Categoria: DESTAQUE

  • Nervosa lança novo single e videoclipe de “Ghost Notes”

    Nervosa lança novo single e videoclipe de “Ghost Notes”

    A Nervosa apresenta um novo single de seu próximo álbum, “Slave Machine”, que será lançado em 3 de abril de 2026 pela Napalm Records. “Ghost Notes” chega como uma tempestade de riffs pesados — marcantes e imediatamente reconhecíveis — impulsionados por uma bateria avassaladora e pelos vocais intensos e furiosos de Prika Amaral. Coroada por um solo de guitarra poderoso, a faixa revela mais uma faceta da versátil banda brasileira de thrash metal.

    Assista o vídeo de “Ghost Notes”:

    Mais uma vez trabalhando com o produtor Martin Furia, das lendas alemãs do Destruction, o grupo equilibra a força do old school com uma pegada moderna e afiada. A Nervosa está pronta para inaugurar uma nova e feroz fase de sua trajetória.

    “Slave Machine”, o sexto trabalho da banda brasileira de thrash metal moderno, mostra o grupo soltando suas feras interiores em alta velocidade e com intensidade impressionante.

    Após se apresentar nos maiores festivais de metal do mundo — de Wacken a Hellfest — e conquistar fãs e crítica, a Nervosa mira consolidar sua posição entre os grandes nomes do gênero. Desde que a guitarrista fundadora Prika Amaral assumiu também os vocais no álbum anterior, Jailbreak (2023), a banda vem atravessando a cena como uma verdadeira marreta sonora.

    Com “Slave Machine”, a Nervosa entra em erupção como um vulcão de metal. Sem acomodação, sempre explorando novos caminhos, riff após riff, o disco é uma declaração esmagadora: chega, vê e conquista. “Slave Machine é o álbum mais brutal e melódico da Nervosa. Estamos orgulhosas de dar esse passo adiante, mantendo nossas raízes.

    “Slave Machine” tracklist:

    1.      Impending Doom
    2.      Slave Machine
    3.      Ghost Notes
    4.      Beast Of Burden
    5.      You Are Not A Hero
    6.      Hate
    7.      The New Empire
    8.      30 Seconds
    9.      Crawling For Your Pride
    10. Learn Or Repeat
    11. The Call
    12. Speak In Fire

    As 12 novas faixas mostram o quinteto explorando seu estilo esmagador de maneira ainda mais intensa. A abertura “Impending Doom” constrói uma atmosfera ameaçadora com riffs estrondosos e bateria cortante, reafirmando o domínio da banda na cena.

    A faixa-título “Slave Machine” acelera instantaneamente e surpreende com uma ponte alternativa que dialoga com o refrão marcante, revelando uma nova nuance do poder metal da banda.

    Na sequência, “Ghost Notes” libera uma tempestade de riffs pesados e reconhecíveis, conduzidos por bateria impetuosa e pelos vocais furiosos de Prika Amaral, culminando em um solo de guitarra arrebatador. Em “Beast Of Burden”, a Nervosa mostra seu lado mais agressivo, enquanto “You Are Not A Hero” traz um refrão grandioso que transforma o álbum em um verdadeiro hino. “Hate” se desenrola com brutalidade crua, e “The New Empire” busca destruição com precisão melódica. “30 Seconds” eleva ainda mais a intensidade, enquanto “Crawling For Your Pride” combina a já conhecida crítica social da banda com composições impactantes.

    Em “Learn Or Repeat” e “The Call”, o grupo mescla groove moderno com vibrações old school antes de o álbum se encerrar de forma ameaçadora e sombria com “Speak In Fire”.

    “Slave Machine” será lançado nos seguintes formatos:

    -2LP Gatefold Splatter Cristallo/Black + Black, incluindo vinil preto 12” + booklet 12” – limitado a 300 cópias no mundo
    -1LP Gatefold Marbled Black Smoke – limitado a 100 cópias (exclusivo América do Norte)
    -1LP Gatefold Black
    -1MC – limitado a 100 cópias no mundo
    -1CD Digipak + camiseta (bundle)
    -1CD Digipak
    -Álbum digital

    A formação da Nervosa traz Prika Amaral (vocal e guitarras), Helena Kotina (guitarras), Hel Pyre (baixo), Emmelie Herwegh (baixo) e Michaela Naydenova (bateria).

    Acompanhe a Nervosa em seus canais oficiais:

    http://www.nervosaofficial.com

    http://www.facebook.com/nervosa

    http://www.instagram.com/nervosathrash

    https://napalmrecords.com/

  • Ozzfest de volta? Tudo o que sabemos sobre o retorno do festival em 2027

    Ozzfest de volta? Tudo o que sabemos sobre o retorno do festival em 2027

    Preparem os coletes e aqueçam o pescoço, pois o festival que definiu gerações de Headbangers pode estar respirando novamente. Após anos de hiato e o triste adeus ao lendário Prince of Darkness, Ozzy Osbourne, em 2025, sua viúva e empresária, Sharon Osbourne, está movendo as peças para ressuscitar o Ozzfest em 2027.

