve introdução (no qual acho completamente desnecessária, mas… haha), preparem-se, pois a banda está chegando semana que vem, para uma sequência maravilhosa de shows, vejam abaixo o cartaz e as datas dos shows no Brasil e logo depois, teremos uma boa pra vocês.
O Headbangers Brasil está Presenteando vocês, fãs de Dream Theater, com uma promoção incrível, no qual está rolando em nosso Instagram, se liguem no recado lá e compareçam em peso, essa é uma chance única de presenciar essa celebração da música, escolha a data e sejam felizes!!
Com sua voz forte e sentimental, o músico norte-americano The White Buffalo desembarca neste fim de semana para a inédita e tão aguardada primeira turnê brasileira, com seis shows. Influenciado por músicos de folk como Bob Dylan e Leonard Cohen, pelo autêntico country de Nashville e impactado também pelo rock e americana, The White Buffalo promete shows com mais de 20 músicas que passa pelas mais de duas décadas de carreira.
A turnê é uma realização das produtoras Powerline Music & Books e Sellout Tours.
A turnê já é sucesso! Horas após o anúncio, no mês de maio, todos os ingressos de diversas datas se esgotaram em menos de 24h, o que forçou a mudança de local para acomodar mais fãs e marcar um show extra.
The White Buffalo passa por São Paulo/SP no dia 6/12 no Terra SP; no Rio de Janeiro/RJ dia 7/12 no Sacadura 154; em Brasília/DF dia 10/12 no Toinha; em Belo Horizonte/MG no dia 11/12 no BeFly Hall; em Porto Alegre/RS no dia 13/12 no Opinião e em Curitiba no dia 14/12 no Tork n Roll.
Agora também já é revelada a nova data da turnê e o Rio de Janeiro/SP recebe o The White Buffalo dia 7/12, no Sacadura 154.
Carreira meteórica
As canções de Jack Smith, o cantor, compositor do The White Buffalo, com seu vozeirão grave, ora rouca, ora melódica, já serviram de trilha sonora de diversas séries americanas, como Sons of Anarchy, Californication, The Punisher, Longmire, This Is Us, como bem como o filme de surf Shelter de 2001.
Smith era um garçom de São Francisco que tocava seu violão algumas vezes por ano. Quando lhe pediram em 2002 para permitir uma música no filme Shelter, do surfista Chris Malloy, ele largou o emprego e se mudou para Orange County. Desde então, viaja e compõe incansavelmente.
Year Of The Dark Horse
O mais recente trabalho do The White Buffalo é Year of the Dark Horse, de 2022, um registro ousado e forte na sua discografia de 22 anos.
“Com este álbum, eu queria algo fora do que já fiz. Eu queria me abrir. É difícil colocá-lo em um gênero singular. Há elementos e influências de Daniel Lanois, Tom Waits, The Boss, circo, música pirata, iate rock, e estou empurrando tudo isso de uma maneira que nunca fiz. Antes”, disse Smith à época do lançamento do disco.
O baixista/tecladista/guitarrista Christopher Hoffee e o baterista Matt Lynott são os músicos que acompanham Smith.
Para que ‘Year Of The Dark Horse’ alcançasse todo o seu potencial, Jake sabia que a experiência tinha que ser envolvente, e é por isso que a locação em Nashville se mostrou crucial. Não apenas os três músicos estavam longe das atrações de casa, mas a casa onde todos ficaram ficava a apenas um quarteirão do estúdio e estava repleta de uma variedade de instrumentos. Onde quer que estivessem, eles poderiam aprimorar o projeto, e algumas das músicas surgiram enquanto o tempo passava.
Importante: os ingressos comprados para os shows nas casas anteriores valem para os novos locais anunciados.
