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  • Fishead: Banda revela capa e data de lançamento do novo single

    Fishead: Banda revela capa e data de lançamento do novo single

    A estreia do novo single está definida!
    No dia 21 de setembro de 2021 a Fishead vai lançar o novo single que se chamará “I’ve Lost My Way” e estará disponível em todas as plataformas de streaming.
    Fishead é uma banda de Metal Progressivo, oriunda de São José dos Campos/SP, reconhecida pela qualidade técnica e criatividade em sua musicalidade. A banda acaba de revelar a capa e nome do novo single que será disponibilizado em todas as plataformas de streaming no dia 21 de setembro de 2021.
    O novo single chama-se “I’ve Lost My Way” e com a capa deste single já estréia a nova logo da Fishead.
    A nova logo vem para marcar uma nova fase de lançamentos que estão preparando para os fãs da banda.
    Red Bill, Jezer e eu estamos atualmente focados no terceiro álbum da Fishead, produzindo novas canções muito alinhadas com o peso de nosso segundo álbum: In My Hell. Queremos alcançar a mesma qualidade do nosso projeto anterior e nos inspirar em bandas de Prog e Heavy Metal que vem nos influenciando há tantos anos”, disse Alex Ávila (baixista Fishead).
    Dia 21/09 – Terça Feira
    Lançamento oficial do single:
    “I’ve Lost My Way”
    Confira a Ficha Técnica:
    ——————————————-
    Guitarra: @redbill.official
    Baixo: Alex Ávila @alex_avila_fisheadbass
    Vocal: @jezerferris
    Bateria: @lufehbatera (@lufehband / OpusV / Oficina G3 / Katsbarnea).
    Autores: 
    Redbill / Jezer Ferris
    Mixagem e Masterização: 
    Havoc Metal Studio – Argentina
    Engenheiro de Som: 
    David Prosperi 
    Participação especial:
    LUFEH (Lufeh Band)
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    Facebook: 
  • Válvera colhendo frutos sem perder identidade

    Válvera colhendo frutos sem perder identidade

    Os Neo Thrashers paulistas do VÁLVERA disponibilizaram em seu canal oficial no YouTube um vídeo especial em comemoração a primeiro ano de lançamento do mais recente álbum da banda, o aclamado e eleito um dos melhores álbuns do ano pelos fãs e mídias especializadas, “Cycle Of Disaster”.

    Assista “1 Ano de Cycle Of Disaster”

    Por conta de todas as críticas positivas pelo mundo, Glauber Barreto (vocal/guitarra), Rodrigo Torres (guitarra), Gabriel Prado (baixo) e Leandro Peixoto (bateria) obtiveram uma enorme exposição mundial que, com muito trabalho mesmo com a falta de shows devido a pandemia do #covid19, proporcionou à banda participar de várias festivais online, muitas entrevistas, lives, execuções de suas músicas em rádios e web rádios em mais de 50 países e até participações em programas de TV, como por exemplo o programa Revista de Sábado da TV TEM, filial da Rede Globo, que cobre 50% do território do Estado de São Paulo, alcançando 318 municípios e com potencial de impactação de até 8,6 milhões de telespectadores! É sucesso que fala, não é?

    Gravado no Dual Noise Studio, em São Paulo, “Cycle Of Disaster” foi produzido pela própria banda em conjunto com o produtor Rogério Wecko, também responsável pela masterização, mixagem e engenharia de som, com arte de capa a cargo do renomado designer Marcelo Vasco (Slayer, Machine Head, Kreator) e foi lançado em agosto de 2020 via Brutal Records (EUA e Canadá), Plastic Head (Europa) e Voice Music (Brasil).

    “Esse álbum é um trabalho cheio de conceitos, abordando várias tragédias, desastres e catástrofes que fazem parte da história do Brasil de forma nunca vista antes. Trouxemos temas profundos que, apesar do conteúdo histórico e local, não deixa de ser moderno e atual”, explicou Glauber Barreto. “Além da parte lírica, este trabalho é mais evoluído, pesado e moderno do que os álbuns anteriores, então, sem nenhum receio, decidimos nos arriscar, explorando ainda mais vertentes no metal e trabalhando com afinações diferentes nas guitarras e baixo. Pisamos em novos territórios, mas não perdemos nossa identidade”, acrescentou Rodrigo Torres.

    O mais novo videoclipe de “The Damn Colony”, faixa presente em “Cycle Of Disaster”, baseada na horrenda história do Hospital Colônia de Barbacena (MG) é conhecida como o “Holocausto Brasileiro”, alcançou a incrível marca de quase 30.000 visualizações em 4 meses!

    Confira “The Damn Colony”

    Conheça mais sobre as temáticas abordadas em “Cycle Of Disaster”

    “Cycle Of Disaster” encontra-se à venda em CD físico nas melhores lojas especializadas e, também, disponível nas tradicionais plataformas mundiais de streaming.

