Tag: Falchi

  • Katatonia chega a São Paulo em fase mais física e confiante ao vivo

    Katatonia chega a São Paulo em fase mais física e confiante ao vivo

    “Em relação ao novo álbum, temos mais confiança para fazer coisas ainda mais estranhas!”, comenta o guitarrista Nico Elgstrand

    O Katatonia nunca tratou sua própria identidade como uma fórmula imóvel. Entre densidade, melancolia e permanente depuração, a banda sueca transformou a mudança em linguagem e é esse novo momento que chega a São Paulo neste sábado, 21 de março, no Cine Joia, na turnê do 13º álbum, o reflexivo Nightmares as Extensions of the Waking State.  A noite terá abertura da Falchi, banda da guitarrista Jéssica Falchi, em seu primeiro show já com o EP de estreia Solace lançado.  A realização do show é da Powerline Music & Books. Ingressos no site da Fastix (clique aqui).

    O momento atual do Katatonia passa menos por ruptura do que por recalibragem. Em entrevista, o guitarrista Nico Elgstrand indica que a banda vive uma etapa de maior confiança no palco, com uma entrega mais intensa e física do que em outros momentos recentes.

    A performance ao vivo agora é muito mais física, com mais energia e mais saída. E, em relação ao novo álbum, acho que a gente tem mais confiança para fazer coisas ainda mais estranhas.

    A frase ajuda a localizar o show de São Paulo dentro de um processo mais amplo. O Katatonia segue reconhecível em sua tensão entre melancolia, densidade e contenção, mas a formação atual parece trabalhar esse repertório com outro impulso. 

    Nico não fala em reinvenção brusca, e sim em amadurecimento interno de uma banda que conhece melhor suas possibilidades e, por isso mesmo, consegue ampliar sua presença sem violentar a própria linguagem.

    Sua entrada no grupo foi guiada justamente por essa lógica. Em vez de chegar impondo contraste ou tentando “atualizar” o som da banda por fora, ele descreve um movimento de aproximação gradual, quase de estudo. 

    A banda existe há muito tempo, então não acho que seja meu lugar mudar demais a receita. A não ser quando se trata de música nova, minha função é fazer justiça ao que já existe. É uma música bem complexa, leva tempo para entrar nos dedos, mas isso também é o que torna tudo mais recompensador.” 

    Essa postura aparece também em sua relação com a execução. Nico valoriza não só o que se toca, mas o que se deixa respirar. Ao falar sobre guitarra, dinâmica e construção, ele aponta para uma dimensão central da música do Katatonia: a capacidade de produzir peso também a partir de pausa, ressonância e contenção.

    Depois de muitos anos fazendo isso, cheguei à conclusão de que, se consigo desligar o cérebro e simplesmente tocar, sentindo o que vai acontecer ou não acontecer, essa é uma estratégia muito mais eficiente. E o silêncio é muito, muito importante. Hoje tudo é muito histérico, muito corrido, e as pessoas não dão uma chance ao silêncio. Menos pode ser mais.

    É uma observação que ajuda a explicar por que o Katatonia permanece tão particular mesmo depois de décadas. Em vez de perseguir o impacto pelo acúmulo, a banda segue trabalhando atmosfera e tensão. No palco, isso significa músicas que avançam não apenas por peso ou volume, mas por arquitetura emocional, uma característica que o novo show, pelo relato de Nico, parece acentuar em vez de abandonar.

    Dentro do álbum mais recente, algumas faixas ganharam destaque especial para ele. “‘Thrice’ é muito divertida de tocar. Ela tem uma parte do meio muito legal e é uma música bem estranha, que passa por lugares diferentes de um jeito muito bom. ‘Lilac’ também foi desafiadora, e acho que acabou ficando muito representativa do álbum. E ‘In the Event Of’ tem algo muito espontâneo; é uma daquelas em que eu percebo que estou justamente com o cérebro desligado, do jeito que eu gosto.

    Ao mesmo tempo, Nico deixa claro que a apresentação em São Paulo não deve ficar restrita ao disco mais recente. A ideia é atravessar o catálogo da banda, trazendo músicas de fases diferentes sempre que possível. É aí que aparece um segundo traço importante desta turnê: a tentativa de equilibrar o novo momento com um repertório que já se tornou patrimônio emocional do público. 

