Autor: Augusto Hunter

  • Reedição de Cryptopsy: Blasphemy Made Flesh com novo medley repleto de estrelas

    Reedição de Cryptopsy: Blasphemy Made Flesh com novo medley repleto de estrelas

    Apresentando o vencedor de 2 Grammy Billy Strings + membros do Shadow of Intent, Stabbing, Undeath, Carcosa e Emasculator

    Nem todo ícone do underground sobrevive o bastante para reinar sobre a cripta do death metal três décadas após o início de sua carreira. Mas o Cryptopsy está provando mais uma vez por que é a banda mais vil de todas. Um ano após conquistar seu primeiro JUNO Award, os brutais canadenses estamparam a capa da Decibel, foram eleitos Artista do Mês pela Metal Injection e ainda figuraram nas paradas da Billboard com o aclamado novo álbum An Insatiable Violence.

    Claro, o Cryptopsy tem mantido a blasfêmia viva desde que surgiu contorcendo-se e gritando no mundo do metal extremo com seu clássico debut. Nesta sexta-feira, a banda relança Blasphemy Made Flesh pela primeira vez desde que assinou com a Season of Mist. E para marcar essa ocasião especial, adicionaram mais um marco sangrento à sua história.

    Já faz um tempo que tocamos uma espécie de medley de Blasphemy Made Flesh ao vivo”, conta o vocalista Matt McGachy. “Mas para o 30º aniversário do álbum, queríamos fazer algo realmente especial”.

    “Blasphemy Made Fresh” é um novo medley de 8 minutos que afia e reforja os ganchos cirúrgicos e os ritmos patológicos do álbum com um verdadeiro esquadrão de elite dos vocais do death metal atual:
    Ben Deurr (Shadow of Intent), Bridget Lynch (Stabbing), Alexander Jones (Undeath), Johnny Ciardullo (Carcosa) e Mallika Sundaramurthy (Emasculator). Essa procissão infernal de guturais abre caminho para um solo de guitarra justo e destruidor de ninguém menos que o vencedor de dois Grammy Awards e superfã do Cryptopsy, Billy Strings.

    Ficamos super empolgados com o entusiasmo de cada convidado em participar dessa homenagem única ao primeiro clássico do Cryptopsy”, diz McGachy. “Estamos muito orgulhosos desse medley e felizes por finalmente podermos compartilhá-lo com nossos fãs, antigos e novos”.

    Ouça “Blasphemy Made Fresh” no canal da Season of Mist no YouTube.

    O Cryptopsy já vinha inserindo partes do primeiro álbum nos setlists desde que abriu The Book of Suffering.

    Quando montamos esse medley, fomos direto nas partes que fazem nosso sangue ferver e nossas cabeças baterem”, diz o guitarrista Christian Donaldson. “Se isso causar o mesmo efeito em outras pessoas, missão cumprida”.

    As sementes de Blasphemy Made Fresh foram plantadas há alguns anos, enquanto McGachy ouvia o The Jasta Show.

    “O Jamey sugeriu ao Terrance Hobbs que o Suffocation regravasse os vocais de um álbum clássico com vários convidados”, lembra ele. “Isso me inspirou a convidar alguns dos melhores vocalistas do metal extremo atual para esse medley”.

    O primeiro a cravar os dentes em Blasphemy Made Fresh foi Alexander Jones, do Undeath, que rapidamente cravou sua opinião:

    “’Defenestration’ é uma das cinco melhores faixas de abertura do metal de todos os tempos – discorde com a parede”, diz ele, que rasga os vocais da impiedosa “Abigor”. “O Cryptopsy é, de longe, uma das minhas bandas favoritas de death metal e tem um lugar especial no meu coração por terem sido uma das primeiras que conheci. Quando o Matt me chamou pra participar desse medley ao lado de tantos vocalistas contemporâneos que admiro, fiquei pasmo. Foi uma honra contribuir, mesmo que um pouco, para a celebração de um álbum tão marcante. Nunca vou conseguir agradecer o suficiente pela oportunidade”.

    Para preencher os sulcos brutais de “Born Headless”, o Cryptopsy não precisou procurar além de seus compatriotas canadenses do Carcosa.

    O Cryptopsy faz parte da minha alma death metal canadense desde que eu era jovem”, diz o vocalista Johnny Ciardullo. “Dizer que foi uma honra cantar em uma música do Cryptopsy seria um eufemismo. Foi uma verdadeira celebração de um álbum essencial na história do metal canadense”.

    Bridget Lynch destrói os riffs de “Swine of the Cross” com guturais demoníacos.

    Sou fã de brutal death metal desde a adolescência, e Blasphemy Made Flesh foi minha porta de entrada para o Cryptopsy”, diz a vocalista do Stabbing. “Acho o Lord Worm um dos vocalistas mais icônicos do gênero, então tentei fazer justiça à parte que me coube. É uma grande honra fazer parte disso”.

    Se o original já era conhecido pela entrega insana, Mallika Sundaramurthy dá um verdadeiro show vocal durante a parte arrastada e brutal de “Open Face Surgery”.

    Blasphemy Made Flesh foi um álbum muito importante para mim quando comecei a ouvir brutal death metal”, diz a vocalista do Emasculator. “Eu não seria a vocalista que sou hoje sem o Lord Worm e o Cryptopsy. Fiquei extremamente honrada quando o Matt me chamou pra esse tributo. Estou empolgada demais por ter colaborado com essas lendas vivas!”.

    Reunir uma matilha feroz de vocalistas do metal extremo já seria um feito memorável por si só, mas fazer justiça ao lendário solo de Blasphemy Made Flesh exigiu um toque do destino.

    No ano passado, o Cryptopsy se preparava para um show quando descobriu que, naquela mesma noite, um de seus maiores fãs tocaria a poucos quilômetros dali.

    O Cryptopsy é minha banda favorita de death metal de todos os tempos”, diz William Apostol, mais conhecido como Billy Strings. “Fiquei arrasado por ter meu próprio show naquela noite, porque sempre sonhei em vê-los ao vivo. Então, achei que o melhor a fazer era enviar um bolo escrito ‘Open Cake Surgery’”.

    Depois de mandar alguém de sua equipe ao stand de merch da banda, Billy recebeu um vídeo dos caras devorando o presente.

    Fiquei em choque!”, ele conta. “Fiquei muito feliz por poder prestar essa homenagem em forma de glacê – e por eles não acharem que eu sou um completo maluco”.

    Mesmo seguindo caminhos musicais diferentes, quando o Cryptopsy precisou de um guitarrista convidado para tocar em “Open Face Surgery”, sabiam exatamente quem chamar.

    Claro que a resposta foi um sonoro HELL YES!”, diz Billy. “Blasphemy Made Flesh é um dos melhores álbuns da história. Esse e o None So Vile mudaram a minha vida!”.

    Acostumado ao dedilhado do bluegrass, sua performance no medley é simplesmente imunda – no melhor sentido.