Data: 10 de dezembro Horário: 19h (abertura da casa) Local: Toinha Endereço: SOF Q 9 lote 05/07 Conjunto B – Guará, Brasília – DF
The White Buffalo em Belo Horizonte
Data: 11 de dezembro Horário: 19h (abertura da casa) Local: Befly Hall Endereço: Avenida Nossa Sra. do Carmo, 230 – Savassi, Belo Horizonte/MG Ingresso:
Data: 13 de dezembro Horário: 19h30 (abertura da casa) Local: Opinião Endereço: Rua José do Patrocínio, 834 – Cidade Baixa, Porto Alegre/RS Ingresso: https://bileto.sympla.com.br/event/94459
Valor: 2º lote – R$230,00 meia / R$460,00 inteira
The White Buffalo em Curitiba – SOLD OUT
Data: 14 de dezembro Horário: 20h (abertura da casa) Local: Tork n Roll Endereço: Avenida Mal. Floriano Peixoto, 1695 – Rebouças, Curitiba/PR
Turnê completa
06/12 São Paulo, BR @ Terra SP 07/12 Rio de Janeiro BR @ Sacadura 154 10/12 Brasília, BR @ Toinha 11/12 Belo Horizonte, BR @ BeFly Hall 13/12 Porto Alegre, BR @ Opinião 14/12 Curitiba, BR @ Tork n Roll 18/12 Santiago, CL @ Sala Metronomo 20/12 Guadalajara, MX @ C3 Stage 21/12 Mexico City, MX @ Indie Rocks
“Menina Veneno” chegou aos 40 anos. O tempo passou rápido para o maior sucesso da carreira de Ritchie: a música atravessou as últimas quatro décadas sendo cantada por todo mundo, não importa a geração. Então, nada mais justo que ele prepare uma grande comemoração para os 40 anos de lançamento do álbum (era assim que se chamava na época) “Voo de coração”, da qual “Menina Veneno” faz parte. Ritchie saiu em turnê com o show “A Vida Tem Dessas Coisas”, premiado como um dos melhores shows de 2023/4. No repertório, os sucessos que marcaram a carreira desse inglês que chegou ao Brasil nos anos 70 e não foi mais embora. São músicas que ainda estão e ficarão na memória por muitas décadas. Que o diga as mais de 100 milhões de visualizações de suas músicas, (regravadas no formato “ao vivo no estúdio”), no seu canal exclusivo do YouTube. A turnê de 60 shows, passou por praticamente todas as capitais com grande sucesso e foi assistido por mais de 500.000 expectadores. “Ritchie faz mágica e magnetiza o público na estreia do show ‘A vida tem dessas coisas”, escreveu o crítico Mauro Ferreira em seu site no G1 sobre a apresentação no Rio de Janeiro.
Para apresentar ao público canções como “A Mulher Invisível”, “Casanova”, “Pelo Interfone”, “Transas”, além da própria “Menina Veneno” e de “A Vida Tem Dessas Coisas”, que empresta o nome à turnê, Ritchie montou um show para marcar época no século XXI.
Seu novo empresário, Steve Altit, responsável por trazer ao Brasil grandes estrelas internacionais e ter empresariado alguns dos mais consagrados artistas brasileiros, reuniu um time de peso para viabilizar o projeto. Em “Voo de Coração’, Ritchie já falava em holograma e computador pessoal, numa época em que esses mal existiam. “Ambientamos esse espetáculo com a tecnologia atual para reforçar esse lado visionário que Ritchie sempre teve”, diz Alexandre Arrabal, ao lado de Kiko Dias, que assinam a direção de arte da turnê. Esse conceito ainda vem acompanhado da iluminação de Césio Lima, nome por trás da luz/fotografia dos maiores shows nacionais e internacionais no país.
No palco, Ritchie está acompanhado por um quinteto com alguns dos melhores músicos de São Paulo.
Essa nova jornada de “Menina Veneno”, para comemorar seus 40 anos, já passou por Rio de Janeiro (2 vezes), São Paulo (2 vezes), Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Fortaleza, Recife , Salvador, Aracaju, Teresina, Niterói, onde dividiu o palco com o também inglês Steve Hackett, em uma noite mágica, oferecendo um show sem cobrança de ingresso na linda praia de São Francisco, seguindo, voando em direção aos corações do Brasil. Durante esse périplo se apresentou em inúmeros programas de rádio e TV.
Muito ainda por vir, pois Ritchie é contratado da Gravadora Biscoito Fino, lançou 5 fonogramas, sendo uma musica inédita e 5 clipes. Sua musica foi executava em mais de 150 rádios em todo o Brasil e Ritchie participou de inúmeros programas de TV e radio. Isto tudo é para que a gente nunca se esqueça de que a vida tem dessas coisas.
