Tag: Bryce VanHoosen

  • Bryce VanHoosen compara os amplificadores VHT Deliverance 120 e Fryette Pitbull 100CL

    Bryce VanHoosen compara os amplificadores VHT Deliverance 120 e Fryette Pitbull 100CL

    Em seu mais recente vídeo, VanHoosen descobre a diferença entre os amplificadores Pitbull e o Deliverance

    O guitarrista BRYCE VANHOOSEN lançou um novo episódio muito aguardado de sua série “Low Effort High Gain Amp Comparisons”, desta vez focando em um “VHT Fryette Fest”. O vídeo apresenta uma comparação direta entre seu próprio Fryette Pitbull 100CL (2006) e um raro VHT Deliverance 120 Series 1 original (2000), emprestado de seu colega criador Taylor Danley. O episódio explora as filosofias de design drasticamente diferentes dos dois amplificadores, ambos criados pelo lendário designer de amplificadores Steven Fryette.

    O Pitbull 100CL, equipado com válvulas EL34, é apresentado como o amplificador rico em recursos, projetado para versatilidade, completo com dois canais, um Graphic EQ e vários switches de modelagem de timbre. Por outro lado, o Deliverance 120, carregado com válvulas 6550s/KT88, é o que VanHoosen descreve como “uma abordagem agressivamente minimalista”.

    “É literalmente um amplificador de um canal”, observa VanHoosen no vídeo, destacando a falta de um effects loop ou EQ gráfico no Series 1. “Muito próximo de, digamos, um Marshall, como um 2203 ou um 1959… Você tem um canal, nenhum effects loop, nada disso. E pronto. Descubra”. A maior surpresa da comparação foi a inversão das expectativas sonoras. VanHoosen admitiu que presumiu que o Pitbull seria o amplificador mais agressivo. A realidade provou ser o oposto. “O Pitbull… honestamente, é meio que o mais sofisticado dos dois, no sentido de que seu timbre é um pouco mais esculpido e um pouco mais agradável ao ouvido,” explica o guitarrista.

    O Deliverance, em contraste, revelou-se uma força mais bruta e indomada. “O Deliverance é apenas meio que ‘balls to the wall’ total”, diz VanHoosen. “Ele tem um pouco mais daquela coisa meio Marshall ‘sem amarras’ nos agudos… em comparação com a natureza mais domada do Pitbull, o que realmente me surpreendeu”.

    Assista ao vídeo:

    Créditos da foto: Reprodução/vídeo

    Contatos:

    Site oficial: https://brycevanhoosen.com
    Facebook: https://www.facebook.com/brycevanhoosen
    Instagram: https://www.instagram.com/bvanhoosen
    YouTube: https://www.youtube.com/BryceVanHoosen
    Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

     

  • Bryce VanHoosen soluciona problema crônico de afinação com Ponte Guyker

    Bryce VanHoosen soluciona problema crônico de afinação com Ponte Guyker

    Em novo vídeo, o guitarrista detalha a instalação de uma ponte tune-o-matic com travas em sua guitarra Jackson “Goldmember”, descrevendo-a como seu “último esforço” para salvar o instrumento.

    O guitarrista e criador de conteúdo BRYCE VANHOOSEN, da banda estadunidense Silver Talon, de Portland, Oregon, publicou um novo vídeo de review e instalação abordando um dos problemas mais frustrantes para músicos: a instabilidade de afinação. No vídeo, VanHoosen testa a ponte tune-o-matic com travas da marca Guyker em sua Jackson Monarch Pro Series 2019. VanHoosen admitiu no vídeo sua hesitação inicial, questionando abertamente se as peças da Guyker seriam “apenas material de porcaria importada… tipo as coisas que vêm em Chibsons (Gibsons falsificadas)”. Ele afirma que a própria marca o procurou para a colaboração patrocinada, transformando o review em um verdadeiro teste para a reputação da empresa.

    A atualização é direcionada a guitarristas que, como VanHoosen, possuem instrumentos com pontes tune-o-matic (comuns em modelos como Les Paul, SG e similares) e enfrentam problemas crônicos de afinação. A guitarra, apelidada de “Goldmember”, já havia recebido “tarraxas Gotoh com trava” e um “nut Graphtec”, mas continuava com “um pouco a desejar em termos de estabilidade geral de afinação”. VanHoosen descreve a nova ponte como seu “último esforço antes de eu simplesmente me desfazer dessa coisa”.