    Fiquei um pouco nervoso, porque fazia tempo que não tocava algo pesado, mas me senti à vontade na faixa e estou muito satisfeito com o resultado final. Contribuir para uma música do Cryptopsy é uma das coisas mais incríveis que já fiz na vida. Serei eternamente grato por essa honra”.

    Billy Strings participa de Blasphemy Made Fresh cortesia da Reprise Records.

  • Stoned Jesus anuncia novo álbum Songs to Sun — o primeiro de uma trilogia ambiciosa

    Stoned Jesus anuncia novo álbum Songs to Sun — o primeiro de uma trilogia ambiciosa

    Guerreiros da estrada do heavy psych embarcam em uma trilogia de álbuns arrebatadora

    Após 16 anos explorando os extremos do rock pesado, o Stoned Jesus entra em uma nova fase com Songs to Sun, que chega em 19 de setembro de 2025 via Season of Mist. O disco marca o início de uma trilogia que vai explorar as diferentes encarnações da banda ucraniana: o sombrio Songs to Moon sai em 2026, seguido pelo mais prog Songs to Earth.

    “Estamos empolgados em anunciar o início dessa jornada expansiva”, diz o frontman Igor Sydorenko. “Songs to Sun dá sequência ao que começamos em Father Light, com ecos de Seven Thunders Roar e The Harvest, mas com novas reviravoltas que misturam a intensidade do metal, o groove do stoner e o charme do prog retrô — tudo com nossos refrões mais pegajosos até agora.”

    Capa do vindouro Songs To Sun, por Vadym “Karaska” Karasiov

    A nova formação, que estreou no Hellfest, inclui o velho parceiro Yurii na bateria e Andrew Rodin no baixo e vocais. Após uma turnê intensa de 25 anos da banda, o trio está pronto para lançar esse novo capítulo com força total.

    Formado em 2009, o Stoned Jesus nasceu em Kiev como projeto solo de Sydorenko, inspirado por Black Sabbath, Led Zeppelin, Electric Wizard e Sleep. Desde o debut First Communion, gravado em apenas duas horas, a banda passou por várias fases: o clássico Seven Thunders Roar (2012) com o hino “I’m the Mountain”, o alternativo The Harvest (2015), e o ousado Pilgrims (2018).

    Em 2023, Father Light marcou a estreia na Season of Mist, com seu stoner progressivo envolvente e emocional. O projeto-irmão Mother Dark acabou engavetado após mudanças internas. Mas agora, com a nova formação e sede de experimentação, o Stoned Jesus está de volta ao topo da montanha sagrada do heavy rock.

    A banda retorna à América Latina neste outono com faixas inéditas de Songs to Sun, após turnê europeia ao lado do Cult of Luna e estreia na Austrália.

    Datas da Tour Latino Americana:

    21/10 – Rio De Janeiro, Brazil @ Rock Experience
    22/10 – Porto Alegre, Brazil @ Gravador
    23/10 – Florianopolis, Brazil @ Desgosto
    24/10 – Curitiba, Brazil @ Beveldere
    25/10 – Sao Paulo, Brazil @ Jai Club
    26/10 – Belo Horizonte, Brazil @ Caverna
    28/10 – Buenos Aires, Argentina @ Uniclub
    29/10 – Santiago, Chile @ Club Ambar
    31/10 – Mexico City @ Sangriento [FIRST-EVER SHOW IN MEXICO]

    Stoned Jesus é:
    Igor Sydorenko – Vocals, Guitarra, Baixo, Teclados
    Andrew Rodin – Baixo, Backing Vocals
    Yurii Ciel – Bateria, Backing Vocals

    Sigam o Stoned Jesus:
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    stonedjesus.bandcamp.com

    Foto de capa por Daina Forys

  • Uma banda por estado para conhecer melhor o cenário atual da música pesada no Norte e Nordeste do Brasil

    Uma banda por estado para conhecer melhor o cenário atual da música pesada no Norte e Nordeste do Brasil

    O cenário da música pesada nas regiões Norte e Nordeste do Brasil tem se mostrado cada vez mais diverso, criativo e prolífico. Em meio a contextos culturais únicos, bandas vêm surgindo com propostas originais, misturando (ou não) influências do Metal e do Rock com elementos regionais, temas sociais e sonoridades que refletem suas raízes sob uma visão contemporânea do mundo. Ainda que muitas vezes fora dos grandes centros da indústria fonográfica, esses artistas têm conquistado espaço com produções de altíssimo nível e uma forte presença no underground, o que fortalece a cena local e também contribui para a renovação do panorama nacional do Metal e do Rock.

    Nesta matéria, destacamos uma banda em atividade de cada estado das regiões Norte e Nordeste como forma de ampliar o olhar sobre a riqueza e a pluralidade desses territórios e incentivar o público a mergulhar em novas descobertas e reconhecer a força criativa dessas regiões tão importantes do nosso país.

    Acre: Hylidae
    Gênero: Death/Thrash Metal
    Ano de Fundação: 2009
    Músicas em Destaque: “Hylidae”, “Bleeding Out” e “Serial Killer”
    Instagram: www.instagram.com/bandahylidae

    A Hylidae é uma banda acreana de Metal Extremo, que une o Thrash e o Death Metal a uma pegada que consegue ao mesmo tempo buscar referências no Old School e no Metal Moderno, criando uma sonoridade agressiva e contemporânea. A banda possui dois álbuns de estúdio lançados, “Promiscuous World” (2012) e “Unbreakable Curse” (2021).

    Alagoas: Pure Hate
    Gênero: Groove/Thrash Metal
    Ano de Fundação: 2018
    Músicas em Destaque: “Festa Sádica”, “Pure Hemp” e “Vida de Ninguém”
    Instagram: www.instagram.com/purehate_band

    Pure Hate é uma banda alagoana que se destaca pela sonoridade crua e explosiva, combinando o peso do Thrash Metal com a agressividade do Hardcore e uma tendência contemporânea guiada pelo Groove Metal. Essa fusão resulta em um trabalho coeso, brutal e cheio de identidade. O ápice dessa proposta pode ser ouvido em seu álbum de estreia, “Festa Sádica”, lançado em fevereiro de 2025, que já vem sendo reconhecido como um dos grandes destaques do Metal nacional neste ano.

    Amapá: Desolation.
    Gênero: Deathcore
    Ano de Fundação: 2013
    Músicas em Destaque: “The Unholy Spirit”, “Under the Presence Ov the Blind God” e “Cataclysm”
    Instagram: www.instagram.com/desolationofficial

    Embora tenha sido fundada em 2013, foi apenas em 2022 que a banda amapaense Desolation. lançou seu EP de estreia, marcando sua entrada oficial no cenário com um trabalho sólido e promissor. Aproveitando o bom momento vivido pelo Deathcore, que vem ganhando popularidade nos últimos anos, a banda consolidou seu nome com o lançamento de seu álbum de estreia “Caettilies Awakening” (2023), um álbum impactante, técnico e brutal, e facilmente um dos melhores discos do gênero lançados no Brasil até então.