    O “Acampamento de Verão” do Metal está de volta?

    ​Em uma entrevista recente à Billboard, Sharon revelou que já iniciou conversas com a gigante Live Nation para trazer o festival de volta à vida. Segundo ela, o objetivo é honrar o maior desejo de Ozzy: servir de vitrine para o novo sangue do Metal.

    “Eu estive conversando com a Live Nation sobre trazer o Ozzfest de volta recentemente. Era algo pelo qual Ozzy era apaixonado: dar aos jovens talentos um palco diante de uma multidão”, afirmou Sharon. Ela ainda comparou o clima das edições clássicas a um “acampamento de verão para crianças”, destacando que, embora outros festivais tenham tentado replicar a fórmula, nenhum conseguiu capturar o espírito original de descoberta que o Ozzfest possuía.

    Mistura de gêneros e novos ares

    ​Embora o DNA do festival seja o Heavy Metal puro, Sharon deu pistas de que a edição de 2027 pode trazer uma abordagem mais eclética. A ideia seria “misturar os gêneros” para refletir como os fãs consomem música hoje em dia, mas sem perder o peso que é a marca registrada do evento.

    ​Nas redes sociais, o perfil oficial do festival já começou a “atear fogo” nos rumores. Uma postagem recente com a frase “Ozzfest could return – 2027?” (Ozzfest poderia retornar em 2027?) deixou os fãs em polvorosa, acumulando milhares de comentários de veteranos e da nova geração de fãs ávidos por um mosh pit de respeito.

    O Legado de um Ícone

    ​O Ozzfest não foi apenas uma turnê; foi o berço que impulsionou carreiras de gigantes como Slipknot, Linkin Park e Disturbed. A última edição completa aconteceu em 2018, e uma versão especial de Ano Novo foi realizada logo em seguida. Agora, com a possível volta do modelo de turnê itinerante, o festival promete reacender a chama do Metal em escala global.

    ​Será que teremos uma homenagem em holograma ao Madman ou um lineup focado inteiramente na nova safra do metal extremo? O que sabemos é que, se Sharon Osbourne está no comando, podemos esperar algo grandioso.

    FONTE: METAL INJECTION

  • Rush esgota ingressos da turnê Fifty Something em São Paulo e 30e anuncia data extra no Allianz Parque

    Rush esgota ingressos da turnê Fifty Something em São Paulo e 30e anuncia data extra no Allianz Parque

    A pré-venda exclusiva para clientes Itaú Unibanco inicia a partir do dia 3 de março, às 10h, e a venda geral no dia 5 de março, às 11h, no site da Eventim

    Quando Geddy Lee e Alex Lifeson anunciaram o seu retorno aos palcos, ficou claro que não seria apenas mais uma turnê, mas a retomada de um legado que ajudou a expandir os horizontes do rock. Em 2025, os cofundadores do Rush revelaram a Fifty Something Tour, uma celebração que inicia em junho de 2026 nos Estados Unidos, e passa pelo México e Canadá, reunindo clássicos, raridades e momentos emblemáticos de uma trajetória que atravessa cinco décadas. A notícia desencadeou uma corrida histórica por ingressos, com shows esgotados e novas datas. Com a novidade da passagem da tour pela América do Sul, o entusiasmo se repetiu. Em São Paulo, o show de 24 de janeiro de 2027 teve ingressos esgotados rapidamente, levando a 30e,  maior companhia brasileira de entretenimento ao vivo, a confirmar uma apresentação extra no Allianz Parque, no dia 26 de janeiro de 2027. Os clientes Itaú Unibanco, apresentadora da turnê, têm acesso a uma pré-venda exclusiva com 15% de desconto em ingressos adquiridos com cartões de crédito do banco, a partir de 3 de março, às 10h. Já a venda geral começa às 11h do dia 5 de março, pela Eventim (acesse aqui).

    Rush – Fifty Something South American Tour chega ao Brasil em 2027, no dia 22 de janeiro, na Arena da Baixada, em Curitiba; em 24 e 26 de janeiro, no Allianz Parque, em São Paulo; em 30 de janeiro, no Estádio Nilton Santos (Engenhão), no Rio de Janeiro; em 1º de fevereiro, no Estádio Mineirão, em Belo Horizonte; e em 4 de fevereiro, na Arena BRB Mané Garrincha, em Brasília

    Com 82 shows marcados em 16 países, essas apresentações especiais no formato “an evening with” terão a banda tocando dois sets por noite. Cada show contará com uma seleção distinta de músicas, e o Rush montará o repertório de cada noite a partir de um catálogo de mais de 40 canções, incluindo seus maiores sucessos e favoritos dos fãs.

