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  • Worst se apresenta no Dharma Sessions, do Kazagastão

    Worst se apresenta no Dharma Sessions, do Kazagastão

    O mais recente episódio do Dharma Sessions, apresentado por Gastão Moreira, recebeu Thiago Monstrinho, vocalista da banda WORST, para uma entrevista que celebrou a trajetória da banda. O vocalista trouxe ao programa a força e a intensidade do Hardcore, destacando o mais recente lançamento do grupo, o álbum Flesh, gravado no Dharma Studios. Além de performances ao vivo, Thiago compartilhou detalhes do processo criativo por trás do álbum e da turnê europeia que promoveu o trabalho. Gastão Moreira, acompanhado de Rodrigo Oliveira, proprietário do Dharma Studios e também amigo de Monstrinho, ressaltou a longa parceria entre o vocalista e o guitarrista César “Covero”, um dos destaques da banda. Para GastãoWORST representa o espírito resiliente do metal: “É uma banda que transforma dificuldade em combustível criativo”. O episódio, repleto de energia e reflexões, consolidou WORST como um dos nomes mais relevantes do cenário brasileiro no exterior.

    Com um lineup de peso, WORST é formado por Thiago Monstrinho nos vocais, César ‘Covero’ na guitarra, Bruno Santin na bateria e Adriano Kardec no baixo. Durante a conversa, Thiago revelou sua profunda conexão com a música e a banda, que ele define como “o combustível da vida”. Monstrinho é o único membro da formação original e contou sobre como iniciou sua carreira aos 10 anos, como baterista. Ele destacou que, ao longo de seis turnês pela Europa — a mais recente promovendo Flesh. Segundo Thiago, isso reflete uma característica mais acessível do mercado europeu para o estilo: “A estrada é parte da vida da banda, e fazer isso em países onde o metal é tão respeitado é um prazer imenso”. Ele admitiu que optou por compor os álbuns mais recentes em inglês para dialogar com o mercado global, mas que é mais natural escrever letras em português: “As expressões fluem melhor em português, mas conseguimos passar o que sentimos em qualquer idioma”.

    Monstrinho também compartilhou os bastidores da composição e gravação de Flesh, que ocorreu de janeiro a maio de 2025. A banda precisava finalizar o álbum antes da data limite de 6 de junho, cumprindo um cronograma intenso devido à turnê europeia, que começaria em Paris.

    No episódio, WORST apresentou três faixas ao vivo: ‘Inatingível’, ‘Flesh’ e ‘Vida Não Tem Dó’. As músicas demonstraram a habilidade da banda em equilibrar brutalidade sonora e profundidade lírica, evidenciando porque WORST é uma das principais representantes do metal brasileiro contemporâneo.

    Mais uma vez, o Dharma Sessions criou um palco para apresentar a intensidade e criatividade da cena musical brasileira. WORST entrega brutalidade e alma em cada nota, desafiando convenções e espalhando sua mensagem pelo mundo. O episódio reafirma a importância da banda no cenário internacional e é imperdível para fãs do metal.

    Assista abaixo o episódio:

    Foto de capa por Beatriz Barbi

     

  • Papangu e Gastão Moreira no Dharma Sessions

    Papangu e Gastão Moreira no Dharma Sessions

    Coletivo paraibano revoluciona convenções musicais no programa apresentado por Gastão Moreira

    O mais recente episódio do Dharma Sessions recebeu no estúdio de Rodrigo Oliveira uma das formações mais inovadoras da música brasileira contemporânea: PAPANGU, diretamente de João Pessoa, Paraíba. Em uma conversa profunda e esclarecedora com Gastão Moreira, o baixista e vocalista Marco Mayer apresentou a filosofia criativa de um coletivo que desafia todas as convenções musicais tradicionais. Gastão, conhecido por seu olhar aguçado para talentos emergentes, não poupou elogios ao definir PAPANGU como “uma das bandas mais originais dos últimos tempos”, destacando a capacidade única do grupo de transcender fronteiras estilísticas e regionais. O episódio rapidamente revelou a complexidade artística de uma formação que redefine o conceito de banda tradicional, apresentando uma proposta coletiva onde a individualidade de cada membro contribui para um mosaico sonoro verdadeiramente revolucionário.