    Amazonas: Beyond Fire
    Gênero: Power Metal
    Ano de Fundação: 2018
    Músicas em Destaque: “Walking Alone” e “Free My Soul”
    Instagram: www.instagram.com/beyondfireband

    Mesmo que sua carreira autoral venha andando a passos muito lentos, a Beyond Fire é um dos nomes mais ativos do cenário manauara, o que já lhes permitiu tocar ao lado de grandes nomes do Metal Mundial, como Blind Guardian, Angra e Ambush. Com dois singles lançados até o momento, o grupo vem alimentando grandes expectativas em torno do desenvolvimento de seu trabalho autoral, que promete ganhar ainda mais força nos próximos capítulos de sua jornada.

    Bahia: Auro Control
    Gênero: Prog/Power Metal
    Ano de Fundação: 2021
    Músicas em Destaque: “Rise of the Phoenix”, “Not Alone” e Feel the Fire”
    Instagram: www.instagram.com/aurocontrol

    Atualmente em turnê pelo Brasil com Edu Falaschi e Noturnall, Auro Control desponta como um dos nomes mais relevantes e promissores da nova geração do Prog e Power Metal nacional, tendo seu álbum de estreia, “The Harp”, listado por diversas publicações especializadas como um dos Melhores Álbuns de 2024. O disco, que contou com participações de nomes consagrados como Aquiles Priester, Jeff Scott Soto e Felipe Andreoli, teve lançamento mundial pelas gravadoras Avalon Records (Japão), Rockshots Records (Europa e EUA) e Metal Relics (Brasil), consolidando a posição de destaque da banda no cenário do Metal contemporâneo.

    Ceará: Corja!
    Gênero: Groove/Death Metal
    Ano de Fundação: 2021
    Músicas em Destaque: “O Jogo”, “Do Lar ao Caos” e “Segunda Pele”
    Instagram: www.instagram.com/corjametal

    A Corja! já é, há bastante tempo, um dos nomes mais fortes do Metal no Nordeste, apostando em uma sonoridade que une a agressividade de gêneros mais tradicionais como o Thrash e o Death Metal, com a modernidade do Groove e do Metal Alternativo. Seu som é pesado, contemporâneo e avassalador, assim como suas mensagens fundamentais sobre as urgências e contradições do nosso tempo.

    Maranhão: Basttardz
    Gênero: Hardcore/Crossover
    Ano de Fundação: 2020
    Músicas em Destaque: “Greve”, “Nota de Repúdio” e “Fogo na Zona Sul”
    Instagram: www.instagram.com/basttardzhc

    Atualmente em turnê pelo Brasil, os maranhenses do Basttardz vêm se consolidando como um dos principais nomes do Hardcore/Crossover no cenário nacional. Com uma sonoridade ácida, agressiva e carregada de atitude, a banda transmite mensagens urgentes e contundentes, refletindo a realidade com intensidade e sem rodeios. Sua presença em palco e postura combativa têm feito do Basttardz uma referência crescente dentro do gênero, conquistando espaço e respeito por onde passam.

    Pará: Able to Return
    Gênero: Melodic Death Metal
    Ano de Fundação: 2018
    Músicas em Destaque: “Silent Storm”, “Before” e “Redemption”
    Instagram: www.instagram.com/abletoreturn

    Com o nome cada vez mais consolidado no cenário do Metal Extremo no Norte do país, a Able to Return, liderada pela vocalista Caroline Pilletti, vem ampliando seu alcance e reconhecimento em todo o território nacional. A banda aposta em uma sonoridade contemporânea, que combina groove, peso e melodia na medida certa, sustentada por letras carregadas de significado e reflexão. Sua proposta une a intensidade de sua música e a profundidade de seus temas, posicionando a Able to Return como uma das vozes mais promissoras e relevantes da nova geração do Metal nacional.

    Paraíba: Fourkaos
    Gênero: Groove Metal
    Ano de Fundação: 2019
    Músicas em Destaque: “Hell is Others”, “In Words Power Arises” e “The Worm”
    Instagram: www.instagram.com/fourkaosoficial

    Após conquistar o título de Melhor Banda de Metal Nacional no Prêmio Profissionais da Música em 2021, e ainda retornar à final da premiação em 2025, a banda paraibana Fourkaos já não precisa provar a qualidade de sua obra. Ainda assim, a banda segue trilhando sua jornada com luta, humildade e honestidade, características que se refletem diretamente em sua música. Seu som impressiona pela técnica e peso, mas também emociona e conecta de forma profunda com o ouvinte, algo raro e poderoso nos dias de hoje, o que coloca a Fourkaos entre os nomes mais autênticos e relevantes do cenário atual no Brasil.

    Pernambuco: Pandemmy
    Gênero: Thrash/Death Metal
    Ano de Fundação: 2009
    Músicas em Destaque: “The Shadow”, “Deforestation” e “Every War Needs a God”
    Instagram: www.instagram.com/pandemmybr

    Com quase 15 anos de trajetória e cinco álbuns de estúdio no currículo, a banda pernambucana Pandemmy construiu uma carreira sólida e consistente dentro do Metal Extremo nacional, tendo alcançado seu ápice em 2024, com o lançamento do poderoso “Faithless”, um disco maduro, técnico e brutal, que já figura entre os grandes lançamentos do gênero nos últimos anos.

    Piauí: Seventh Sign From Heaven
    Gênero: Heavy/Power Metal
    Ano de Fundação: 2016
    Músicas em Destaque: “Rise”, “Stayed in the Dark” e “The Devil Fears Your Name”
    Instagram: www.instagram.com/seventhsignfheaven

    Como um bom vinho, o tempo tem apresentado cada vez mais benefícios para a sonoridade da banda piauiense Seventh Sign From Heaven. Em uma era em que muitas bandas buscam complexidade e camadas excessivas para enriquecer suas composições, o grupo aposta no caminho oposto… e acerta em cheio! Com arranjos mais diretos e uma abordagem orgânica, a banda consegue transmitir emoção, sensibilidade e uma honestidade musical rara. Seu álbum de estreia, “The Woman and the Dragon”, revela novas camadas a cada audição, conquistando o ouvinte com sua beleza simples e poderosa. É justamente essa sobriedade carregada de sentimento que faz do disco uma obra profunda, tocante e memorável.

    Rio Grande do Norte: Daimonos
    Gênero: Death Metal
    Ano de Fundação: 2013
    Músicas em Destaque: “Murder”, “Psychosis” e “Paraphilia”
    Instagram: www.instagram.com/daimonosbr/

    A presença feminina no Metal tem desempenhado um papel fundamental na renovação e no enriquecimento do gênero, e no caso da banda potiguar Daimonos, isso se manifesta de forma clara e poderosa. Essa força criativa se reflete em uma discografia impressionante, marcada por consistência e profundidade. Com dois EPs e seis álbuns de estúdio lançados, a Daimonos construiu uma trajetória sólida, reafirmando seu lugar de destaque dentro do cenário extremo brasileiro.

