Megadeth, a banda que marcou uma geração inteira de Thrashers com lançamentos acima da média, mas alguns vacilos em sua carreira, lança aquele que promete ser o último disco da vida do filho prodígio de Dave Mustaine, o nome por trás de tudo.

Para o disco final da banda, tivemos reformulações, com a entrada do baixo de James Lomenzo e a guitarra de Teemu Mäntysaari e o baterista Dirk Verbeuren conduziu mais uma vez o coração da banda.

Já quero começar a dizer que temos um belo disco aqui, nada demais, então se você que está lendo achou um dos melhores discos deles, saiba que nem de longe o homônimo é isso tudo, temos aqui um disco que homenageia toda a carreira da banda, desde a influência Punk em I Don’t Care, que carrega uma letra infantil demais, as partes rápidas de guitarras, em Let There Be Shred, o clássico Thrash que abre o disco em Tipping Point, todas boas canções, mas que não salvam e nem elevam tanto assim o disco para ser considerado o melhor lançamento da banda.

Quando falamos de uma banda com uma estrada que possui títulos como Endgame, Rust In Peace, Youthnasia, Killing Isy Business, o critério e pedido tem que ser muito maior e o último disco da banda entrega qualidade, sendo que nada que chegue nem perto desses álbuns citados.

Para uma carta de despedida, ele poderia ter sido muito maior do que ele é, mas o impacto de ser última vez pesa e por isso esse album será eternamente lembrado, uma pena, mesmo sendo um bom disco, essa despedida poderia ter sido muito melhor.

NOTA: 3 / 5

FORMAÇÃO

Dave Mustaine – Vocal/Guitarra
Teemu Mäntysaari – Guitarra
James LoMenzo – Baixo
Dirk Verbeuren – Bateria

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