    Para a Fifty Something Tour, Lee e Lifeson serão acompanhados pela baterista, compositora e produtora alemã Anika Nilles, que já atuou como baterista de Jeff Beck em mais de 60 shows e lançou quatro álbuns solo. A banda também contará com a participação do tecladista Loren Gold (The Who, Roger Daltrey).

    Sobre a turnê, Geddy Lee afirma: “Mal podemos esperar para voltar a todas essas cidades em que não tocamos há tanto tempo, assim como visitar alguns novos lugares onde ainda não nos apresentamos. Tanto Alex quanto eu estamos adorando as horas de ensaio que estamos passando com Anika e agora com Loren, aprendendo cerca de 40 músicas, o que nos permitirá manter os shows em constante evolução, tocando canções diferentes em noites diferentes. Estamos entusiasmados por muitos membros de nossa equipe de longa data terem retornado para nos ajudar a criar o tipo de show do Rush que os fãs se acostumaram a esperar de nós. Esperamos sinceramente que vocês venham celebrar conosco 50 anos da música do Rush, enquanto prestamos a Neil a homenagem tão aguardada e que ele tão merecidamente merece.

    Carrie Nuttall-Peart e Olivia Peart, viúva e filha de Neil, compartilham: “Estamos entusiasmadas em apoiar a turnê Fifty Something, celebrando uma banda cuja música ressoou e inspirou fãs por gerações, e em honrar o extraordinário legado de Neil como baterista e letrista. A musicalidade de Neil era singular. Composições de intricada complexidade e força que ampliaram aquilo que o próprio ritmo poderia expressar. Como baterista e letrista, ele era insubstituível. Inimitável em sua arte e incomparável na profundidade e imaginação que trouxe às letras que inspiraram e emocionaram tantos, ele moldou profundamente a forma como os fãs se conectavam com ele e com a banda, dando voz e significado às suas próprias vidas. Ao entrar neste novo capítulo, a banda promete algo verdadeiramente inesquecível. Estamos animadas para ver como essa nova visão se desenvolverá e para ouvir essa música lendária sendo tocada ao vivo mais uma vez.

    PARA MAIS INFORMAÇÕES SOBRE O EVENTO, CLIQUEM NO CARTAZ, ABAIXO.

  • Após meio milhão de plays, Electric Mob anuncia álbum deluxe e lança single ao vivo

    Após meio milhão de plays, Electric Mob anuncia álbum deluxe e lança single ao vivo

    Nova edição de “2 Make U Cry & Dance” chega em julho mostrando a potência das faixas ao vivo gravadas no Capital Moto Week e inclui versão alternativa de faixa antes exclusiva do Japão.

    O Electric Mob iniciou 2026 com novidades. A banda de hard rock curitibana, que costuma ser muito elogiada por suas performances cheias de entrega, anunciou o lançamento de uma versão deluxe do álbum “2 Make U Cry & Dance” e já liberou uma versão ao vivo inédita do single “Will Shine”, gravada no Capital Moto Week, em Brasília.

    Confira o video ao vivo de “Will Shine”:

    A edição especial será lançada no dia 10 de julho pela Frontiers Music Srl e trará o álbum completo de 2023 acrescido de seis faixas ao vivo também registradas no festival. O pacote também inclui a versão alternativa de “Watch Me (I’m Today’s News)”, até então lançada somente no mercado japonês, ampliando o conteúdo para fãs que acompanham a trajetória da banda dentro e fora do Brasil.

    O lançamento reforça o bom momento do grupo. “2 Make U Cry & Dance” já ultrapassou meio milhão de reproduções no Spotify e foi amplamente elogiado pela crítica especializada. O jornalista Regis Tadeu colocou o álbum na sua lista de melhores do ano, enquanto Daniel Dutra, da Roadie Crew, definiu o Electric Mob como “a melhor banda de hard rock do Brasil”. O site Roadie Metal afirmou que estamos “diante de uma das maiores e mais enérgicas bandas de rock que este país já produziu”. No exterior, a repercussão também foi positiva, com a avaliação de que “eles são uma das bandas contemporâneas mais memoráveis que você provavelmente encontrará”.