    Rondônia: Erudica
    Gênero: Melodic Death Metal
    Ano de Fundação: 2020
    Músicas em Destaque: “From the Blood We Arise”, “Echoes of Desolation” e “Gaia”
    Instagram: www.instagram.com/erudicaofficial

    O duo rondoniense de Metal Extremo, Erudica, vem ganhando cada vez mais reconhecimento no cenário nacional graças à sua sonoridade coesa e a habilidade em equilibrar peso e melodia com absoluto bom gosto. A combinação entre a agressividade do Metal extremo e passagens melódicas bem construídas resulta em composições marcantes, que evidenciam tanto técnica quanto sensibilidade. Formado por Caroline Ferreira e Patrik Correa, o projeto demonstra uma clara consciência artística, algo perceptível na segurança, solidez e identidade presentes em cada um de seus lançamentos.

    Roraima: Carnívoro
    Gênero: Groove/Death/Thrash Metal
    Ano de Fundação: 2015
    Músicas em Destaque: “Prepotente Criador”, “Culto Pagão” e “Perspectivas”
    Instagram: www.instagram.com/carnivoro_official

    Com mais de uma década de história, uma rotina agitada nos palcos, mas uma discografia ainda em seus primeiros passos, a banda roraimense de Metal Extremo, Carnívoro, deixou seus fãs animados em 2024 com o lançamento de um single inédito quase cinco anos após seu EP de estreia. Sua sonoridade é brutal e inegociavelmente extrema, mas ao mesmo tempo recheada de elementos que conferem profundidade, grandiosidade e identidade ao som da banda. As letras em português, mesmo entregues por meio de vocais guturais, aproximam o ouvinte e facilitam a conexão com as mensagens expressas, tornando o Carnívoro uma das bandas mais expressivas e autênticas da cena extrema do Norte do Brasil.

    Sergipe: Tchandala
    Gênero: Heavy Metal
    Ano de Fundação: 1996
    Músicas em Destaque: “Revealing My Torments”, “Caesar” e “We Are”
    Instagram: www.instagram.com/tchandalaofficial

    Na posição de uma das bandas mais longevas e ativas do cenário nacional, a sergipana Tchandala se mantém em atividade há quase três décadas ininterruptas, oferecendo uma contribuição singular à história da música pesada brasileira. Com uma trajetória marcada pela consistência e paixão, a banda construiu um legado que atravessa gerações, sempre com autenticidade e comprometimento artístico. Embora sua base esteja firmemente enraizada no Heavy Metal, a Tchandala nunca se acomodou. Ao longo dos anos, explorou nuances do Power Metal, do Metal Extremo e, mais recentemente, incorporou elementos do Metal Moderno, mas sempre com equilíbrio, respeito à própria identidade e coragem para ousar. Essa abertura para a evolução sem perder a essência é o que mantém a banda relevante, criativa e inspiradora mesmo após tantos anos de estrada.

    Tocantins: Vocifer
    Gênero: Heavy/Power Metal
    Ano de Fundação: 2016
    Músicas em Destaque: “The Voice of the Light”, “We Are” e “Hummingbird”
    Instagram: www.instagram.com/vocifer

    A Vocifer é, sem sombra de dúvidas, um dos nomes mais queridos e promissores do Heavy Metal brasileiro nos últimos anos. Com composições cativantes e uma formação composta por músicos carismáticos e extremamente talentosos, a banda tem construído sua trajetória com paciência, persistência e um olhar atento às demandas tanto criativas quanto estratégicas do mercado. Sempre ativa e em constante evolução, a Vocifer sabe se posicionar com inteligência diante dos desafios do underground nacional, mantendo a integridade artística ao mesmo tempo em que busca ampliar seu alcance. Com ousadia, profissionalismo e um desejo genuíno de ir além, a banda tem alçado voos que poucas se atrevem a tentar, e é justamente essa combinação de talento e ambição que a torna um dos nomes mais inspiradores da atual cena do Metal no Brasil.

    TEXTO POR LUIS FERNANDO RIBEIRO

  • Dia do Rock na Rua Ceará é sucesso no sábado

    Dia do Rock na Rua Ceará é sucesso no sábado

    Dia Do Rock que é celebrado aqui no Brasil, no dia 13 de Julho existe muito por conta de um evento no qual aconteceu nos anos 80, o clássico Live Aid, no qual reuniu diversas bandas e ainda teve apresentações que são memoráveis até hoje, como a clássica apresentação do Queen, relembrada até hoje e diversas outras, que fizeram história e marcaram esse dia.

    Esse dia então todo ano é celebrado no país, com eventos a mil, não foi diferente no Rio de Janeiro, sendo que, a Bonde Music, elevou a celebração a algo antes não visto, no estado, mas que, foi comemorado de uma forma gigante em 2024 (leiam sobre aqui) e depois de um ano, o melhor para a Rua Ceará começa a sair do papel, no dia 12 de Julho, transformando a mítica rua na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro como um Ponto de Cultura, dando a real importância para aquele espaço que, é o Berço do Rock Alternativo Carioca.

    Grafite feito na entrada da rua, foto por André Paumgartten

    Dito isso, tivemos 20 bandas tocando no sábado na Rua Ceará, aonde foi montado um palco, bem abaixo da entrada da mítica rua, que agora ganhou um belo grafite, informando o que é aquele espaço e o peso de se ter uma arte dessa é indiscritível! Essa arte incrível, representa muito como um trabalho pode impactar e mudar, completamente um local, a chegada desse Ponto de Cultura é algo no qual esse local inteiro irá aproveitar demais. Uma série de palestras e uma exosição irão se seguir no contínuo desse mês de Julho, na sede da Nórdicas MC, aonde  essas palestras ocorreram.

    Korja em Palco

    Vamos começar a falar de alguns pontos legais desse sábado, dessa celebração? O sábado teve um esquema ótimo de trânsito, informando o fechamento de uma parte da rua, uma segurança estendida em torno do evento, a presença de agentes de trânsito, no qual distribuíam acessórios para motos e conscientizavam ao mesmo tempo do uso de proteção em diversos Motoclubes, presentes na região, uma organização até o momento não vista na área, o longo palco, no qual abrigou dois espaços para as bandas tocarem, uma produção incrível.

    Agora vamos falar sobre música, o dia inteiro foi regado ao som de ótima s canções das 20 bandas no qual se apresentaram de forma intercalada no grande palco montado em nossa frente, chegando, a abertura em si do evento ficou por conta da fanfarra Metais Pesados, que faz versões de diversos clássicos do Rock/Metal em uma ótima fanfarra, com instrumentos de sopro e percussões, tocando pesado e de forma muito única, ótima abertura de evento.