    Durante a conversa, Marco Mayer explicou a estrutura não-hierárquica que define PAPANGU, uma formação completada por Hector Ruslan (guitarra/voz), Raí Accioly (voz/guitarra), Pedro Francisco (voz/guitarra/flauta), Rodolfo Salgueiro (voz/teclado) e Vitor Alves (bateria/percussão). “Não temos um frontman. Todos colocam seu próprio estilo,” enfatizou Marco, revelando uma filosofia que subverte a tradicional hierarquia das bandas de rock. Com quatro vocalistas regulares e ocasionalmente cinco, PAPANGU opera como um organismo musical democrático onde cada personalidade artística contribui para a identidade coletiva. Essa abordagem se reflete na fusão estilística que caracteriza o som da banda: uma mescla audaciosa de Jazz, Blues, Metal e Música Nordestina que desafia categorizações convencionais.

    Atualmente, Papangu está promovendo Lampião Rei, seu mais recente álbum conceitual que explora a figura histórica e mitológica do próprio cangaceiro. O projeto representa a materialização madura da proposta estética da banda, onde a narrativa regional se expande através de arranjos complexos e abordagens instrumentais inovadoras. Marco contextualizou a banda dentro da cena diversificada de João Pessoa, onde grupos como Hajem Kunk e Tela Azzu (carinhosamente apelidada de “Mars Volta Paraibano”) fogem dos padrões tradicionais. “O lance regional é muito natural para nós, “explicou o baixista, descrevendo como histórias do cangaço e tradições do cordel se entrelaçam organicamente com influências do jazz, noise e música progressiva.

    A banda que acompanha Marco Mayer nesta proposta inovadora demonstra versatilidade excepcional, com múltiplos instrumentistas assumindo funções vocais e criando texturas sonora sem constante transformação. Essa formação traz energia experimental aos trabalhos e às apresentações ao vivo, que continuam a surpreender audiências através de abordagens não-convencionais da performance musical.

    O episódio contou com performances ao vivo que capturaram a essência transformativa da proposta de PAPANGU. Foram apresentadas as faixas ‘Boi Tatá’, que evoca mitologias folclóricas através de texturas sonoras contemporâneas; ‘Maracutaia’, demonstrando a capacidade da banda de criar narrativas musicais complexas; e ‘Rito do Coração’, uma composição que sintetiza a espiritualidade regional com experimentação instrumental. Marco destacou como as versões ao vivo diferem das gravações: “Mudamos algo nos discos quando transferimos ao vivo – há muito improviso, tornando o show mais dinâmico.” As apresentações evidenciaram por que PAPANGU representa uma nova geração de artistas brasileiros que não se limitam por fronteiras estilísticas.

    A interação entre Marco Mayer e Gastão Moreira evidenciou o reconhecimento crítico que PAPANGU vem conquistando no cenário musical brasileiro. Com sua capacidade de identificar talentos inovadores, Gastão posicionou a banda como representante de uma evolução natural da música brasileira, onde a experimentação não abandona as raízes culturais, mas as recontextualiza através de linguagens musicais expandidas. A conversa revelou como o coletivo paraibano equilibra inovação e tradição, consolidando-se como uma das propostas mais autênticas da música nacional contemporânea.

    Dharma Sessions, mais uma vez, proporcionou um espaço único para apresentar a complexidade artística de uma formação que redefine os paradigmas da música brasileira. O episódio se estabelece como uma poderosa celebração da diversidade criativa que emerge do Nordeste brasileiro.

    Foto de Capa por Beatriz Barbi

    Assista ao episódio completo:

    Instagram: @kazagastao 
    Instagram: @dharma.studios

  • Black Pantera marca presença no Dharma Sessions com apresentação eletrizante

    Black Pantera marca presença no Dharma Sessions com apresentação eletrizante

    Banda mineira protagoniza o segundo episódio do projeto audiovisual conduzido por Gastão Moreira

    No segundo episódio do Dharma Sessions, Gastão Moreira, apresentador do canal Kazagastão, recebeu o power trio Black Pantera para uma conversa reveladora seguida de uma performance explosiva. O projeto audiovisual, sediado no Dharma Studios de propriedade do músico e produtor Rodrigo Oliveira (Korzus, Ready To Be Hated), continua sua missão de promover encontros significativos entre grandes nomes da música e  artistas em ascensão.

    Charles Gama, vocalista e guitarrista do Black Pantera, compartilhou detalhes sobre a formação da banda em Uberaba em 2014, quando convidou seu irmão Chaene da Gama (baixo) e Rodrigo “Pancho” Augusto (bateria) para dar vida ao projeto que rapidamente se tornou uma das vozes mais potentes do rock brasileiro. Com uma trajetória marcada por posicionamentos contundentes contra o racismo e a desigualdade social, o trio conquistou reconhecimento nacional e internacional.