    Sobre a edição deluxe, o vocalista Renan Zonta declarou: “Estamos empolgados em lançar essa edição super especial de algo do qual temos muito orgulho. A versão deluxe do nosso segundo álbum vem com gravações ao vivo cruas e vicerais e está aqui para reforçar a energia que existe dentro desse trabalho. Curta esse som enquanto preparamos o próximo.” O guitarrista Ben Hur Auwarter acrescentou: “Sempre nos consideramos uma banda forjada no palco. É lá que tudo realmente ganha vida. Nesta edição deluxe estamos capturando parte dessa energia e dividindo com quem ainda não teve a chance de viver isso pessoalmente.

    Formado por Renan Zonta nos vocais, Ben Hur Auwarter na guitarra e Mateus Cestaro na bateria, o Electric Mob vem consolidando seu nome desde o debut “Discharge” (2020). Com presença em grandes festivais e turnês pelo país, a banda construiu uma reputação baseada em intensidade, groove e uma leitura moderna do hard rock clássico. A nova versão ao vivo de “Will Shine” funciona como cartão de visitas dessa fase, deixando claro que o palco continua sendo o habitat natural da banda.

  • Jason Richardson explica sua saída de All That Remains.

    Jason Richardson explica sua saída de All That Remains.

    Após quase sete anos, o guitarrista Jason Richardson anunciou sua saída do All That Remains em julho de 2025. A separação foi amigável e a decisão foi a melhor para o seu futuro a longo prazo. Agora, em entrevista à Guitar World, ele fala novamente sobre sua decisão de deixar a banda.

    Decisão de negócios

    Ao ser questionado se foi difícil para ele dar esse passo, o músico respondeu: “Um pouco. Mas também não muito. Não quero entrar em detalhes publicamente, mas ainda me dou bem com os caras da banda. Foi principalmente uma decisão de negócios. As coisas não foram conduzidas como prometido pela gerência e pelas pessoas encarregadas do lançamento do álbum (ANTIFRAGILE, 2025). Fico feliz que o disco exista, mas o simples fato de já ter sido lançado há mais de um ano e não ter havido um único show diz muito”, explica Richardson.

    Novas conexões

    Ele diz: “Eu não estava satisfeito com muitas coisas no lado comercial. Não tinha nada a ver com nenhuma personalidade em particular ou com qualquer pessoa da banda. Na minha opinião, eu simplesmente tenho outras coisas para fazer além de tentar fazer algo dar certo quando obviamente não ia dar certo. Pelo menos da minha perspectiva.

    Apesar disso, o guitarrista enfatiza: “Eu ainda adoro os caras. Adoro o álbum e achei ótimo trabalhar com o Josh Wilbur, que o produziu. Ele é simplesmente fenomenal. Para mim, essa é uma das melhores coisas que conquistei com este disco. Agora tenho um ótimo relacionamento com ele e continuaremos trabalhando juntos no futuro. Mas fico feliz que essas músicas existam.

    Em janeiro, o All That Remains anunciou que Ken Susi, ex -guitarrista do Unearth e do As I Lay Dying, passaria a integrar a banda. Richardson está atualmente focado em sua carreira solo e não se comprometeu com nenhuma outra banda.

    FONTE: METAL HAMMER

    TEXTO POR HECTOR CRUZ

  • Angra Reunion no Espaço Unimed com vários setores esgotados

    Angra Reunion no Espaço Unimed com vários setores esgotados

    Apresentação com ‘Rebirth’ na íntegra terá formato ampliado do espetáculo do Bangers Open Air

    Além do show no Bangers Open Air 2026, o público terá a oportunidade de assistir à única apresentação da formação “Nova Era” fora do Bangers Open Air, reunindo no mesmo palco Edu FalaschiKiko LoureiroRafael BittencourtFelipe Andreoli e Aquiles Priester. Esse show histórico acontecerá no Espaço Unimed, em São Paulo, no dia 29 de abril (quarta-feira). Os ingressos estão disponíveis, mas com vários setores já esgotados.

    Este será um show completo, com a execução do álbum “Rebirth” na íntegra, além de outros clássicos que revisitarão grandes momentos da carreira da banda. O espetáculo será dividido e representará diferentes eras do grupo, destacando o período atual e o que ficou conhecido como o “renascimento”.

    A reunião celebra os 25 anos de “Rebirth”, álbum que redefiniu o caminho da banda após um momento de transição. O setlist também passará por faixas do “Temple of Shadows” e “Aurora Consurgens”, marcos da fase que consolidou o Angra no cenário internacional após o período inicial com o saudoso Andre Matos, que marcou época com “Angels Cry”“Holy Land” e “Fireworks”. A fase atual também terá destaque com faixas de “Secret Garden”“Ømni” e “Cycles of Pain”.

    Um evento histórico e imperdível para qualquer fã que deseja testemunhar, ao vivo, a força e a longevidade de um legado construído ao longo de mais de três décadas.