    O vídeo destaca o principal diferencial do produto: seus múltiplos mecanismos de travamento, projetados para eliminar qualquer movimento da ponte. “O que é diferente sobre isso é que há muitos mecanismos de travamento diferentes aqui, certo?”, explica VanHoosen no vídeo. “Os carrinhos (saddles) travam e também há uma trava Allen adicional que trava o pino da Tune-o-matic na ponte, para que nada se mova”.

    Embora a instalação física da ponte tenha sido simples — “ele simplesmente cai direto no lugar”VanHoosen encontrou problemas significativos durante a fase de ajuste fino e entonação. “Eu tive um problema quando estava ajustando a entonação”, relata ele. “Quando eu voltei para travar tudo [na corda Ré], de alguma forma o parafuso de ajuste espanou… e eu acabei espanando o minúsculo, minúsculo, minúsculo parafuso de ajuste que estava lá”.

    VanHoosen expressou frustração com a qualidade dos pequenos componentes, um problema que ele considera comum em peças importadas de baixo custo. “Eu não sei por que essas empresas meio que decidem economizar… podemos apenas usar tipo metal decente para… coisas que temos que tipo parafusar e mover… por favor, pelo amor de Deus”. Apesar da dificuldade com o hardware, o resultado final no desempenho da guitarra foi inegavelmente positivo.

    Após a instalação e um teste vigoroso, VanHoosen concluiu que a ponte cumpriu sua promessa principal. “Como vocês podem ouvir depois de algumas batidas brutais nas cordas aqui, soa bem, bem afinado”, afirmou ele. “Então isso é definitivamente uma melhoria sobre o que era antes com a ponte original… Eu definitivamente acho que vale a pena. As coisas são bem baratas, bem acessíveis… Você está recebendo o que está pagando”.

    Assista ao vídeo:

    Créditos da foto: Reprodução/vídeo

    Contatos:

    Site oficial: https://brycevanhoosen.com
    Facebook: https://www.facebook.com/brycevanhoosen
    Instagram: https://www.instagram.com/bvanhoosen
    YouTube: https://www.youtube.com/BryceVanHoosen
    Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

  • Pedal Balrog Mark II impressiona Bryce VanHoosen com timbre encorpado e proposta “não convencional”

    Pedal Balrog Mark II impressiona Bryce VanHoosen com timbre encorpado e proposta “não convencional”

    O guitarrista Bryce VanHoosen voltou ao seu canal com mais uma análise detalhada de equipamento, dessa vez destacando o pedal Balrog Distortion Mark II, da Blackhawk Amplifiers. O modelo, que já chama atenção pelo visual com acabamento metálico e detalhes rúnicos gravados à mão, foi testado como pré-amplificador — substituindo a seção de pré de um amplificador tradicional. “Esse pedal tem um visual incrível, parece uma peça feita à mão, com um símbolo rúnico islandês e seis controles bem definidos”, comentou Bryce logo no início. Os knobs incluem volume, médios, ganho (representado por um pequeno tridente), agudos, graves e profundidade.

    Internamente, o Balrog Mark II traz três chips operacionais RC4558, conhecidos por sua atuação em pedais de alto ganho. “Quando você coloca o controle de agudos no máximo, dá para ouvir claramente os op-amps trabalhando. É um som muito legal”, observa o guitarrista. O objetivo do Balrog é funcionar como um preamp de alto ganho em formato de pedal, e Bryce o utilizou justamente nessa função, rodando-o direto no loop de efeitos de um Friate Power Station. A cadeia de sinal incluía também sua Jackson RR24FRH, equipada com captador EMG FET-55, pedais como o Grimm 3 da This Heavy Earth, Boss Classic Chorus Ensemble, Fortin Zool como noise gate, e efeitos adicionais processados no Eventide H90 e na interface Universal Audio Apollo, com impulsos de resposta (IRs) dentro do Reaper.

    Ao tocar os primeiros riffs, Bryce foi direto: “É um som gordo e encorpado. Estou precisando de um pouco mais de agudos e talvez um pouco mais de volume e ganho”. A resposta do pedal impressionou. “Esse é um timbre ousado vindo de um pedal, e definitivamente tem aquela sensação de amplificador”, disse. Ele destacou que muitos músicos evitam usar pedais como preamp com receio de um som magro ou sem dinâmica. “Mas esse aqui tem muito peso nos graves. Acho que a Blackhawk tem essa fama de ser uma marca voltada para o doom, e até entendo por que — mas quero mostrar que dá para tirar uns timbres Thrash disso também”, brincou.