    Switchback detonando no Dia do Rock

    Depois do Metais Pesados, um desfile de nomes já destacados no cenário carioca vieram abrilhantando ainda mais o dia inteiro, como o Vicejo que foi a primeira banda em palco, tocando seu Rock da melhor forma, o pessoal do Iguanas-X que trouxe um groove monstruoso, Coice de Galo e Velho Jou trouxeram um Country Rock classudo, tocando canções próprias e releituras muito bem pensadas. Nesse momento, a Nórdicas MC ainda fez um Concurso de Pin Ups, apresentando até uma outra face da Cultura Rocker ao evento, que contou com mãe e filha ganhando a disputa. Vale a nota que a menina foi um charme único!

    O Tornokê foi a primeira a trazer um peso maior, que foi compartilhado pelo Duo Riot Grrll Boa Noite Cinderela e o Hardcore do Switchback também foi super bem recebido pelo público presente, o 808 Punks fez uma apresentação ímpar, trazendo experimentalismo, peso e consciência a mais ao evento, provando como o cenário Carioca está muito bem servido de artistas, seja ele do espectro que for. O sábado foi uma dia lindo, realmente diferenciado para o cenário, a inauguração desse Ponto de Cultura, mesmo que tenham tentado de todas as formas diminuir a sua importância, mostra, mais uma vez, que o Rio de Janeiro não é um “cemitério do Rock” como tantos falam por aí, mas sim uma Cidade pronta para receber qualquer evento, um dia de importância única para aqueles que, realmente, lutam por um cenário organizado, estruturado e com mais qualidade. Se esse ano foi bom assim, ano que vem tenho certeza que será ainda melhor.

    TODAS AS FOTOS POR RUBENS LELLIS.

  • Distraught lança o EP “inVolution” e aprofunda seu legado no metal nacional com crítica social e ambiental contundente

    Distraught lança o EP “inVolution” e aprofunda seu legado no metal nacional com crítica social e ambiental contundente

    No Dia Internacional do Rock, 13 de julho, a veterana banda gaúcha Distraught, uma das instituições do metal brasileiro, lançou seu mais novo trabalho: “inVolution”. Com cinco faixas brutais, o EP une peso, conceito e relevância ao apresentar um manifesto sonoro contra a degradação humana e ambiental que assola o mundo atual.​

    Conceitualmente sombrio, crítico e brutal, “inVolution” propõe uma jornada aos recônditos mais obscuros da existência humana. Cada música representa um dos elementos naturais — Terra, Água, Ar, Fogo e Aether — e denuncia a ganância, a destruição ambiental, o negacionismo e o colapso moral que enfrentamos como sociedade.​

    As faixas “Bloody Mines”, “Extermination Of Mother Nature”, “Aether”, “Truth Denied” e “Setfire” formam o núcleo conceitual desse trabalho, que mergulha fundo na essência do Thrash Metal brasileiro com personalidade e consciência.

    “InVolution” já está disponível nas principais plataformas digitais e pode ser ouvido, clicando na capa abaixo.

    Gravado em Porto Alegre/RS, o EP contou com músicos e produtores experientes da cena nacional. As baterias foram registradas por Thiago Caurio no Black Stork Studio, enquanto os vocais, guitarras e baixo ficaram sob responsabilidade de Renato Osorio no Dry House Studio. A mixagem ficou a cargo de Benhur Lima, que trouxe ao material a sonoridade densa, clara e impactante necessária para transmitir toda a urgência do conteúdo. Para completar o conceito visual, a capa foi criada pelo renomado artista gráfico Marcelo Vasco, conhecido por trabalhos com bandas como Slayer, Kreator, Machine Head, dentre outros gigantes.​

    Com mais de 25 anos de estrada, seis álbuns de estúdio, dois registros ao vivo, além de diversos singles e covers, a Distraught reforça com “inVolution” sua grande relevância no cenário do metal nacional. Trata-se de uma obra que extrapola os limites do estilo, apostando no engajamento e na crítica como instrumentos de transformação.​

    “O metal não é só atitude, mas também conhecimento. ‘inVolution’ é um alerta sobre como estamos caminhando rumo ao abismo da desconstrução humana. E ele pode estar mais próximo do que imaginamos, se nada for feito”, afirma a vocalista e fundador Andre Meyer.​

    Além disso, o grupo, formado atualmente por André Meyer (vocal), Ricardo Silveira e Everton Acosta (guitarras), Alan Holz (baixo) e Thiago Caurio (bateria), prepara o lançamento do EP em versão física em CD e convida gravadoras interessadas a entrarem em contato diretamente para viabilizar essa edição.​

    Para celebrar essa nova fase, a Distraught convida seus fãs para um show histórico de lançamento que acontecerá no dia 16 de agosto, no Gravador Pub, em Porto Alegre/RS, a partir das 18h. Os ingressos já estão à venda pela plataforma Sympla.

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    Site: https://www.distraught.com.br

    Foto de capa por Cristiano Seifert

  • Powerline e Balaclava trazem Refused ao Brasil em sua última turnê

    Powerline e Balaclava trazem Refused ao Brasil em sua última turnê

    Aguardada estreia da banda sueca no país, uma das formações mais viscerais do rock/punk, é dia 31 de outubro, no Terra SP

    Refused revolucionou a música alternativa com criações agressivas, transgressoras e viscerais. Rompeu barreiras, experimentou, influenciou movimentos e manteve uma integridade artística raramente vista, o que lhe rende a chancela de ‘banda essencial na história do rock’. O Refused vai acabar e a turnê de despedida – Refused Are Fking Dead – And This Time They Really Mean It – passa pela América do Sul em outubro deste ano: é a estreia do quarteto sueco por aqui, com show único no Brasil dia 31/10, em São Paulo, no Terra SP.

    Ingressos à venda na Fastix: https://fastix.com.br/events/refused-em-sao-paulo

    A realização do show único no Brasil é da Powerline Music & Books em parceria com a Balaclava Records, repetindo a dobradinha de sucesso de 2022 na vinda do quinteto californiano Deafheaven e, em 2018, quando trouxeram o grupo indie norte-americano Built to Spill.

    O impacto sonoro e ideológico do Refused moldou o caminho para o post hardcore moderno e o renascimento do punk anticonformismo – sempre se posicionou contra o capitalismo, o fascismo e o conformismo da indústria musical. Os suecos deixam claro, por meio da música e discursos, de que o rock é uma ferramenta de ruptura e consciência.

    A aura visionária do trabalho de décadas do Refused, criado em 1991 na cidade de Umeå, paira sob o clássico álbum The Shape of Punk to Come, um urgente e atemporal manifesto revolucionário. O álbum de 1998 é frequentemente citado como um dos discos mais inovadores da história do punk e do rock alternativo, com sua mistura de hardcore punk com jazz, eletrônica, spoken word e estruturas não convencionais.

    Faixas como ‘New Noise’, Refused are f*ucking dead’ e ‘The Deadly Rhythm’, mais do que músicas, são um marco cultural do rock contemporâneo.

    Após uma pausa na carreira, retornaram em 2012 e, em 2015 trouxeram ao mundo o álbum Freedom, que concorreu ao Grammy na categoria Melhor Performance de Hard Rock/Metal. War Music, de 2019, é último 0 disco de inéditas, que foi listado pela Loudwire como um dos 50 melhores álbuns daquele ano.

