Já está disponível em todas as plataformas digitais o álbum “Libertae” (Remix 2021), versão remixada do debut da banda gaúcha SPARTACUS, lançado em 2004. Esta reedição digital mantém as dez faixas originais do trabalho, mas acrescenta detalhes importantes em algumas delas, como a reinserção de takes e solos do guitarrista Marcelo Riccardi, além da regravação das bases de “Príncipes da Grande Falácia” por Victor Petroscki; e da implementação de uma sonoridade de estúdio mais ajustada aos padrões atuais do estilo em que a banda se insere, levada a cabo pelo produtor Sebastian Carsin, do Hurricane Studios, de Porto Alegre/RS. Além disso, como já divulgado anteriormente, a música “No Sul da América Antártida”, lançada em formato de single, ganhou nova roupagem, com a inserção de baixo e bateria.

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Seguindo assim, o relançamento eterniza a formação que gravou esta versão de “Libertae”, composta por Marco Canto (vocal), Victor Petroscki e Marcelo Riccardi (guitarras), Marco Di Martino (baixo) e Erick Lisboa (bateria) e também celebra os 37 anos de sua fundação, realizada no dia 26 de janeiro de 1985. Desde então o SPARTACUS – dentre idas e vindas – é um dos maiores representantes do heavy metal gaúcho na sua concepção sonora mais pura, mantendo-se sempre fiel à sonoridade clássica que os definiu desde o início. Segundo o baixista Marco Di Martino, o trabalho realizado com a remixagem do disco tem como foco o resgate do projeto original com os dois guitarristas, conferindo nuances que, por desacerto entre os integrantes da época, tiveram que ser removidas da primeira edição do trabalho, e que agora podem ser contempladas em sua concepção original.

Em entrevista para o extinto site Heavy RS em 2005, (agora disponível no site oficial da banda, em https://spartacus.mus.br/site/entrevista-heavy-rs-2005), logo após o lançamento do álbum em versão física, e em sua primeira versão, Marco Di Martino foi indagado por Ulisses Costa sobre a temática lírica do disco, que apresenta temas políticos e sociais. O baixista deu alguns detalhes: “Acredito que o rock tenha que tender para o anárquico. É música de desconfiança social… Ou seja, não poderia recomendar poder na mão desse ou daquele. Partidos políticos foram as formas de articulação encontradas para organizar nossa sociedade, mas infelizmente eles não vêm sendo confiáveis ao longo da história. No final de tudo, todo mundo é parecido. A gente busca fugir de identificações desse tipo. Em se tratando da forma como as letras surgem, os objetivos não são previamente determinados. Algo do tipo: essa música vai falar disso e esta outra daquilo. Eu até que gostaria, pois seria mais prático, mas depende da frase que brotar. A partir daí, o sentido e o contexto começam a se delinear. Infelizmente, nosso processo de composição das letras vem com inspiração e isso não é prático. Ossos do ofício. As letras trazem uma percepção de mundo e devem combinar com a música, caso contrário incorre-se no perigo do ridículo”.

Foto: José Luís Schuck 

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