    Com o controle de agudos no máximo e outros ajustes finos, Bryce buscou timbres mais agressivos, experimentando também a adição de um pedal de boost. “Eu quase nunca uso um pré ou ampli sem um boost na frente, só para dar aquela apertada no som, é assim que eu gosto”, explicou. O destaque do pedal, para ele, está na característica da distorção: “Tem um grão mais grosso, sabe? Alguns amplis e pedais têm o que eu chamo de distorção com grão fino, como um Marshall. Já esse aqui tem um grão maior, mais mastigado, meio sujo. É um som ‘nasty’, no bom sentido — e não tem muito equipamento por aí com essa vibe”.

    Bryce apontou ainda que o Balrog não soa como um pedal típico. “Ele soa como se tivesse transformadores e válvulas dentro. Me lembra um ampli valvulado dos anos 70, daqueles que soam grandes e você precisa bater forte para apertar um pouco. Prefiro isso do que um som já apertado demais logo de cara. É como comida salgada demais, não tem como temperar depois”.

    Encerrando o vídeo, Bryce foi direto: “O Balrog Mark II é um pedal com uma sonoridade única. Se você está procurando por algo com personalidade, que não parece um pedal comum e entrega um timbre pesado, encorpado e um pouco sujo, no melhor sentido, vale muito a pena conferir”. Ele ainda elogiou o toque artesanal da construção: “Curti muito essa vibe rústica e feitos à mão. É um pedal que parece ter alma”.

    Assista ao vídeo:

    Créditos da foto: Reprodução/vídeo

    Contatos:

    Site oficial: https://brycevanhoosen.com
    Facebook: https://www.facebook.com/brycevanhoosen
    Instagram: https://www.instagram.com/bvanhoosen
    YouTube: https://www.youtube.com/BryceVanHoosen
    Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

  • Bryce VanHoosen compara amplificadores Bogner Uberschall e Fryette Pitbull

    Bryce VanHoosen compara amplificadores Bogner Uberschall e Fryette Pitbull

    O guitarrista e criador de conteúdo Bryce VanHoosen, da banda estadunidense Silver Talon, publicou recentemente uma análise detalhada do amplificador Bogner Uberschall Rev Blue. No vídeo, Bryce explora as nuances sonoras do cabeçote de alto ganho, comparando-o com o Fryette Pitbull e compartilhando suas impressões de forma técnica e bem-humorada.

    “Hoje a gente vai conferir essa besta absoluta de alto ganho que está aqui atrás de mim: o Bogner Uberschall Rev Blue”, começa Bryce. Antes de mergulhar na demonstração sonora, o guitarrista faz uma ressalva importante: “Equipamento é legal, mas se você não tem as habilidades necessárias para usar, bom… não vai fazer muita coisa por você. Lixo entra, lixo sai, como dizem”. A fala serve como gancho para a promoção do site GuitarTricks.com, plataforma de aulas de guitarra com a qual Bryce colabora. “Eles têm um monte de lições — de metal a folk, blues, o que for — que realmente elevam o seu nível de execução. E o que eu mais gosto é que têm várias músicas do Pantera afinadas em padrão 440, então você não precisa ficar quebrando a cabeça tentando descobrir onde o Dimebag deixou a guitarra na gravação”,

    Após a introdução, o guitarrista apresenta uma música inédita — parte do futuro álbum do Silver Talon — para demonstrar a sonoridade do Bogner. Ele revela não ter muita familiaridade com a marca antes de testar o equipamento: “Tudo o que eu sabia era que era um negócio ‘boutique pra caramba’, e eu esperava algo bem diferente do que costumo usar”. A lembrança mais forte de Bryce com a marca remonta aos anos 2000: “Lembro dos anúncios antigos na Guitar World… o cara, Rhino Bogner, todo pintado de vermelho ou azul, fazendo caretas insanas. Aquilo sempre ficou na minha cabeça como parte da marca”.

    Bryce escolhe comparar o Bogner Uberschall com o Fryette Pitbull, outro amplificador considerado “boutique”. Ambos utilizam válvulas EL34. “Não é que um seja melhor que o outro. São apenas sabores diferentes de som de alto ganho, 100 watts e válvulas. Tipo: você quer manteiga de amendoim ou chocolate com manteiga de amendoim?”. O sinal parte do Bogner, passa pelo pedal Devil Overdrive da Obsidian Audio, entra na Fryette Power Station (para controlar o volume) e segue para dois gabinetes — um deles equipado com falantes Vintage 30 e microfonado com um SM57 no clássico “sweet spot”. O sinal também é capturado via linha para misturar com IRs (impulsos de resposta). Ao demonstrar o som com e sem o pedal de overdrive, Bryce comenta: “Esse negócio soa absolutamente monstruoso. Sem o overdrive, fica bem grave. Super woofy”.