    Ao vivo, o Refused entrega o show mais verdadeiro que o rock pode oferecer com a energia do instrumental impecável, momentos catárticos e conexão passional com o público.

    A performance do carismático Dennis Lyxzén é um elemento à parte nos shows do Refused, um frontman que combina teatralidade, dança, discurso e entrega insana.

    A inédita turnê sul-americana do Refused também passa por Buenos Aires (Argentina, dia 1 de novembro, no Groove) e Santiago (Chile, dia 3 de novembro, no Teatro Coliseo).

    SERVIÇO – Refused em São Paulo
    Data: 31 de outubro de 2025 (sexta-feira)
    Horário: 19h (abertura da casa)
    Local: Terra SP
    Endereço: Av. Salim Antonio Curiati 160, São Paulo, SP
    Venda onlinehttps://fastix.com.br/events/refused-em-sao-paulo
    Venda física: Loja 255, na Galeria do Rock (São Paulo/SP) – somente Pix
    Ingresso: R$ 240,00 (1º lote – meia entrada); R$ 250,00 (1º lote – meia solidária); R$ 480,00 (1º lote – inteira)

    Fotos por Tim Tronckoe

  • Aléxia, voz em ascensão no rock nacional, mostra energia na nova música ‘Monstro’

    Aléxia, voz em ascensão no rock nacional, mostra energia na nova música ‘Monstro’

    Atração do Porão do Rock 2025, cantora mostra doçura e potência na meteórica fase autoral

    A jovem Aléxia, natural de Apiaí (interior de São Paulo), é a materialização da artista em exata sintonia com a indústria da música em pleno 2025. Tem carisma, conectada com seu público no online e nos shows e, principalmente, tem voz com personalidade, que é potente e doce ao mesmo tempo, aliada à afinação e extensão na medida para agradar ouvidos diversos, fãs de rock, emo, pop punk e até rock mais pesado. O novo single ‘Monstro‘ confirma o melhor momento de sua carreira.

    Assista ao clipe abaixo:

    A canção tem cacoetes de hit pop, que vai crescendo e explode no refrão empolgante e que fica na cabeça. Na sonoridade, os riffs do rock se unem à energia do pop punk e traz leves elementos eletrônicos.

    Monstro’ é uma reflexão sobre conflitos entre pessoas, que as vezes te colocam como um monstro, mas nunca consideram que elas podem ser o monstro da sua história.

    É uma eterna disputa pra ver quem é o mais errado, e, no fim, somos todos iguais”, completa a cantora e compositora (e assista um vídeo da Aléxia falando sobre isso aqui), que mostra com autoridade de veterana as suas influências de Lady Gaga, Paramore, Pitty, Linkin Park, NX Zero e Nirvana.

    Monstro nas plataformas digitaishttps://onerpm.link/137172275524.

    Aléxia começou seu sonho na música há 12 anos, mas deu um start na carreira de cantora profissional há 4 anos. Desde então, já ultrapassou 400 shows em mais de 50 cidades e 4 estados, sempre surpreendendo o público com sua voz e atitude no palco.

    Aléxia já tocou em diversos festivais ao lado de artistas como CPM22, Supercombo, Fresno, Nando Reis, Stone Temple Pilots e Detonautas, e se apresentou no palco principal do Capital Moto Week 2024 em Brasília/DF, além do Porão do Rock 2025. A agenda próximos meses também consta muitos shows, fora aqueles que ela ainda vai anunciar.

    Hoje me vejo no meu melhor momento pessoal, profissional e criativo, e me sinto muito mais preparada para me expor artisticamente e lançar meu primeiro álbum, que é um dos meus objetivos pra 2025. Além disso, o meu sonho é fazer shows em todo e Brasil e me conectar com muito mais pessoas. Em um ano e meio de carreira autoral, tive conquistas incríveis e me sinto preparada para conquistar muito mais!”, ela comenta.

    Vale destacar que Aléxia também participa de perto da produção de suas músicas. Monstro, por exemplo, tem produção dela ao lado do guitarrista Gustavo Campos.

    Aléxia nos palcos

    Além das músicas autorais, Aléxia tem um repertório de versões de pop/rock que abrange hits dos anos 80 até hoje, com maior foco nos anos 2000, nacional e internacional. Confira aqui: https://www.youtube.com/@aalexiaoficial.

    Ela interpreta com personalidade suas próprias versões de músicas de artistas como Evanescence, Linkin Park, System of a Down, Lady Gaga, Joan Jett, Green Day, Katy Perry, Taylor Swift, NXZero, CPM 22, Fresno, Michael Jackson, Madonna, Paramore, Pitty, Offspring, Nirvana, dentre outros.

    Com um show enérgico acompanhada de sua banda (Léo Aoyagui, Guzz Campos e Guga Valência), vocais potentes e autênticos, atitude no palco e músicas que se conectam com o público, Aléxia conquista fãs por onde passa!

  • Contortion, dos EUA, fará inédita turnê pelo Brasil em setembro

    Contortion, dos EUA, fará inédita turnê pelo Brasil em setembro

    Quarteto da Califórnia faz uma potente e única mistura de thrash, groove metal e djent; turnê é da Xaninho Discos

    O Brasil recebe no próximo mês de setembro a inédita turnê da banda norte-americana Contortion, que apresenta uma mistura técnica e pesada de thrash, groove e djent e já foi atração de uma edição do Knotfest nos EUA. O giro, até o momento com cinco datas e com realização da Xaninho Discos, divulga o novo álbum The Common Thread.

    A turnê começa em São Paulo/SP, dia 12/09 no Burning House e segue no dia seguinte, 13/09, para Limeira, no interior paulista, com show no Mirage.

    Belo Horizonte/MG é a parada no dia 14/09, no Mister Rock. Depois, a turnê vai para o Sul, com shows dia 18/09 em Curitiba/PR, no Stage Garden, e dia 20/09 em Florianópolis/SC, no Célula Showcase.

    Informações sobre ingressos serão divulgadas em breve.

    Cartaz da vindoura tour.

    Machine Head, All That Remains, After the Burial, Opeth e Pantera são as principais referências para se conectar à sonoridade da Contortion, uma banda, acima de tudo, de música pesada e técnica, com distintas nuances e ambientações.

    A discografia da Contortion é composta por três lançamentos: Live Grenade (EP, 2013), False Flag Paradigm: (álbum, 2015) e The Common Thread (álbum, 2024).

    Nosso esforço é para expandir os limites do que é ser músico. Buscamos criativos que nunca se encaixaram em um molde e nos orgulhamos de saber que estaremos entre aqueles artistas que nunca seguem as regras ou limites do estilo artístico“, comenta Brian Stone, vocalista e cérebro da Contortion.

    Aliás, Brian é um veterano da música pesada. Ele já excursionou, gravou e produziu com diversas bandas de death metal, thrash, hardcore e nu metal ao redor do mundo e tudo virou bagagem para experimentar e criar na Contortion.