    Quando fala dessas canções mais antigas, ele se permite um entusiasmo ainda mais solto. “Sempre amei ‘Old Heart Falls’. É uma música simples, mas incrível, muito Pink Floyd. E ‘Dead Letters’ tem arranjos de guitarra nos versos que são absurdamente legais. Mas é difícil escolher, porque tem muitas músicas muito boas. ‘Evidence’, por exemplo, é uma música incrível.

    Esse repertório amplo ganha um peso particular no Brasil, onde a banda volta a tocar diante de um público que Nico trata com evidente expectativa. Ele lembra que esta será sua segunda passagem pelo país com o Katatonia, fala da experiência anterior com entusiasmo e deixa claro que o show de São Paulo chega cercado de antecipação real dentro da própria banda.

    Adoraria passar três meses só no Brasil, porque a comida e as pessoas são incríveis. Da última vez foi insano, e agora a gente quer que seja mais insano ainda. Vamos tentar levar nosso melhor jogo para os palco, e espero que vocês façam o mesmo, porque juntos talvez a gente consiga transformar isso em uma noite de fato inesquecível.

    Por Erick Tedesco / Tedesco Mídia

    SERVIÇO | KATATONIA EM SÃO PAULO
    Data: 21 de março de 2026

    Horário: 18h (abertura da casa)
    Local: Cine Joia (Pça. Carlos Gomes 82, São Paulo, SP)
    IngressoFASTIX

  • Katatonia volta a São Paulo neste sábado (21) com repertório renovado

    Katatonia volta a São Paulo neste sábado (21) com repertório renovado

    “Temos músicas do novo álbum e o repertório está bem diferente da última vez que estivemos no Brasil”, revela Nico Elgstrand

    Katatonia retorna a São Paulo neste sábado (21 de março), no Cine Joia, em noite que marca mais uma passagem nacional de uma das bandas mais respeitadas do metal melancólico e atmosférico europeu. Com abertura da Falchi (nova banda da guitarrista Jéssica Falchi), o show chega embalado pela turnê de Nightmares as Extensions of the Waking State, trabalho mais recente dos suecos, e por um set que, segundo o guitarrista Nico Elgstrand, trará mudanças sensíveis em relação à última visita ao país.

    A guitarrista apresentará seu novo trabalho na abertura do Katatonia.

    A realização é da Powerline Music & Books.

    Ingressohttps://fastix.com.br/events/katatonia-em-sao-paulo

    Temos cerca de cinco músicas do novo álbum e o repertório está bem diferente da última vez que estivemos no Brasil”, afirma o músico, ao comentar a construção do setlist da atual turnê.

    Nico adianta que o público brasileiro pode esperar uma combinação entre material recente e momentos já consolidados do catálogo da banda.

    Entre as canções citadas por ele como parte do repertório atual estão “Soil’s Song” e “Lethean”, duas faixas de forte identificação com a trajetória mais melódica e emocional do Katatonia. Nico também menciona o desejo de incluir “Dead Letters”, além de destacar “Forsaker” como uma das músicas mais intensas de executar ao vivo.

    A defesa do novo álbum no palco, segundo o guitarrista, é parte central desta fase. “Eu sei que muita gente quer ouvir este ou aquele favorito, mas, como banda, nós também falamos muito sobre as músicas novas e sobre levá-las para o palco, porque gostamos delas”, resume.

    A fala ajuda a dimensionar o espírito desta turnê: um show que não se limita à nostalgia, mas que apresenta o Katatonia em movimento, sustentando o peso de sua discografia enquanto projeta a banda para o presente.

    A atual formação também reforça uma dimensão importante desta nova etapa do Katatonia no palco. Segundo Nico Elgstrand, o impacto ao vivo mudou de forma perceptível com a dinâmica de duas guitarras, já que o repertório da banda foi concebido dessa maneira.

    Todas as músicas são escritas para duas guitarras”, explica o músico, ao destacar que a formação atual produz “uma energia diferente” e uma sonoridade mais fiel à arquitetura das composições.