    Sobre o Evento

    Angra Reunion
    Data: 29 de abril de 2026 (quarta-feira)
    Local: Espaço Unimed
    Endereço: Rua Tagipuru, 795
    Portões: 19h00
    Início do show: 21h00
    Classificação Etária: 18 anos. Menores de 16 (dezesseis) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial.

    Realização: Bangers Open Air
    Produção: Honorsounds

    Ingressos disponível em: https://www.clubedoingresso.com/evento/angrareunion

  • Malvada conquista a Europa: em primeira Tour Internacional

    Malvada conquista a Europa: em primeira Tour Internacional

     Entrevistamos a banda Malvada durante o show de abertura para Michael Schenker em Oberhausen – Alemanha, em 20 de fevereiro de 2026. 

    Diretamente nos bastidores da casa de shows Turbinenhalle,, em Oberhausen na Alemanha, nossa Team Leader na Europa Cintia Seidel foi recebida pela banda brasileira Malvada, formada por Indira Castillo (vocal), Bruna Tsuruda (guitarra), Rafaela Reoli (baixo) e Juliana Salgado (bateria), para uma entrevista muito animada e repleta de informações sobre a nova fase da banda, após a parceira firmada com a Frontiers Records.

    A banda subiu ao palco para abrir o show de Michael Schenker. Durante a entrevista com Cintia Seidel, Juliana representou a banda no merchandising, enquanto as outras três integrantes conversaram com a Headbangers Brasil compartilhando suas experiências, risadas e reflexões sobre a carreira, o público e a vida de banda feminina no rock.

    Cindy Seidel e Malvada na Alemanha.

    A primeira turnê internacional: aventura e aprendizado

    Cintia: Então, meninas, essa é a primeira turnê europeia da Malvada. Como está sendo essa experiência para vocês?

    Indira: Está sendo uma grande aventura. Não poderia ser melhor. É nossa primeira vez fora do país, tocando lugares incríveis, abrindo para alguém que ajudou a construir a história do rock, Michael Schenker. Estamos aprendendo coisas novas, muitas coisas novas de como funciona aqui fora.

    Bruna: A organização é diferente do Brasil. Os horários são muito respeitados. Um show não atrasa nem cinco minutos! No Brasil, atrasos de 15 minutos são normais. Aqui, nem dois minutos podemos atrasar.

    Rafaela: É bom, porque evita aquela espera chata antes de começar o show. E o público é diferente. Eles demonstram que gostaram, mesmo que de forma menos efusiva que os brasileiros.

    Indira: No final das músicas, eles aplaudem e depois do show, vêm nos elogiar bastante. Estamos sendo muito bem tratadas por toda a equipe.

    Público europeu: respeito e curiosidade

    Cintia: Como tem sido a recepção do público com músicas em português e inglês?

    Indira: Começamos em português, foi muito bom. Mas sempre tivemos a ideia de criar músicas em inglês. Quando a Frontiers Records entrou em contato, foi uma proposta deles. Queriam que a banda focasse no inglês para se comunicar melhor com o público internacional.

    Bruna: Colocamos pelo menos uma música em português nos shows atuais. O público fica curioso, observa, e gosta de ver algo diferente. É legal mostrar nossa cultura, de onde viemos.

    Rafaela: Muitos fãs apreciam músicas cantadas em idiomas nativos das bandas. Isso é inspirador e abre espaço para a nossa identidade musical.

    Indira: Escrever nos dois idiomas é desafiador. Em português, a fonética é mais longa, então rimar e encaixar na melodia exige atenção. Em inglês, a cadência é mais direta. Algumas letras precisam de adaptação, mas sempre preservamos a essência.

    Influências musicais: identidade de cada integrante

    Cintia: Quais são as principais influências de cada uma de vocês?

    Indira (vocal): No canto, me inspiro em Ronnie James Dio, Miles Kennedy e Rich Cotten. Também gosto muito de vozes femininas como Etta James e Tina Turner.

    Bruna (guitarra): No meu caso, Michael Schenker, Iron Maiden, Ritchie Blackmore, Jimi Hendrix e Randy Rhoads são grandes influências para a guitarra.

    Rafaela (baixo): No baixo, sigo Steve Harris, Cliff Burton, Metallica e Rush. Essas referências ajudam a criar linhas sólidas e consistentes.

    Indira: Quanto mais você abre seus horizontes, maior fica o seu poder de criação musical.

    Representatividade e inspiração feminina

    Cintia: Como é ocupar um espaço predominantemente masculino no rock?

    Indira: É desafiador, mas cada show é uma oportunidade de inspirar outras mulheres. A Malvada transmite força e perseverança, mostrando que é possível.

    Bruna: Ontem, em Bremen, uma fã comprou uma camiseta e disse: “Agora sou fã de vocês.” É transformador ver que podemos influenciar outras mulheres.