    Lá fora, o Contortion reverbera muito bem e a banda já teve a oportunidade de tocar para grandes plateias, como no Mayhem Fest e Knotfest, ambos em 2015, além de extensas turnês pelos Estados Unidos e Reino Unido nos últimos dois anos.

    Em meio à impactante massa sonora, a banda traz mensagens de união entre os povos, mas também se posiciona como um grito de revolta contra os poderosos que ditam os limites de liberdades e vidas.

    Como a própria música, as letras falam de um mundo sem fronteiras e de como nós, humanos, temos o poder de governar nossas próprias vidas com amor e força“, destaca Brian.

    Nesta inédita vinda ao Brasil, a Contortion quer se conectar de vez com o Brasil. “Sabemos que o Brasil tem alguns dos melhores fãs de metal do mundo. Já fiz shows por aí no passado e visitado muitas vezes. Esperamos construir uma base de fãs que nos mantenha retornando ao Brasil repetidamente. Podemos garantir que você vai adorar a música e a performance“.

  • Torture Squad celebra três décadas de brutalidade no Dharma Sessions e lança clipe novo

    Torture Squad celebra três décadas de brutalidade no Dharma Sessions e lança clipe novo

    Veteranos do thrash metal brasileiro protagonizam o terceiro episódio com performance devastadora

    O terceiro episódio do Dharma Sessions trouxe ao estúdio uma das forças mais destrutivas do metal brasileiro: o Torture Squad. Gastão Moreira, apresentador do canal Kazagastão, recebeu os veteranos paulistas para uma conversa que atravessou três décadas de história do thrash metal nacional, seguida de uma performance que reafirmou por que a banda permanece como uma das vozes mais agressivas e autênticas da cena extrema brasileira.

    Com 32 anos de trajetória implacável, o Torture Squad carrega nas baquetas a essência mais pura do thrash metal tupiniquim. Amilcar Christófaro, baterista e um dos pilares fundamentais da formação junto com Castor (baixista), compartilhou as raízes sonoras que moldaram a identidade brutal da banda: “Nosso thrash sempre foi mais agressivo, influenciado por gigantes como Sepultura, Ratos do Porão e Krisiun, especialmente por causa dos blastbeats que incorporamos ao som.”

    A conversa revelou a paixão genuína que move esses guerreiros do metal há mais de três décadas. “Foi o heavy metal que me trouxe para o heavy metal”, declarou Amilcar com a simplicidade de quem encontrou suaverdadeira vocação. “Montar uma banda é querer ficar com os amigos e umacoisa leva à outra. Hoje eusei que quero viver da minha música,não me vejo fazendo outra coisa.”

    Durante o bate-papo, Amilcar revisitou um momento crucial na história da banda, relembrando com carinho o primeiro convite que receberam de Gastão Moreira paraparticipar do programa “Musikaos“, que na época estava na TV Cultura.“Entramos no lugar do Saxon, que deixou o programa que faria junto ao Angra. Foi a primeira turnê da banda pelo Brasil”, revelou o guitarrista, evidenciando como aquele momento representou um divisor de águas na trajetória do grupo.

    Essa memória ilustra perfeitamente a natureza orgânica e colaborativa da cena metal brasileira, onde oportunidades surgem de conexões genuínas e a música transcende barreiras comerciais. O Torture Squad, assim como tantas outras bandas nacionais, construiu sua reputação através da autenticidade e da dedicação incansável ao seu ofício.

    Após o bate-papo, o Torture Squad tomou o estúdio do Dharma Studios para uma demonstração visceral de poder sonoro. A banda executou três composições que encapsulam perfeitamente sua essência destrutiva: “Blood Sacrifice“, “Horror and Torture” e “Flukeman“. Cada música funcionou como um manifesto da brutalidade técnica e da intensidade emocional que caracterizam o thrash metal em sua forma mais pura.

    A presença do Torture Squad no projeto de Gastão Moreira e Rodrigo Oliveira reafirma a missão do Dharma Sessions de celebrar tanto veteranos quanto novos talentos, criando pontes entre gerações e preservando a memória viva da música brasileira. O estúdio, mais uma vez, serviu como templo onde a história se encontra com o presente, e onde a brutalidade sonora revela sua face mais humana e apaixonada.

    Assista ao episódio completo do Dharma Sessions com Torture Squad:

    O Dharma Sessions continua sua jornada como plataforma essencial para a música brasileira, oferecendo aos espectadores acesso privilegiado às histórias, filosofias e performances que definem nossa cena musical. Com a curadoria experiente de Gastão Moreira e a excelência técnica do Dharma Studios, o projeto consolida-se como arquivo vivo da criatividade nacional.

    E no mesmo dia que o Torture Squad é destaque no Kazagastão, a banda lança Toth, este é o sétimo vídeo de  divulgação do aclamado álbum  ‘Devilish’, lançado em setembro de 2023 pelo selo italiano Time to Kill.

    Neste lançamento, a banda explora pela primeira vez o uso da Inteligência Artificial, com o videoclipe feito inteiramente por IA. As imagens são autorais, editadas pelo produtor e editor Daniel Berrettini da DB Criação & Design, construídas a partir de informações do compositor da letra, Rene Simionato. A ideia utilizar os recursos do IA para recriar a temática egípicia.

    O guitarrista Rene Simionato comenta: “Essa música fala sobre Thoth, que carrega toda a sabedoria ancestral do Antigo Egito, e que na Grécia antiga foi conhecido como Hermes Trismegistus. Tudo se tornou uma verdadeira viagem mística, trazendo o mistério das Sete Leis Herméticas, que aparecem no clipe de forma simbólica e poderosa, e que se alinham diretamente com o peso do death metal“.

    Daniel Berrettini do DB Creative Studio também falou do que achou do trabalho: “Produzir o videoclipe de Thoth foi uma viagem fascinante ao Egito Antigo com toda sua riqueza cultural e visual. Através dos recursos da Inteligência Artificial criei imagens das exuberantes pirâmides, templos, paisagens desérticas, artes e escrita egípcia. Usei também efeitos visuais para criar a atmosfera mística em torno do deus Thoth. Um trabalho enriquecedor que fiz com muito prazer!

    Torture Squad irá irá anunciar em breve mais datas da turnê europeia, e recentemente confirmou participação no Wacken Open Air, o maior festival de heavy metal do mundo, que acontece na Alemanha. A banda irá se apresentar no dia 30 de julho, quarta-feira, fato que faz do Torture Squad a única banda brasileira a tocar quatro vezes no festival. A banda se apresentou em 2007, como vencedora do no Metal Battle, com a ‘Chaos Corporation Tour’, em 2008 com ‘Hellbound Tour’, 2011 com ‘Aequilibrium Tour’ e agora leva a ‘Devilish Tour’.

    Torture Squad segue divulgando o recente disco ‘Devilish’, disponível nas plataformas digitais e na versão física, com distribuição nacional pela Sound City Records e Valhall Music.