    Nico também lembra com entusiasmo da recepção brasileira nas passagens anteriores do grupo pela América do Sul. Ao recordar um dos shows da banda na região, ele relata um momento em que mal conseguia ouvir o que estava sendo tocado no palco por causa da resposta do público. Para São Paulo, a expectativa é de repetir essa intensidade em uma apresentação que promete unir atmosfera, densidade e repertório cuidadosamente equilibrado.

    Nightmares as Extensions of the Waking State

    Depois de mais de trinta anos de trajetória, o grupo liderado por Jonas Renkse reafirma sua relevância com um disco que equilibra peso, melancolia e experimentação, uma síntese das muitas fases de sua carreira, do death/doom inicial ao rock atmosférico e progressivo que definiu sua sonoridade atual.

    “Nightmares… é um álbum muito centrado nas guitarras”, explica Jonas. “Sabíamos que teríamos novos integrantes chegando, e quis criar algo que mostrasse essa nova energia dentro da banda.”

    O resultado é um Katatonia revigorado: riffs intensos, melodias hipnóticas e camadas instrumentais que alternam brutalidade e delicadeza. O disco marca também a estreia dos guitarristas Nico Elgstrand e Sebastian Svalland, que substituem o veterano Roger Öjersson e o cofundador Anders Nyström, encerrando um ciclo e abrindo outro com vigor renovado.

    Gravado entre uma igreja convertida no interior da Suécia e o estúdio próprio da banda em Estocolmo, o álbum reflete um período de introspecção de Jonas Renkse, que se aproximava dos 50 anos durante o processo de composição.

    SERVIÇO | KATATONIA EM SÃO PAULO
    Banda convidada: Falchi (show de lançamento do EP Solace)

    Data: 21 de março de 2026

    Horário: 18h (abertura da casa)

    Local: Cine Joia (Pça. Carlos Gomes 82, São Paulo, SP)

    EndereçoGoogle Maps

    IngressoFASTIX

  • Jéssica Falchi: influência progressiva guia a solar ‘Sunflare’, o 2º single

    Jéssica Falchi: influência progressiva guia a solar ‘Sunflare’, o 2º single

    Sunflare’ é a segunda de uma série de quatro músicas que a guitarrista brasileira lança até janeiro de 2026

    Outra faceta da guitarrista brasileira Jéssica Falchi é revelada em ‘Sunflare‘, o segundo single da nova banda Falchi: a música progressiva dá o tom com solos de guitarras cantados e timbres limpos e um refrão emocional.

    Ouça ‘Sunflare’ no streaming: https://onerpm.link/Sunflare

    Com ambientação solar, ‘Sunflare’ também ganhou videoclipe. Assista no canal de Youtube de Jéssica Falchi, que já ultrapassou os 104 mil inscritos: A direção, filmagem e edição é de Hideki Onuki (@eusouohideki). Confira o clipe clicando aqui.

    ‘Sunflare’, explica Jéssica, é uma imersão, leva pra muitos lugares diferentes e mostra a influência da música progressiva da guitarrista, uma admiradora confessa de Pink Floyd e de David Gilmour.

    Quis muito que essa faixa expressasse meu lado mais ‘feeling’, com solos de guitarra cantados, inspirados no mestre David Gilmour, que sempre foi e continua sendo uma referência forte na minha forma de tocar“, ela revela.

    Diferente do primeiro single, ‘Moonlance’, em que Jéssica trouxe o metal moderno com muito groove, ‘Sunflare’ traz mais reverbs e delays.

    Tem uma vibe bem esperançosa, por isso o nome, como se fosse uma música para, por exemplo, ouvir vendo um por do sol ou outras paisagens que confortam a alma“, destaca Jéssica.

    A produção, como todas as músicas da Falchi, é assinada por Jean Patton (ex-Project46).

    Todas as artes são assinadas por Lauren Zatsvar. “Cada animal foi escolhido de acordo com a sonoridade que fazia mais sentido para a música na minha cabeça“, completa Jéssica.