    O guitarrista detalha sua configuração no Bogner: “Tudo perto do meio-dia, exceto o volume. O grave eu corto um pouco, deixo por volta das 11 horas, porque tem MUITO grave nesse amp”. Já os médios e agudos ficam por volta da 1 hora, o mesmo vale para o knob de presença, que Bryce considera atuar como um “sweep de médios”. Ele menciona inclusive o canal de Kyle Bull como referência para entender essa característica. “Com a presença e os médios altos, tudo soa mais aberto. Começa a ter mais ataque, mais mordida. Com os médios baixos, fica abafado demais”.

    Comparando com seu Fryette Pitbull, Bryce observa: “O Pitbull é mais seco, como todo mundo diz. Parece um chavão, mas é real. Já o Bogner tem um ataque imediato. Não chega a ser o oposto do Pitbull, mas é bem mais direto, especialmente em frases solo de nota única”. Ele também comenta a diferença em relação a outros clássicos: “Os Marshalls têm aquele agudo presente, mas não ficam super saturados. O 5150, por outro lado, já lembra mais o Bogner — soa moderno e sem querer parecer vintage. O Uberschall é 100% moderno, e eu curti mais do que imaginava”.

    Bryce finaliza com elogios ao amplificador emprestado por um amigo: “Nunca pensei que fosse algo que eu precisava na vida, mas estou gostando. Se curtir o som, tem um perfil no Tonex com essas configurações, sem o overdrive, para você adicionar o que quiser”. Apesar do entusiasmo com o Bogner, o guitarrista não esconde sua preferência: “Quero ouvir o Pitbull de novo. É difícil superar o Pitbull… embora ele tenha trocentos botões e ajustes, enquanto o Bogner é direto — só seis controles, tipo Marshall”,

    Assista ao vídeo:

    Créditos da foto: Reprodução/vídeo

    Contatos:

    Site oficial: https://brycevanhoosen.com
    Facebook: https://www.facebook.com/brycevanhoosen
    Instagram: https://www.instagram.com/bvanhoosen
    YouTube: https://www.youtube.com/BryceVanHoosen
    Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

  • Bryce VanHoosen compara blocos de sustain da Floyd Rose e se surpreende com o de tungstênio

    Bryce VanHoosen compara blocos de sustain da Floyd Rose e se surpreende com o de tungstênio

    Em mais um vídeo em seu canal, o guitarrista do Silver Talon, Bryce VanHoosen, apresentou uma análise comparativa entre dois blocos de sustain para ponte Floyd Rose: o modelo original (stock) e um bloco fabricado em tungstênio, material conhecido por sua altíssima densidade. A proposta do vídeo era investigar se o upgrade valeria a pena do ponto de vista tonal e funcional — e o resultado surpreendeu até mesmo o próprio músico.

    “Hoje estamos testando blocos de sustain da Floyd Rose – e especificamente como um bloco de TUNGSTÊNIO super denso se compara ao bloco padrão da Floyd Rose. Estou meio chocado com a diferença substancial entre os dois. Será que é melhor ou pior que o bloco original?”, disse Bryce, mostrando certa expectativa de um experimento simples, mas que acabou revelando resultados expressivos. O guitarrista conduziu o teste utilizando seu setup habitual, com foco em captar nuances reais de sustain, corpo e resposta de cada bloco. O modelo de tungstênio, segundo ele, apresentou uma diferença “substancial”, com alterações perceptíveis na ressonância e no tempo de sustain das notas.

    Durante a demonstração, VanHoosen ressaltou que a construção do bloco de tungstênio não só contribuiu para maior densidade sonora, como também modificou sensivelmente a sensação ao tocar. Em suas palavras, a peça oferece um timbre mais encorpado e vibrante: “Definitivamente não soa como um pedal. Parece que tem, de verdade, grandes transformadores e válvulas aí dentro, na minha opinião”.

    Apesar de o vídeo não ter o objetivo de promover uma substituição obrigatória, Bryce admite que ficou tentado a manter o upgrade no instrumento. “Alguns amps e pedais têm aquilo que eu chamo de distorção com grão fino…, mas esse aqui tem um grão mais grosso… soa meio sujo, de um jeito bom, e eu sinto que não há muitas coisas por aí com esse tipo de sonoridade áspera”.