    Assista ao clipe de Toth, abaixo:

    O Torture Squad é visto pelos fãs de música extrema como uma das bandas de metal mais viscerais e poderosas em ação atualmente. Com quase três décadas de atuação, com excelentes apresentações ao vivo inclusive nos mais importantes festivais de metal do mundo, o grupo brasileiro reuniu legiões de fãs tocando por todo o país, América Latina e Europa.

    Em seu segundo álbum com a nova formação, Mayara Puertas (Voz), Rene Simionato (Guitarra), Castor (Baixo) e Amilcar Christófaro (Bateria) transcendem com maturidade a sonoridade do metal extremo, incorporando o metal progressivo, influências da música brasileira e sinfônica elementos.

    O álbum também homenageia os heróis brasileiros com a participação de Andreas Kisser (Sepultura) na faixa “Buried Alive”, e uma homenagem a Rickson Gracie o resiliente lutador de Jiu Jitsu considerado uma das maiores lendas do esporte, tema da faixa “Warrior”. A banda também mobilizou diversos músicos ligados às causas indígenas para colaborar na música “Uatumã” – Suzane Hecate (Miasthenia), Victor Rodrigues (Tribal Scream) João Luiz (Golpe de Estado) -, fazendo um apelo pela preservação da Amazônia em uma canção que flui de forma potente com as falas do líder indígena Raoni Metuktire e ritmos tribais.

    Como primeiro aperitivo, a banda lançou o primeiro single, intitulado “Mabus”, acompanhado de um lyric video feito pelo  Wanderley Perna. Devilish’ foi gravado e mixado pelo Diego Rocha na Bay Area Estudios e a masterização ficou por conta de Martin Fury, guitarrista do Destruction e famoso por  trabalhar com as bandas The Damnnation, Invisible Control e Eskrota.

    Foto de capa por Heitor Shewchenko

  • Bangers Open Air divulga as primeiras atrações da edição 2026

    Bangers Open Air divulga as primeiras atrações da edição 2026

    Três nomes de peso estão confirmados e muitos outros ainda estão por vir. Confira abaixo as bandas anunciadas pelo festival neste sábado

    Prepare-se para viver dois dias intensos de muita música e energia! O Bangers Open Air 2026 está oficialmente confirmado para os dias 25 e 26 de abril, novamente no Memorial da América Latina, em São Paulo. As primeiras bandas anunciadas já foram reveladas e são nomes aclamados na cena metal que prometem shows especiais para esta edição histórica.

    Com orgulho, anunciamos Black Label Society, Primal Fear e Tankard como os primeiros nomes confirmados no line-up desta edição.

    Após quatro longos anos de espera, o Black Label Society está de volta ao Brasil como uma das atrações principais do festival! Liderada pelo lendário Zakk Wylde, a banda retorna para mais uma apresentação incrível que promete estremecer o Memorial da América Latina.
    À frente do Black Label Society, Zakk lidera ao lado de Dario Lorina, John DeServio e Jeff Fabb. Com liberdade criativa total em seu estúdio caseiro, o Black Vatican, prepara o 12º álbum da banda, antecipado pelos singles “The Gallows” e “Lord Humungus”. Misturando peso, blues e caos, o quarteto cria um som feroz e enérgico, com músicas que são trilhas para momentos de euforia ou dor. No palco do Bangers Open Air 2026, o público poderá testemunhar mais uma vez por que o colete do BLS é tão emblemático quanto uma camiseta preta de banda nos shows de rock e metal.

    Sobre os outros nomes confirmados:

    Primal Fear: mesmo com mudanças na formação, os pilares do grupo alemão de heavy metal Primal Fear permanecem: Ralf Scheepers (vocal, ex-Gamma Ray e Tyran Pace) e Mat Sinner (baixo, Sinner). Formada em meados de 1997, a banda hoje é completada pelo guitarrista Magnus Karlsson, a guitarrista ítalo-cubana Thalìa Bellazecca (Angus McSix, ex-Frozen Crown) e o baterista André Hilgers (Axxis, Rage, Silent Force, Sinner, Bonfire), que atualmente promovem o álbum “Domination”, sucessor de “Code Red” (2023). Baseando seu som no heavy metal tradicional, com toques de power metal, thrash e hard rock, o grupo vem se adaptando a novas timbragens sem se manter estagnado.

    O Brasil realmente entrou na agenda da banda, que voltou diversas outras vezes e estará presente no Bangers Open Air 2026. “Sempre fico empolgado em voltar para o Brasil, um dos países onde começamos a nossa carreira. Durante todos esses anos, sempre foi legal voltar, seja para um festival ou uma turnê nossa”, afirmou Mat Sinner. “Existe uma grande conexão entre nós assim que subimos ao palco. Nossa nova formação não vai deixar dúvidas, pois simplesmente vai explodir qualquer expectativa. Estamos prontos… E vocês?“, concluiu Scheepers.

    Tankard: formada em 1982 por Andreas “Gerre” Geremia (vocal), Andy Gutjahr (guitarra), Frank Thorwarth (baixo) e Gerd Lücking (bateria), a banda alemã é conhecida por seu estilo inconfundível de “beer metal”. Trata-se de um thrash agressivo com pitadas de punk, regado a humor ácido, crítica social e, claro, muita cerveja. Há quatro décadas celebrando a bebida e a vida sem complicações, o grupo de Frankfurt alcançou uma trajetória tão única que inspirou até o nome de um fóssil extinto: Ophiura tankardi.

    A história começou ainda no colégio Goethe-Gymnasium, quando Gerre e Frank se uniram pela paixão ao metal e escolheram o nome Tankard ao encontrá-lo em um dicionário, como referência direta a canecas de cerveja. Em 1985, assinaram com a Noise Records após a demo “Alcoholic Metal”. Os clássicos “Zombie Attack” (1986) e “Chemical Invasion” (1987), lançados em vinil no Brasil, marcaram o início da forte conexão com o público brasileiro. Hoje, com mais de 40 anos de carreira e 18 discos de estúdio, sendo “Pawlow’s Dawgs” (2022) o mais recente, o grupo mantém viva a fórmula que o consagrou. Se os Estados Unidos têm o Big Four do thrash, a Alemanha não fica atrás, com Destruction, Sodom, Kreator e, naturalmente, o Tankard.

    Esse é o primeiro de uma série de anúncios que o Bangers Open Air fará ao longo dos próximos meses. E com ele, o festival também abre neste sábado (12) a venda geral de ingressos, com todas as opções e setores.

    Os ingressos estão disponíveis pelo Clube do Ingresso. Consulte valores, condições e setores disponíveis em: https://www.clubedoingresso.com/evento/bangersopenairbrasil2026

    Não perca a chance de vivenciar momentos inesquecíveis neste festival brasileiro que celebra a paixão e a união dos fãs de metal.

    Garanta já o seu ingresso e faça parte desta celebração!

    Mais informações: 

    https://bangersopenair.com/
    https://www.instagram.com/bangersopenair/
    https://www.youtube.com/@bangersopenair