    Falchi, a banda

    Falchi é uma banda instrumental e, além da Jéssica, conta com João Pedro Castro no baixo e Luigi Paraventi na bateria. A guitarrista comenta sobre suas escolhas:

    João Pedro é uma das pessoas mais próximas e confiáveis que tenho por perto, fora que é extremamente competente. Temos um gosto musical muito parecido, o que encaixou perfeitamente no perfil do projeto. As linhas de baixo ficaram precisas, expressivas e com o protagonismo que eu gostaria que tivesse“.

    Na bateria, chamei o Luigi Paraventi, que trouxe ideias impecáveis e uma dinâmica rítmica incrível, incorporando elementos brasileiros com muita naturalidade. Ele conseguiu mesclar diferentes técnicas e dar a textura exata que as músicas precisavam.

    Vale mencionar o papel de Jean na produção. “O Jean produziu o trabalho e foi a primeira vez dele nesse papel, dando um significado ainda mais especial pra mim. Ele foi quem me encorajou e validou cada passo e me ajudou a transformar ideias em algo concreto“.

    Próximos Lançamentos

    Nos próximos meses, Jéssica Falchi lançará mais dois singles, cada música com um algo a mais que demonstra a técnica e feeling da guitarrista que hoje é admirada em todo o mundo.

    Cada música traz uma abordagem diferente e eu as vejo como bem distintas entre si, mas sempre partindo do princípio do rock/metal e tentando incluir uma pitada das referências brasileiras“, ela revela.

    O EP, com as 4 faixas, será lançado dia 23 de janeiro de 2026, data em que Jéssica estará presente na concorrida feira da indústria musical NAMM Show, em Los Angeles (EUA).

    A Biografia da Jéssica Falchi

    Guitarrista e compositora, Jéssica Falchi começou a tocar ainda na infância, inspirada por nomes que moldaram a linguagem da guitarra instrumental, como Joe Satriani, Steve Morse, Frank Gambale e Steve Vai. Com o passar do tempo, o metal entrou em sua vida e transformou sua forma de tocar e sentir a música. Do thrash ao progressivo, ela encontrou no instrumento uma maneira de expressar o que as palavras não alcançam.

    Após anos atuando em bandas cover e construindo uma presença marcante nas redes, incluindo vídeos que chamaram a atenção do próprio Metallica, Falchi ampliou sua trajetória tocando com Aquiles Priester e gravando com Elana Dara.

    Com mais de 300 mil seguidores no Instagram, a guitarrista foi anunciada como integrante fixa da Crypta, banda brasileira de death metal com a qual excursionou pelo mundo: tocou nas Américas, Europa e Ásia, consolidando-se como uma das guitarristas mais reconhecidas do cenário metal contemporâneo.

    Agora, Jéssica inicia um novo capítulo: sua carreira solo, marcada pela liberdade criativa e pela busca por uma sonoridade pessoal. Suas composições exploram o diálogo entre técnica e emoção, transitando por universos que vão do rock e do metal ao instrumental moderno, com influências de nomes como Intervals e Kiko Loureiro, além de referências a Iron Maiden, Metallica, Pink Floyd, Leprous e Vola.

    Acompanhe Jéssica Falchi nas redes

    www.instagram.com/falchi.jessica

    www.youtube.com/@falchi.jessica

    https://linktr.ee/JessicaFalchi

  • Jéssica Falchi estreia banda solo com a dinâmica ‘Moonlace’

    Jéssica Falchi estreia banda solo com a dinâmica ‘Moonlace’

    Moonlace’ é a primeira de uma série de quatro músicas que a guitarrista lança até janeiro de 2026

    A nova fase da internacional e prestigiada carreira profissional da guitarrista brasileira Jéssica Falchi (ex-Crypta) começa com ‘Moonlace’, a primeira de uma série de quatro músicas que ela lança até janeiro de 2026. O single de estreia é um metal moderno com melodias alegres e break pesado e já está disponível nas plataformas de streaming.

    Ouça ‘Moonlace’ aqui: https://onerpm.link/Moonlace

    ‘Moonlace’ também ganhou videoclipe, assista no canal de Youtube de Jéssica Falchi, que já ultrapassou os 102 mil inscritos:

    ‘Moonlace’, com produção de Jean Patton (ex-Project46), apresenta a carreira solo da guitarrista como Falchi, seu sobrenome. Segundo ela, foi a primeira composição deste projeto e a estrutura/construção musical mostra um metal mais acessível, bastante distinto do executado em sua ex-banda.