Ficha Técnica do show A Vida Tem Dessas Coisas
Músicos: Eron Guarnieri – Teclados e Vocais Igor Pimenta – Contra-Baixo Renato Galozzi – Guitarras, Violões e Vocais Hugo Hori – Saxofone, Flauta e Vocais Luiz Capano – Bateria
Equipe:
Assessoria de Imprensa – Ana Paula Romeiro Coordenação Redes Sociais – Wagner Oliva Figurinos – Leda Zuccarelli Projeto Iluminação – Césio Lima Direção Musical – Ritchie Direção de Arte – Alexandre Arrabal e Kiko Dias Direção Geral – Jorge Espirito Santo Coordenação Geral – Steve Altit Realização – Top Cat Produções Artísticas
SERVIÇO RITCHIE – “A VIDA TEM DESSAS COISAS” Teatro Bradesco (Rua Palestra Itália, 500 – 3º piso – Bourbon Shopping São Paulo – Perdizes) www.teatrobradesco.com.br Duração: 90 minutos Classificação: Livre Acessibilidade Ar-condicionado Capacidade: 1439 pessoas
DATA E HORÁRIO: 6 de dezembro, às 21 horas.
INGRESSOS A partir de R$80 Obs.: Confira legislação vigente para meia-entrada Canais de venda oficiais: Uhuu.com – com taxa de serviço – https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/ritchie-a-vida-tem-dessas-coisas-ultimo-show-da-turne-13639 Bilheteria física – sem taxa de serviço Teatro Bradesco (Bourbon Shopping) De segunda a domingo, das 12h às 20h (pausa almoço: 15h às 16h) Formas de pagamento: Bilheteria do teatro: dinheiro, cartão de crédito e cartão de débito Site da Uhuu.com e outros pontos de venda oficiais: cartão de crédito Cartões de crédito aceitos: Visa, Mastercard, Diners, Hipercard, American Express e Elo Cartões de débito aceitos: Visa, Mastercard, Diners, Hipercard, American Express e Elo Estacionamento Bourbon Shopping Confira valores e horários no link abaixo: https://www.bourbonshopping.com.br/o-shopping/sao-paulo
A aclamada banda holandesa de metal sinfônico Epica volta à América Latina em setembro de 2025 com 13 datas, sendo seis shows no Brasil, com realização da Liberation Music Company.
As datas no Brasil acontecem em seis capitais: Porto Alegre (6/09), Curitiba (7/09), Belo Horizonte (9/09), Brasília (11/09), Rio de Janeiro (13/09) e São Paulo (14/09).
Desde as primeiras turnês da banda, os holandeses têm uma conexão especial com seus fãs brasileiros e mal podem esperar para retornar, desta vez com o apoio dos convidados especiais Fleshgod Apocalypse, da Itália.
“Estamos entusiasmados com o anúncio do nosso retorno à América Latina!”, comenta a banda. “A paixão e dedicação que recebemos dos nossos fãs locais são únicas. Com várias músicas novas, garantimos que o setlist será muito equilibrado. Não deixem de nos enviar ideias de músicas que vocês querem ver incluídas no set.”
Os demais países que recebem a turnê são Chile, Uruguai, Argentina, Peru, Colômbia, San Salvador e a primeira apresentação da banda no Panamá.
Os ingressos estarão à venda a partir desta sexta-feira, 29 de novembro, às 10h (horário de Brasília). Haverá um número limitado de pacotes VIPs que garantem acesso a um Meet & Greet com o Epica, além de prêmios e benefícios especiais em epica.nl/tour!
Epica | Crédito: Tim Tronckoe
Em processo de gravação do álbum sucessor de Omega, que chegou ao topo das paradas em diversos países, o Epica lançou recentemente o single ‘Arcana’. Ouça aqui: https://epica.bfan.link/arcana.
‘Arcana’ é um vislumbre da música futura da banda, que chegará em 2025, que trara sobre sabedoria oculta, segredos perdidos há muito tempo e conhecimento esotérico.
“Compor esta música foi um esforço espontâneo, então ela se formou rapidamente, o que pareceu tão natural que ela se escreveu sozinha. A música contém elementos clássicos do Epica, com traços que podem lembrar o rock alternativo dos anos 80 ou o metal moderno”, comenta a banda.
Referência global do symphonic death metal, os italianos do Fleshgod Apocalypse, na ativa desde 2007, divulgam o sexto álbum Opera, com 10 faixas inspiradas na experiência de quase morte de Francesco Paoli, vocalista e mente criativa da banda. Ouça aqui: https://fga.bfan.link/opera.
A produção impecável de Jacob Hansen, vencedor do Grammy, realça a sonoridade única da banda: uma tapeçaria sonora que entrelaça violência sonora, orquestrações majestosas e melodias arrebatadoras.