    “Nossa música sempre foi um instrumento de luta e resistência. Cada show, cada canção é uma oportunidade de trazer à tona discussões necessárias sobre a realidade do povo preto no Brasil e no mundo”, afirmou Charles durante a conversa com Gastão.

    O vocalista relembrou os desafios iniciais da banda: “Foi difícil comprar uma pedaleira, uma guitarra, passamos por todos perrengues que você possa imaginar. A gente fez até rifa para poder produzir o nosso primeiro álbum.”

    Sobre a identidade musical do grupo, explicou: “Sentimos falta de bandas falando sobre certos temas, a musicalidade, a questão de sermos um power trio, que consegue moldar as músicas em diversos níveis. Montamos o Black Pantera para ser algo que misture tudo que a gente gosta.”

    Com orgulho do impacto que têm causado, Charles complementou: “A gente é pose da molecada hoje em dia. Todo dia tem uma mensagem lá legal de pessoas se inspirando na gente. Ficam falando que o rock morreu, porra a gente não tá num Faustão da vida, mas estamos vivos – o underground está vivo! Tem tanta coisa legal acontecendo no underground que você nem consegue acompanhar.”

    Após o bate-papo, o Black Pantera tomou o estúdio para uma performance visceral de três músicas: ‘Candeia’, ‘Seleção Natural’ e ‘Fudeu’. A apresentação demonstrou a potência sonora e a mensagem contundente que têm levado o grupo a conquistar espaços importantes na cena musical brasileira e internacional, incluindo o lançamento recente do aclamado álbum Perpétuo (2024).

    Assista ao episódio completo do Dharma Sessions com Black Pantera:

    O Dharma Sessions segue consolidando-se como um espaço privilegiado para a música brasileira, combinando a experiência de Gastão Moreira como comunicador e a excelência técnica do Dharma Studios de Rodrigo Oliveira. O projeto oferece aos espectadores uma experiência imersiva no universo dos artistas convidados, com entrevistas aprofundadas e performances exclusivas que capturam a essência de cada banda.

    Para mais informações sobre os próximos episódios e convidados do Dharma Sessions, acompanhe as redes sociais oficiais @kazagastao e @dharma.studios.

  • Velvet Chains estreia o Dharma Sessions com apresentação de Gastão Moreira

    Velvet Chains estreia o Dharma Sessions com apresentação de Gastão Moreira

    No episódio inaugural do Dharma Sessions, Gastão Moreira, que hoje possui o canal Kazagastão, recebeu a banda internacional Velvet Chains para um bate-papo descontraído seguido de uma performance exclusiva. O novo formato audiovisual, sediado no Dharma Studios de propriedade do músico e produtor Rodrigo Oliveira (Korzus, Ready To Be Hated), promete trazer encontros únicos entre grandes nomes da música e artistas em ascensão.

    Nils Goldschmidt, baixista da Velvet Chains, compartilhou detalhes sobre a formação do grupo em Las Vegas e a trajetória meteórica que os levou a dividir palcos com gigantes do rock como Stone Temple Pilots e Slash ft. Myles Kennedy and the Conspirators. Com entusiasmo, Nils relembrou a experiência marcante da banda no Summer Breeze Brasil em 2023, evento que consolidou a conexão do grupo com o público brasileiro.

    “Nossa história começou de forma despretensiosa, mas rapidamente ganhamos espaço no cenário do rock atual”, explicou Nils durante a conversa com Gastão. O músico detalhou o início de suacarreira que começou com uma colaboração inusitada de um dos integrantes do Guns N Roses, Richard Fortus, na faixa Tatooed que o motivou a seguir na carreira musical.

    Após o bate-papo, Velvet Chains tomou o estúdio para uma performance enérgica de três músicas, incluindo seu mais recente single ‘Ghost In The Shell’. A apresentação demonstrou a potência sonora que tem conquistado fãs ao redor do mundo e justificou o rápido crescimento da banda no circuito internacional de rock.

    Assista ao episódio completo do Dharma Sessions com Velvet Chains:

    Além das performances musicais, o Dharma Sessions promete trazer aos espectadores uma experiência imersiva no universo dos artistas convidados, com entrevistas aprofundadas, bastidores de gravações e momentos exclusivos. O projeto representa a união da experiência de Gastão Moreira como comunicador e a excelência técnica do Dharma Studios de Rodrigo Oliveira, criando um novo espaço para a música brasileira e internacional.

    Para mais informações sobre os próximos episódios e convidados do Dharma Sessions, acompanhe as redes sociais oficiais @kazagastao e @dharma.studios.