    A comparação trouxe ainda reflexões sobre como pequenas alterações físicas no instrumento podem trazer grandes impactos sonoros. O bloco de tungstênio, segundo Bryce, se destaca por preservar o corpo das frequências baixas sem comprometer os agudos — um equilíbrio que muitas vezes se perde em upgrades genéricos. Ao final, Bryce conclui: “Eu prefiro muito mais algo com um sabor mais encorpado nos graves, que eu possa ir ajustando, do que algo que já vem muito apertado e que eu não consiga fazer nada depois. Nesse ponto, não tem mais para onde ir”.

    A experiência demonstra mais uma vez a busca do guitarrista por texturas sonoras distintas e timbres personalizados, sem abrir mão de uma análise técnica rigorosa e acessível ao público. Para quem deseja extrair mais do seu Floyd Rose, o bloco de tungstênio parece ter ganhado um novo defensor.

    Assista ao vídeo:

    Créditos da foto: Reprodução/vídeo

    Contatos:

    Site oficial: https://brycevanhoosen.com
    Facebook: https://www.facebook.com/brycevanhoosen
    Instagram: https://www.instagram.com/bvanhoosen
    YouTube: https://www.youtube.com/BryceVanHoosen
    Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

  • Bryce VanHoosen apresenta a Jackson RR1A Pro Plus em review direto e afiado

    Bryce VanHoosen apresenta a Jackson RR1A Pro Plus em review direto e afiado

    Guitarrista do SILVER TALON e integrante da banda de Leather Leone, o norte-americano Bryce VanHoosen lançou um vídeo em seu canal no YouTube apresentando a guitarra Jackson RR1A Pro Plus, integrante da nova linha Pure Metal Limited Edition Rhoads RR1A. Com seu estilo objetivo e afiado, Bryce detalha os principais recursos do instrumento e compartilha impressões sinceras sobre o desempenho da guitarra no contexto do Heavy Metal moderno.

    A RR1A aposta em um visual minimalista e agressivo, com corpo em poplar, braço inteiriço em maple, escala em ébano, trastes em aço inoxidável, ponte Floyd Rose 1000 e um único captador Fishman Fluence Modern. O acabamento preto fosco com contornos prateados reforça o apelo visual da série Rhoads. Segundo o músico, a linha Pro Plus Pure Metal traz três modelos com identidade marcante: “Todos com acabamento prata sobre preto e apenas um captador. Temos o Rhoads — que é este aqui — o Kelly, que lembra bastante o estilo do Marty Friedman, o que deixou muita gente empolgada. E o Soloist — que claro, não poderia faltar”.

    VanHoosen elogia a proposta direta da guitarra: “Recomendo demais. É uma guitarra minimalista, sim — mas no melhor sentido possível. Não é aquela história de ‘menos é mais’. É sobre ter menos daquilo que você não precisa e mais do que realmente importa para mandar ver nos shreds insanos”. Ele também destaca o conforto e o cuidado nos detalhes: “Uma coisa que eu realmente valorizo é o acabamento acetinado. Eu não gosto de braço com verniz brilhante — eles ficam pegajosos e te atrapalham. Esse aqui é suave, rápido e pronto para detonar”.

    O guitarrista aprova o desempenho do captador ativo Fishman: “É um captador bem quente. Tem aquela clareza e firmeza modernas. Mas também tem um punch forte — tipo, bate com força mesmo”. Sobre a ponte, ele ressalta: “É uma Floyd Rose 1000 — totalmente confiável. Você pode fazer divebomb, gritar, fazer aquelas loucuras no estilo Dimebag, e ela segura a afinação”.

    Também elogia os marcadores laterais Luminlay, que brilham no escuro: “Eles brilham no escuro — então você realmente consegue ver o que está fazendo no palco”. Mesmo com a guitarra tendo sido enviada pela própria Jackson, Bryce faz questão de esclarecer: “Essa guitarra foi enviada para mim pela Jackson — mas não estou sendo pago por este vídeo. Eles mandaram porque — você sabe — o Silver Talon está sempre faminto por guitarras, e quando aparece uma oportunidade, a gente agarra”. No fim do vídeo, ele ainda deixa um recado para os guitarristas que vivem atrás do timbre ideal: “Se você quer uma máquina de metal feita para destruir, sem enfeite desnecessário — essa pode ser a sua praia”.