A ucraniana Jinjer e a convidada especial Heaven Shall Burn passam por Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo
A Liberation Music Company & Napalm Events realizam entre fim de novembro e o começo de dezembro de 2024 (com 6 shows no Brasil) a mega-turnê de retorno à América Latina da banda ucraniana Jinjer, com seu metalcore progressivo e repleto de nuances e atmosferas. Como convidados especiais em todos os shows da turnê, com a exceção do México, estão os pesos pesados do Heaven Shall Burn, uma das mais consagradas e talentosas formações do melodic death metal/metalcore em todo o mundo.
O Jinjer tem 13 shows na América Latina, entre Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, México e Brasil, enquanto o Heaven Shall Burn volta para uma agenda de 10 apresentações – as bandas farão uma turnê conjunta, exceto nas três datas em território mexicano.
No Brasil, Jinjer e a convidada especial Heaven Shall Burn realizarão seis shows. O primeiro compromisso desta pesada e imperdível turnê conjunta será em Porto Alegre/RS, no dia 30/11, Bar Opinião. Em seguida, as bandas tocam dia 1º/12 em Curitiba/PR, no Tork and Roll, com abertura da banda paulistana Fim do Silêncio.
As bandas seguem para Belo Horizonte/MG, dia 3/12, no Mister Rock, além de Brasília/DF no dia 5/12, no Toinha e no Rio de Janeiro/RJ, dia 7/12, no Circo Voador, com abertura das bandas Clava e Innocence Lost. A última data no Brasil é em São Paulo/SP, dia 8/12, no Terra SP, com abertura do Fim da Aurora.
Nestes shows, Jinjer e Heaven Shall Burn prometem um set list repleto de clássicos e músicas veneradas pelo público, além de possíveis novidades.
Jinjer está nos preparativos de lançar – via Napalm Records – o 5º disco da carreira, já intitulado ‘Duél’, e recentemente lançou mais um single: Kafka (veja o clipe aqui). Nesta canção complexa e pesada, Tatiana intercala vocais limpos e guturais incríveis e técnicos.
Já o Heaven Shall Burn lançou em setembro deste ano o single Keinen Schritt Zurück (veja o clipe aqui), com a participação da banda punk alemã Donots. Este lançamento marca o primeiro material novo desde o cover em 2022 para Pillars Of Serpents, do Trivium, e do elogiadíssimo e agressivo álbum Of Truth And Sacrifice, de 2020.
Jinjer
A banda de metal de maior popularidade de todos os tempos da Ucrânia, Jinjer está desde a sua formação, em 2009, provando que a música pesada pode inovar e chegar ao grande público. Assim como o Heaven Shall Burn, também volta à América Latina mais uma vez por meio da Liberation.
O quarteto, hoje Tatiana Shmayluk (vocal), Roman Ibramkhalilov (guitarra), Eugene Abdukhanov (baixo) e Vlad Ulasevich (bateria), apresenta a cada álbum uma mistura ousada de death metal, metal progressivo, nu metal, groove metal e djent.
A banda ganhou notoriedade pela primeira vez na Europa após vencer o prêmio “Best Ukrainian Metal Act Award” do selo InshaMuzyka de Kiev, em 2013, graças ao seu primeiro EP: “Inhale, Don’t Breathe”.
Em 2016 a banda repetiu o feito, dessa vez levando junto o prêmio de melhor videoclipe com a música I Speak Astronomy, o que chamou a atenção da Napalm Records, selo por onde a banda lançou seu terceiro álbum: King of Everything. O disco ficou conhecido após a música ‘Pisces’ ter viralizado no YouTube, com muitos destacando o desempenho vocal de Tatiana.
Após o sucesso do terceiro disco Macro e turnês mundiais ao lado de bandas como Slipknot, sempre com shows lotados, Jinjer solta o ambicioso e técnico disco Wallflowers, com um groove implacável e contagiante, que a fez crescer ainda mais de conceito e popularidade entre fãs e mídia especializada da música pesada.
Heaven Shall Burn
O Heaven Shall Burn é uma instituição do metal europeu, na ativa desde 1996 e com diversas passagens pelo Brasil, sempre por meio da Liberation. A banda, atualmente formada por Marcus Bischoff (vocal), Maik Weichert (guitarra), Alexander Dietz (guitarra), Eric Bischoff (baixo) e Christian Bass (bateria), desde o início dos anos 2000, com os discos Whatever It May Take e Antigone, escancarou energia e agressividade de um metalcore ímpar, consagrado em definitivo com Iconoclast (Part 1: The Final Resistance).
Essa conexão com a comunidade mais ampla do metal enfatizou sua relevância duradoura na cena. O Heaven Shall Burn estabeleceu padrões musicais, sendo hoje referência para novas bandas, muito pelo seu ativo envolvimento em causas sociais e políticas, com foco nos direitos humanos e dos animais.