    Rafaela: Temos contato com várias bandas femininas brasileiras, como Demonic, Sinaia e The Other Voss. Cada mulher que veio antes abre caminho para nós. É uma escada que construímos juntas.

    Histórias engraçadas e momentos de bastidores

    Cintia: Teve alguma história engraçada que aconteceu com vocês?

    Bruna: No SESC Paulista, jogaram uma cueca no palco. Foi inesperado!

    Indira: Pelo menos estava limpa!

    Rafaela: Essas situações mostram que o público pode ser espontâneo e divertido, e a gente aprende a lidar com tudo com bom humor.

    Nervosismo e adaptação aos shows europeus

    Cintia: Como foi o primeiro show aqui na Europa?

    Indira: No primeiro, estávamos nervosas, pensando “como será?”. Mas no segundo show, conseguimos nos soltar e compreender melhor o público daqui.

    Rafaela: O público europeu é diferente do brasileiro; eles prestam atenção real. É necessário presença de palco e entrega total.

    Bruna: Eles chegam cedo, acompanham todas as bandas, pedem fotos e autógrafos. Isso mostra um respeito incrível pelo trabalho da banda.

    Viver de música: dedicação, paixão e “o plano A é o único plano”. 

    Cintia: Dá para viver só de música?

    Indira: Sim, é possível. Hoje ganho muito mais com a música do que com empregos CLT que tive no passado.

    Bruna: Além da banda, damos aulas, participamos de outros gigs, cursos online e ações nas redes sociais. O segredo é diversificar as fontes de renda.

    Rafaela: Dedicação, consistência e paixão pelo que se faz são essenciais.

    Indira: Muito gratificante poder fazer o que amamos, viajar para a Europa e viver disso. Esse é o plano A. E o plano A é o único plano também. Não há outro caminho para a gente. Tudo compensa quando amamos o que fazemos.

    Bruna: Hoje é preciso se desmembrar em vários lados para realmente sustentar a vida com música.

    Indira: E isso conecta também com a mensagem que queremos passar para mulheres e meninas que estão começando: a persistência e a consistência são mais importantes que o talento. Pelo esforço a gente aprende, não desiste e consegue abrir caminho. É a própria resistência que nos impulsiona.

    Rafaela: É isso mesmo: não desistir, ser consistente em cada passo e ter fé em si mesma.

    Mensagem final para novas musicistas

    Cintia: Qual recado vocês dariam para mulheres que estão começando agora na música?

    Indira: Persistência e consistência valem mais do que talento.

    Bruna: Se você gosta de tocar, se gosta de ouvir música, continue. Não desista.

    Rafaela: Cada passo conta e abre caminho para outras mulheres também. O rock está crescendo, e precisamos continuar mostrando nossa força.

    Cintia: E quanto à expectativa para os próximos shows, não só na Europa, mas no futuro da Malvada?

    Indira: Estamos aproveitando cada oportunidade de mostrar nosso trabalho em outros países. As expectativas crescem a cada conquista, e os sonhos continuam surgindo.

    Bruna: Nosso objetivo é continuar expandindo nossa música e nossa mensagem, atingindo cada vez mais pessoas.

    Rafaela: Acreditamos que é possível viver de música, mas é preciso diversificar e se dedicar. Cada show é aprendizado e evolução.

    Setlist do show em Oberhausen

    Intro
    Dead Like You
    Yesterday
    Veneno
    After
    Fear
    Anymore
    Rnr Girl
    Down the Walls
    Bullet Proof

    O público na Turbinenhalle vibrou do início ao fim. A Malvada mostrou que, mesmo em território europeu, a força da música brasileira e a energia de uma banda feminina podem conquistar plateias, inspirar fãs e abrir portas para novas gerações.

    Um agradecimento especial as integrantes da Malvada e ao  produtor da banda Tiago Claro, da TC7 Produções por receberem a Headbangers Brasil.

  • Living Colour e mais uma aula de boa música no Rio de Janeiro

    Living Colour e mais uma aula de boa música no Rio de Janeiro

    O sábado passado foi mais um daqueles de luxo para quem curte uma belo Rock n’Roll com a passagem do aniversário de 40 anos de carreira do Living Colour, que fez, como sempre, uma apresentação acima do normal.

    A noite de sábado, no Sacadura 154, ótima casa de shows teve como banda de abertura, os Estadunidenses do Madzilla, que são super esforçados e entregam um belo Hard N’ Heavy, com um show curto, mas potente, o quarteto de Las Vegas mostrou o seu som e com pontos muito interessantes, a guitarrista solo e a baterista são fenomenais e o esforço do vocalista em se comunicar em portugues, ponto esse que ele fazia muito bem, foram de longe o destaque para a banda, que apresentou o seu som a um público que, estava bem esvaziado no momento.