    Assista ao vídeo:

    Créditos da foto: Reprodução/vídeo

    Contatos:

    Site oficial: https://brycevanhoosen.com
    Facebook: https://www.facebook.com/brycevanhoosen
    Instagram: https://www.instagram.com/bvanhoosen
    YouTube: https://www.youtube.com/BryceVanHoosen
    Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

  • Bryce VanHoosen investiga combinações de pedais para recriar o som de Dimebag Darrell

    Bryce VanHoosen investiga combinações de pedais para recriar o som de Dimebag Darrell

    O guitarrista e criador de conteúdo BRYCE VANHOOSEN, do SILVER TALON, iniciou uma nova investigação sonora para seus seguidores: a combinação do Master FX EQ-FH Pro com o clássico pedal MXR Blue 6-Band EQ, buscando recriar o lendário timbre de Dimebag Darrell, do Pantera. Para a experiência, VanHoosen utilizou sua Jackson RR-24FH equipada com um captador EMG Fat 55 Retro Active — um modelo que remete à sonoridade dos clássicos PAFs. A corrente de sinal incluía o MXR 6-Band Graphic EQ, ajustado com a famosa configuração em “V” invertido (aumentando os médios), que é uma assinatura no som de Dimebag, seguido pelo moderno Master FX EQ-FH Pro. Na ausência de uma cabine real, o sinal foi processado pelo simulador de caixa analógico Mic-No-Mo, desenvolvido por Dave Friedman.

    “Vou usar meus olhos e meus ouvidos para ver até onde consigo chegar”, brincou VanHoosen durante a gravação. E o primeiro resultado surpreendeu: “Uhul, isso está soando muito bem!”. O Master FX EQ-FH Pro foi enviado pela própria fabricante, mas VanHoosen fez questão de ressaltar sua imparcialidade: “Recomendo muito. É um pedal incrível e o fato de eles terem me enviado não influencia a minha opinião”. Sobre o MXR, ele explicou que utiliza uma reedição dos anos 90, fabricada em Taiwan, e alertou aos fãs: “Se encontrar um MXR azul claro sendo vendido por preços altos, saiba que é dos anos 90, não dos anos 70. E embora soe bem, não tem exatamente o mesmo ‘mojo’ dos modelos vintage.”

    Além dos equalizadores, a cadeia de sinal também contou com a Friate Power Station (como amplificador de potência), o preamp Hesher V3 Heavy Earth e o Zuhl Noise Gate, este último para controle de ruído. O som resultante foi descrito como cheio de harmônicos e com ótima presença. Em meio aos ajustes, VanHoosen trouxe ainda detalhes técnicos baseados em entrevistas com Grady Champion, técnico de guitarra de Dimebag, destacando que a filosofia do guitarrista não era cortar muitos graves, mas apenas “empurrar” os médios e agudos para um som mais agressivo. “É tudo sobre adicionar um tempero a um bom som de base”, explicou.

    O experimento se estendeu também para uma combinação com o preamp digital Tonex. Apesar de reconhecer as qualidades da tecnologia, VanHoosen admitiu se sentir mais confortável com a resposta dos equipamentos analógicos: “Sempre parece um pouco mais fácil para mim com analógico. Sempre tem algo meio estranho no digital”. Após diversos testes de equalização — focando nas frequências de 1,6 kHz para médios e entre 4 kHz e 5 kHz para agudos — ele conseguiu atingir um resultado muito próximo do que buscava, e elogiou novamente a qualidade da construção do Hesher V3 e do Master FX EQ-FH Pro.

    Para VanHoosen, o processo de experimentação é o grande segredo: “Eu imagino o Dimebag brincando no estúdio do pai dele, juntando dois pedaços aleatórios até descobrir a combinação perfeita. Às vezes é assim que nasce a magia”.

    Assista ao vídeo:

    Créditos das fotos: Reprodução/vídeo

    Contatos:

    Site oficial: https://brycevanhoosen.com
    Facebook: https://www.facebook.com/brycevanhoosen
    Instagram: https://www.instagram.com/bvanhoosen
    YouTube: https://www.youtube.com/BryceVanHoosen
    Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

  • Bryce VanHoosen testa equalizador inspirado no som de Dimebag Darrell

    Bryce VanHoosen testa equalizador inspirado no som de Dimebag Darrell

    O guitarrista BRYCE VANHOOSEN, do SILVER TALON, publicou um vídeo detalhado sobre o EQ-FH Pro, pedal de equalização fabricado pela Fishhead Effects. Bryce destaca que o pedal foi inspirado no Furman PQ-3, um dos segredos do timbre de Dimebag Darrell, saudoso guitarrista do Pantera. O Furman era um equalizador paramétrico utilizado por Dimebag para moldar seu som agressivo e cortante, e o EQ-FH Pro busca recriar essa abordagem com mais praticidade e fidelidade.