Mais shows
A turnê segue para a Argentina, onde Jinjer e Heaven Shall Burn tocam em Buenos Aires (Teatro Flores) dia 10/12. Depois é a vez do Chile receber ambos os shows, dia 12/12 em Santiago (Teatro Caupolican), e na sequência será na Colômbia, dia 14/12, em Bogotá (Calle 13).
Na América Central, as bandas se apresentam na Costa Rica, com show dia 15/12 em San José (Pepper’s Club).
Já no México, o Jinjer, sozinho, tem datas dia 18/12 em Guadalajara (C4), dia 19/12 em San Luís Potosí (Centro de las Artes) e na Cidade do México no dia 20/12, no Circo Volador.
Noite quase chuvosa na capital nacional dava o tom para um show muito aguardado e que creio que não muito cogitado pelos fãs de metal candangos, afinal, o Manowar sempre tocou em festivais ou apenas em São Paulo. Era a primeira vez que os clássicos veteranos do metal Manowar, retornariam à Brasília, desde sua última passagem, em 1996. Local que vem sendo espaço importante para shows internacionais de bandas de grande relevância. Depois de algumas especulações, finalmente chegou o dia, a sexta feira, dia 22/11/2024 mudou para sempre a Capital Brasileira.
Foto por Pedro “Humangous” Salim
Alguma estranhesa ao chegar no local, pois a previsão de abertura de portão da casa estava para as 19h, mas a liberação aconteceu já era por volta das 21h (onde ainda ouvíamos a passagem de som) e a entrada para o espaço do show aconteceu por volta das 22h, horário previsto para início do show!
Por sorte não chovia para poder esperar na fila headbangers que vinham de alguns outros Estados, como Goiás, Mato Grosso e demais locais que não conseguimos conversar com certeza. A expectativa era grande!
Foto por Pedro “Humangous” Salim
O local, Galpão 17 se mostrou interessante, porém ao entrar no local, o palco chamou atenção, pois era um pouco baixo e havia um pilar bem ao meio, algo que atrapalhou muito durante o show. Vale a casa rever essa questão, pois atrapalha bem o público!
Com perto de meia hora de atraso, enfim começa a clássica introdução com a abertura da clássica Manowar, cantada em uníssono e depois disso foi um despejo de clássicos, com “Warrios of the World United”, “Immortal”, “Brothers of Metal”.
Foto por Pedro “Humangous” Salim
Com o já tradicional som nas alturas da banda e trajes de couro, Eric Adams demonstrando sua simpatia pelo público também mostra que está muito em forma, aos seus 72 anos, ao emendar “Blood of my Ennemies”, “Call to Arms” e “Sign of the Hammer”, ou seja, era uma noite clássica! Com “Mountais” mostrou emoção e musicalidade que todos sempre curtimos dessa banda. Mas obviamente pudemos também desfrutar dos solos de baixo do gigante Joe DeMaio, que parecia um pouco apreensivo ou incomodado com a estrutura e que, em conjunto com a virtuosidade de Michael Angelo Batio, estavam sempre interagindo com a plateia presente.
Foto por Pedro “Humangous” Salim
Não podia faltar “Fighting the World”, “Kings of Metal” e “Kill with Power”, algo que agradecemos eles a tocar, porém, para surpresa da grande maioria finalizam o show na sempre finaleira “Hail and Kill” com “Fight Untill We Die” com um simples good night e deixaram todos esperando um retorno, um bis ou alguma interação final (sem falar nos discursos clássico de DeMaio, a quebra de cordas do baixo), mas nada mais aconteceu. Com uma hora e meia de show intenso e emocionante, confesso que achei pouca interação com o público visto apresentações anteriores deles pelo Brasil, principalmente nesse final, mas nada tirou o brilho de uma noite histórica, clássica e emocionante para o metal brasiliense. Noite histórica! Hail Warriors!!
Mas, infelizmente, depois do evento ocorrido, um baita problema aconteceu no local do show, quando o proprietário do Galpão 17 e a equipe que estava desmontando e retirando o equipamento no qual foi alugado para o evento discutiram, gerando para a empresa no qual foi a responsável por colocar o equipamento de áudio do evento um prejuízo aproximado de R$2Milhões, mais ou menos, saibam mais sobre essa confusão, aqui.
TEXTO POR CUPIM LOMBARDI e FOTOS POR PEDRO “HUMANGOUS” SALIM