    Esse público esvaziado começava a preocupar os poucos que já estavam na casa, o palco é rapidamente mudado e a situação do público também, já que o público começou a chegar em peso e nesse meio tempo vimos o Sacadura 154 enchendo bastante e o clima de festa foi sendo criado. Eram por volta de 21 horas da noite que a Marcha Imperial, clássica música da franquia Star Wars foi executada, dando entrada em palco Will Calhoun, Doug Wimbish, Vernon Reid Corey Glover em palco, para começar um show, um senhor show!!

    A apresentsção do Living Colour é sempre uma experiência acima do nível, a banda com toda a sua experiência sabe manter o público na mão e se tem um ponto a ser destacado, a imponência do seu vocalista, Corey Glover, como de seus companheiros é ímpar e abrindo o show com Leave It Alone, a banda nos entregou uma noite incrível, diversos clássicos foram tocados, como Middle Man, Memories Can’t Wait (que é uma versão de uma canção do Talking Heads, mas eternizada com o Living Colour), Ignorance Is Bliss, Funny Vibe, essa extremamente celebrada pelo público presente e muito mais.

    Um belíssimo momento foi de Corey Glover sentar no praticável da bateria do seu companheiro e acompanhado do leve dedilhado de Vernon, executaram a belíssima Hallellujah, de Leonard Cohen, mas com a incrível voz de Corey que esbanja qualidade, no auge dos seus 61 anos, o vocalista faz parecer fácil cantar tanto!! 

    Outro ponto alto, foi depois da maravilhosa Open Letter to a LandLord, o baterista Will Calhoun executa um solo de bateria maravilhoso e que ainda contou com a incidências da cancão Baianá, do Barbatuques e que trouxe uma “brasilidade” a esse momento, que geralmente é de desconexão, mas não foi o visto, pois todos estavam ali, vidrados, vendo o baterista mostrar sua técnica.

    Tivemos diversas versões e a clássica que eles já executam com uma frequência, The Message, do Grandmaster Flash & Furious Five vem e faz todos dançarem e relembrarem a série de Will Smith, que usou essa canção. Logo após esse momento e mais uma canção, começou o desfile, com Glamour Boys, Love Rears It’s Ugly Head, Type, todas aquecendo ainda mais o público, mas foi em Time’s Up que o ápice é atingido, com rodas pipocando em diversos pontos da casa e todos muito felizes e vivendo o momento.

    Para encerrarmos a noite, Cult Of Perdonality foi executada e uma versão extremamente intimista de Solace Of You, com Corey Glover sentado a beira do palco, quase que cantando intimamente para todos na casa, Will Calhoun a frente do palco, com pequenos instrumentos percurssivos, usando o micro e de Doug Wimbish para a gente e Vernon Reid dedilhando as notas desse encerramento lindo de um show único.

    Assistir o Living Colour em palco é sempre um momento incrível e grandioso, a banda muda as canções do nada, ela brinca com tempos e consegue te fazer reconhecer a canção e cantar ela, do jeito que eles quiserem, o show foi simplesmente incrível, uma apresentação de “gente grande” e agradecemos demais a Rider2 por sempre acreditar em nosso trabalho e nos permitir trazer essa cobertura a vocês.

  • Ação Solidária e Headbangers Brasil juntos

    Ação Solidária e Headbangers Brasil juntos

    A Headbangers Brasil soma forças e ajuda a ecoar uma importante AÇÃO SOLIDÁRIA em apoio à população da Zona da Mata Mineira.

    A luta e a solidariedade sempre foram inerentes ao Underground e, diante do momento trágico causado pelas fortes chuvas e enchentes que atingiram a região nos últimos dias, essas palavras precisam se transformar em atitude.

    Diversos coletivos e produtores estão mobilizados arrecadando itens de limpeza e higiene pessoal que serão destinados às famílias atingidas por essa terrível catástrofe. Produtos como água sanitária, desinfetante, sabão em pó, detergente, sabonete, pasta de dente, escova dental, papel higiênico, absorventes e fraldas são fundamentais neste momento de reconstrução.

    Se você vai comparecer aos próximos eventos, leve sua doação e fortaleça essa corrente do bem. O Underground mostra, mais uma vez, que é união, consciência e ação.

    EVENTOS / PONTOS DE ARRECADAÇÃO

    28/02/26 – PIXPLOTATION FEST – Trash Bar – Contagem
    01/03/26 – MISTER DEATHFEST – Mister Rock – BH
    07/03/26 – MEDONHO FEST – Instituto Helena Greco – BH
    14/03/26 – ATAQUE SANGUENTO – Área 51 – BH

    A Headbangers Brasil parabeniza e apoia essa iniciativa, incentivando a cena a participar ativamente.