    Assista ao vídeo:

    Bryce menciona que, ao contrário de pedais tradicionais como o Tube Screamer, que cortam graves e enfatizam médios, o EQ-FH Pro permite um controle mais detalhado de frequências específicas. “Com esse pedal, você pode transformar completamente o som do seu amplificador, ajustando o ataque e a presença de uma forma que um overdrive comum não consegue”, explica. Ele ainda destaca que o pedal permite realçar médios sem comprometer a clareza do timbre, algo essencial para solos que precisam de projeção.

    Durante a análise, ele testa o pedal em diversos amplificadores, incluindo um Marshall Vintage Modern modificado e um Peavey 5150, demonstrando como diferentes configurações podem influenciar o timbre. Em determinado momento, ele afirma: “Eu poderia passar horas ajustando isso aqui e ainda encontraria novos sons interessantes”. Além disso, ele mostra como o EQ-FH Pro pode ser usado para criar camadas de distorção mais definidas e equilibradas.

    O guitarrista também compara o EQ-FH Pro com outros pedais populares, como o MXR 6-Band EQ e o Boss SD-1, explicando como o equalizador pode funcionar como um boost para amplificadores high-gain ou até mesmo simular o comportamento de um preamp. Ele destaca que guitarristas dos anos 80, como Warren DeMartini (Ratt) e Doug Aldrich (Whitesnake, Dio), usavam equalizadores para empurrar amplificadores Marshall Plexi, algo que o EQ-FH Pro faz com maestria.

    Outro ponto interessante é a construção do pedal, que conta com um circuito robusto e componentes de alta qualidade. A Fishhead Effects projetou o EQ-FH Pro para suportar o uso intenso em turnês e gravações, mantendo a fidelidade sonora mesmo em alto ganho. Bryce também enfatiza que a interface intuitiva do pedal facilita ajustes rápidos sem comprometer a profundidade de personalização. Com sua versatilidade e forte ligação com um dos timbres mais icônicos do Metal, o EQ-FH Pro se apresenta como uma ferramenta poderosa para guitarristas que buscam controle total sobre seu som.

    Créditos da foto: Reprodução/vídeo

    Contatos:

    Site oficial: https://brycevanhoosen.com
    Facebook: https://www.facebook.com/brycevanhoosen
    Instagram: https://www.instagram.com/bvanhoosen
    YouTube: https://www.youtube.com/BryceVanHoosen
    Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

  • Bryce VanHoosen apresenta o Hesher V3, um Preamp analógico com alma de Marshall

    Bryce VanHoosen apresenta o Hesher V3, um Preamp analógico com alma de Marshall

    Bryce VanHoosen, guitarrista do Silver Talon e da banda da vocalista Leather Leone (ex-Chastain), recentemente testou o Hesher V3, um pedal de preamp analógico produzido pela This Heavy Earth, empresa sediada em Portland, Oregon. Em um vídeo detalhado, ele compartilhou suas impressões sobre o equipamento, destacando suas qualidades e como ele se encaixa no atual cenário dos amplificadores modernos.

    Assista ao vídeo:

    VanHoosen explicou que o Hesher V3 segue a filosofia de um Marshall JCM800, mas em versão de estado sólido. Ele descreveu o pedal como um “JCM800 mais apertado, com um pouco mais de ganho”, enfatizando que é um equipamento pensado para quem busca o clássico timbre britânico sem precisar carregar um amplificador de grande porte. “Se você está acostumado com os JCM800s (2203/2204), vai se sentir em casa com esse pedal”, comentou VanHoosen. O guitarrista ressaltou que o Hesher V3 se destaca por ser uma excelente base sonora, permitindo ajustes precisos e interações com pedais de boost e equalizadores.

    No vídeo, VanHoosen utilizou diferentes configurações para demonstrar a versatilidade do Hesher V3. Seu setup incluiu guitarras Charvel Dinky e Jackson King V-Pro, ambas equipadas com captadores EMG ativos, passando por um pedalboard que incluía um Master FX EQFH (inspirado no Furman PQ3), um Grimm 3, e um Zuul Noise Gate. O som foi amplificado através do Fryette Power Station, combinado com um gabinete Marshall JCM800 com falantes Vintage 30s, microfonado no estilo Fredman com dois Shure SM57s.