    “Soa mais como metal moderno, com melodias alegres, mas também tem um break pesado no meio da música, trazendo uma dualidade”, explica Jéssica.

    O início tem uma melodia de guitarra com wah, um dos efeitos preferido de Jéssica por conta de ter crescido ouvindo ídolos explorando o recurso. “Meu primeiro wah foi para tocar ‘Tender Surrender’ do Steve Vai na minha formatura de guitarra, e hoje uma das minhas maiores influências, Kirk Hammett, também é conhecido pelo uso desse efeito“.

    O single de estreia também inaugura as capas temáticas com animais brasileiros como inspiração. Moonlace traz um lobo guará. Todas as artes são assinadas por Lauren Zatsvar.

    Cada animal foi escolhido de acordo com a sonoridade que fazia mais sentido para a música na minha cabeça“, completa Jéssica.

    Falchi, a banda

    Falchi é uma banda instrumental e, além da Jéssica, conta com João Pedro no baixo e Luigi Paraventi na bateria. A guitarrista comenta sobre suas escolhas:

    João Pedro é uma das pessoas mais próximas e confiáveis que tenho por perto, fora que é extremamente competente. Temos o gosto musical muito parecido o que encaixou perfeitamente no perfil do projeto. As linhas de baixo ficaram precisas, expressivas e com o protagonismo que eu gostaria que tivesse“.

    Na bateria, chamei o Luigi Paraventi, que trouxe ideias impecáveis e uma dinâmica rítmica incrível, incorporando elementos brasileiros com muita naturalidade. Ele conseguiu mesclar diferentes técnicas e dar a textura exata que as músicas precisavam.

    Vale mencionar o papel de Jean na produção. “O Jean produziu o trabalho e foi a primeira vez dele nesse papel, dando um significado ainda mais especial pra mim. Ele foi quem me encorajou e validou cada passo e me ajudou a transformar ideias em algo concreto“.

    Próximos lançamentos

    Nos próximos meses, Jéssica Falchi lançará mais três singles, cada música com um algo a mais que demonstra a técnica e feeling da guitarrista que hoje é admirada em todo o mundo.

    Cada música traz uma abordagem diferente e eu as vejo como bem distintas entre si, mas sempre partindo do princípio do rock/metal e tentando incluir uma pitada das referências brasileiras“, ela revela.

    O EP, com as 4 faixas, será lançado dia 23 de janeiro de 2026, data em que Jéssica estará presente na concorrida feira da indústria musical NAMM Show, em Los Angeles (EUA).

    A Biografia da Jéssica Falchi

    Guitarrista e compositora, Jéssica Falchi começou a tocar ainda na infância, inspirada por nomes que moldaram a linguagem da guitarra instrumental, como Joe Satriani, Steve Morse, Frank Gambale e Steve Vai. Com o passar do tempo, o metal entrou em sua vida e transformou sua forma de tocar e sentir a música. Do thrash ao progressivo, ela encontrou no instrumento uma maneira de expressar o que as palavras não alcançam.

    Após anos atuando em bandas cover e construindo uma presença marcante nas redes, incluindo vídeos que chamaram a atenção do próprio Metallica, Falchi ampliou sua trajetória tocando com Aquiles Priester e gravando com Elana Dara.

    Com mais de 300 mil seguidores no Instagram, a guitarrista foi anunciada como integrante fixa da Crypta, banda brasileira de death metal com a qual excursionou pelo mundo: tocou nas Américas, Europa e Ásia, consolidando-se como uma das guitarristas mais reconhecidas do cenário metal contemporâneo.

    Agora, Jéssica inicia um novo capítulo: sua carreira solo, marcada pela liberdade criativa e pela busca por uma sonoridade pessoal. Suas composições exploram o diálogo entre técnica e emoção, transitando por universos que vão do rock e do metal ao instrumental moderno, com influências de nomes como Intervals e Kiko Loureiro, além de referências a Iron Maiden, Metallica, Pink Floyd, Leprous e Vola.

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