    JUNT@S SOMOS MAIS FORTES! 🤘

  • Wave-Gotik-Treffen 2026: a catedral mundial da escuridão retorna a Leipzig, na Alemanha

    Wave-Gotik-Treffen 2026: a catedral mundial da escuridão retorna a Leipzig, na Alemanha

    Entre os dias 22 e 25 de maio de 2026, a cidade de Leipzig, na Alemanha, volta a se transformar no epicentro global da cultura alternativa com a 33ª edição do Wave-Gotik-Treffen. Realizado tradicionalmente durante o feriado de Pentecostes, o evento é um dos maiores encontros da cena gótica e alternativa do mundo, reunindo cerca de 20 mil participantes vindos de diversos países.

    Mais do que um festival, o WGT é um fenômeno cultural que atravessa décadas. Desde sua primeira edição em 1992, o encontro consolidou-se como um espaço onde música, estética e identidade se fundem em um grande ritual coletivo. Ao longo de quatro dias, Leipzig deixa de ser apenas palco para shows e passa a funcionar como um organismo vivo da subcultura dark.

    Line-up de peso e diversidade sonora

    A edição de 2026 apresenta um line-up robusto que percorre múltiplas vertentes da música alternativa. Entre os principais nomes confirmados estão Covenant, DAF e Einstürzende Neubauten, conhecidos por décadas de experimentação sonora que transformaram ruído industrial em linguagem artística.

    O festival também reúne nomes fundamentais da darkwave, EBM, industrial e gothic rock, como Clan of Xymox, Das Ich, Frontline Assembly, Kim Wilde, Lacrimosa, Moonspell e Suicide Commando, além de dezenas de outros artistas que expandem os limites do gênero.

    A proposta musical segue ampla e sem fronteiras: EBM, industrial, post-punk, darkwave, batcave, rock, metal, música medieval e até composições clássicas convivem em um mesmo ecossistema sonoro.

    Uma cidade inteira tomada pela cena gótica

    Um dos diferenciais históricos do Wave-Gotik-Treffen é sua estrutura descentralizada. Em vez de um único espaço, o festival ocupa diversos pontos da cidade: da Agra-Halle ao Felsenkeller, passando por igrejas, teatros, galerias e mercados medievais. Essa ocupação urbana cria uma atmosfera singular, na qual o público não apenas assiste aos shows, ele habita o festival.

    O resultado é um ambiente onde EBMs, góticos, fãs de industrial e exploradores sonoros coexistem em uma comunidade temporária guiada pela estética, pela música e pelo sentimento de pertencimento.

    Além das apresentações musicais, a programação inclui exposições, leituras, feiras culturais, eventos históricos e encontros espontâneos que reforçam o caráter multidisciplinar do evento.

    Tradição, antecipação e raridade ao vivo

    A edição de 2026 chamou atenção por anunciar atrações com antecedência incomum, demonstrando uma postura mais expansiva por parte da organização. Entre os destaques, a presença do Einstürzende Neubauten representa uma oportunidade rara de presenciar ao vivo uma das formações mais influentes da música experimental europeia. Conhecidos por transformar objetos industriais em instrumentos e por desconstruir conceitos tradicionais de som, o grupo mantém um legado artístico que ultrapassa o próprio universo musical.

    Também estão confirmados pioneiros do industrial e do EBM que ajudaram a moldar a estética sonora que hoje define grande parte da música alternativa contemporânea.

    O esquenta e experiência expandida

    Como manda a tradição, o festival começa antes mesmo da abertura oficial com o evento de aquecimento EBM Warm-Up, realizado no dia 21 de maio no Felsenkeller. A noite inicial funciona como um ritual de entrada, preparando o público para a imersão que se seguirá ao longo do fim de semana.

    Ingressos e estrutura

    O passe completo para os quatro dias do festival custa 190 euros. Opções adicionais incluem credencial de camping, estacionamento e áreas específicas para trailers, reforçando a estrutura pensada para visitantes internacionais.

    Todas as informações sobre a estrutura do evento, tickets e opções de estadia podem ser vistas no site oficial do Wave-Gotik-Treffen.

    Um ritual que ultrapassa a música

    O Wave-Gotik-Treffen permanece único porque não é apenas um evento musical, é um encontro identitário. Ao longo de mais de três décadas, consolidou-se como um espaço de expressão estética, liberdade criativa e comunidade global.

    Quando o calendário chega ao Pentecostes, Leipzig deixa de ser apenas uma cidade alemã para se tornar um território simbólico da cultura alternativa. Um lugar onde a escuridão não é ausência de luz, mas linguagem, forma e pertencimento.