    Para testar a interação do Hesher V3 com outros pedais, ele utilizou um Boss SD-1, um dos boosts mais tradicionais entre os guitarristas. “Isso é como manteiga de amendoim e geleia. O SD-1 empurra esse circuito Marshall-style com um ataque extra, trazendo aquele punch a mais”, explicou. VanHoosen ressaltou a importância de um preamp analógico como o Hesher V3 em meio à popularização dos equipamentos digitais. “Hoje em dia, os digitais dominam, mas o Shea [criador da This Heavy Earth] está criando pedais incríveis baseados em circuitos analógicos de estado sólido. E esse aqui soa matador”, afirmou. Ele destacou que, enquanto muitos equipamentos digitais podem apresentar clipping artificial e problemas de impedância, o Hesher V3 oferece uma resposta orgânica e natural.

    Para VanHoosen, o Hesher V3 é uma solução prática e eficiente para guitarristas que querem um som de Marshall sem precisar carregar um amplificador valvulado. “Se você é fã do som dos Marshall antigos, como eu, você precisa testar esse pedal. Ele tem tudo o que você precisa para um timbre clássico, com praticidade e qualidade sonora.” Com a crescente busca por soluções mais portáteis e versáteis no mundo da guitarra, o Hesher V3 se apresenta como uma alternativa poderosa, unindo a praticidade do formato pedal com o timbre lendário dos amplificadores britânicos. Para quem deseja um som pesado e dinâmico sem abrir mão do feeling analógico, o pedal da This Heavy Earth parece ser uma escolha certeira.

    Créditos da foto: Peter Beste

    Contatos:

    Site oficial: https://brycevanhoosen.com
    Facebook: https://www.facebook.com/brycevanhoosen
    Instagram: https://www.instagram.com/bvanhoosen
    YouTube: https://www.youtube.com/BryceVanHoosen
    Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

  • Bryce VanHoosen apresenta o melhor mod para guitarras com Floyd Rose

    Bryce VanHoosen apresenta o melhor mod para guitarras com Floyd Rose

    O guitarrista Bryce VanHoosen, da banda norte-americana Silver Talon e da banda da vocalista Leather Leone (ex-Chastain), revelou em seu canal do YouTube, um ajuste simples, mas revolucionário, para guitarras equipadas com Floyd Rose. Ele descreve o uso de calços ajustáveis como “o melhor, mais fácil e acessível mod” que os músicos podem realizar em suas guitarras. VanHoosen destaca a incoerência de guitarras como as da Jackson, que apresentam escalas de raio composto de 12″-16″ projetadas para facilitar a execução de solos, mas que frequentemente são combinadas com pontes Floyd Rose fixadas em um raio de 12″. Essa incompatibilidade, segundo ele, é como “instalar os pneus errados em um carro de corrida”.

    Assista ao vídeo:

    O ajuste proposto por Bryce consiste em adicionar pequenos calços às selas da ponte, permitindo que o raio da ponte combine com o raio composto da escala. “Com esses calços, podemos personalizar o raio da ponte, configurar a guitarra de forma mais eficiente e, em última análise, melhorar a tocabilidade”, explica o guitarrista. Ele enfatiza que a modificação não só é acessível, mas também oferece resultados surpreendentes.

    No vídeo, Bryce demonstra o processo em uma guitarra Jackson CD24 de 2019, detalhando a instalação de dois calços sob as cordas E (grave e aguda), um sob as cordas A e B, e deixando as cordas D e G inalteradas. O resultado é uma configuração que proporciona maior consistência na ação das cordas ao longo da escala, especialmente em regiões mais altas. “Após adicionar esses calços, você realmente sente a diferença. Parece muito melhor”, afirma.

    Bryce também aproveita para criticar a demora das empresas em oferecer soluções semelhantes. Embora fabricantes como Floyd Rose e Schaller tenham começado a produzir selas ajustáveis para diferentes raios, ele argumenta que o uso de calços é uma alternativa mais barata e prática. Ele conclui encorajando os espectadores a experimentarem o mod antes de investirem em novos componentes. Conhecido pelo seu trabalho com o SILVER TALON e agora também como guitarrista da icônica vocalista Leather, Bryce continua compartilhando dicas valiosas com músicos ao redor do mundo. Se você é fã de guitarras equipadas com Floyd Rose, este é um mod que vale a pena testar.

    Créditos da foto: Peter Beste

    Contatos:

    Site oficial: https://brycevanhoosen.com
    Facebook: https://www.facebook.com/brycevanhoosen
    Instagram: https://www.instagram.com/bvanhoosen
    YouTube: https://www.youtube.com/BryceVanHoosen
    Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br