    Ouça VÁLVERA em:

    YouTube: www.youtube.com/valveraoficial
    Apple Music: https://music.apple.com/br/artist/valvera/1043332035
    Bandcamp: https://valvera.bandcamp.com
    Soundcloud: https://soundcloud.com/valvera-music
    Spotify: https://open.spotify.com/artist/3S87lwfQs6K1O1WsQrpPhz
    Deezer: www.deezer.com/br/artist/8945888
    Napster: https://br.napster.com/artist/valvera
    Amazon Music: https://music.amazon.com/artists/B015TRXRMG

    Mídias Sociais:

    Site: www.valvera.com.br
    Loja Virtual: www.valvera.lojavirtualnuvem.com.br
    Facebook: www.facebook.com/bandavalvera
    Instagram: www.instagram.com/valveraband
    Twitter: twitter.com/valvera_oficial

  • Repressor lança clipe do single “O Homem no Castelo de Vidro”, com mensagens políticas e antifascistas

    Repressor lança clipe do single “O Homem no Castelo de Vidro”, com mensagens políticas e antifascistas

    Dois anos após o lançamento do aclamado álbum “Agonia” (2019), a Repressor, um dos nomes mais importantes do thrash metal brasileiro, está de volta com sua sonoridade moderna que une o peso do heavy metal com a riqueza de diferentes estilos de música brasileira como o baião e outras sonoridades nordestinas.

    Com influências distintas que vão de Slayer a Zé Ramalho, o quarteto da cidade de Niterói (RJ) lançou nessa sexta-feira, 20 de agosto, o clipe do single inédito “O Homem no Castelo de Vidro”, dirigido por Gabriel Russel, baterista da banda.

    O novo clipe mostra que a banda está em sua melhor forma enquanto se prepara para o lançamento do 5º disco de estúdio, previsto ainda para esse ano.

    Tanto a intensa produção do clipe quanto a forte mensagem política da letra escrita pelo guitarrista Caio Kattenbach colocam a Repressor como uma das principais cabeças pensantes das mazelas da sociedade brasileira dentro da cena do metal hoje em dia.

    “Estamos muito contentes com o grande lançamento de ‘O Homem no Castelo de Vidro’. Desde que começamos a trabalhar na música, logo me apaixonei por ela. Como tudo que fazemos, a mensagem é política, mas também antifascista”, revela o guitarrista Caio Kattenbach.

    O título “O Homem no Castelo de Vidro” foi inspirado no cultuado livro de ficção científica “O Homem do Castelo Alto”, de Phillip K. Dick, que fala sobre uma distopia onde a Alemanha nazista venceu a Segunda Guerra.

    Caio dá mais detalhes: “A ideia geral é passar uma noção de que a sociedade possui certezas frágeis como um teto de vidro. A música também foi inspirada em um vazamento de escuta nas investigações da morte da Marielle Franco, onde Bolsonaro era citado como ‘o cara da casa de vidro’”, completa.

    Confira abaixo a capa do novo single “O Homem No Castelo de Vidro”

    Originalmente fundado em 2006, a Repressor renasceu em 2015 com uma nova formação, mas com o mesmo ideal de abraçar ritmos e melodias genuinamente brasileiros como o baião e o forró, juntamente com o peso e a velocidade do thrash metal

    A Repressor é formado por Guilherme Marchi (Guitarra e Vocal), Gabriel Russel (Bateria), Gabriel Belão (Baixo) e Caio Kattenbach (Guitarra).

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  • Desalmado lança clipe em animação sobre vazio da existência humana

    Desalmado lança clipe em animação sobre vazio da existência humana

    Desalmado, quarteto de Death Grind de São Paulo, lança o clipe de “Across the Land”, música do álbum “Mass Mental Devolution” que tem data de lançamento anunciada para o dia 8 de outubro de 2021. “Across the Land” é o primeiro videoclipe da banda em animação, sendo o terceiro single lançado do próximo LP.

    Assista Across the Land

    O filme foi dirigido por Walter de Andrade, que trabalhou com a banda no videoclipe da música “Hollow”. De acordo com o vocalista Caio Augusttus, o diretor conseguiu captar toda essência da ideia original da banda para o vídeo. “Nós tínhamos a ideia de filmar alguém em vários lugares, com vários contextos nessa busca iminente por um lugar no mundo. O Walter vem fazendo os nossos clipes e pediu autorização para criar essa animação. A gente consentiu e ele se jogou de cabeça, era algo que nós não tínhamos dimensão do que esperar, mas particularmente me surpreendeu demais, nós não teríamos como filmar em lugares como o proposto por ele, ficou fantástico, acima das expectativas!“, conclui o músico.

    Capa de Mass Mental Devolution

    As imagens de um personagem caminhando e vagando por diversos cenários de um mundo despovoado são apresentadas ao lado de cenas da banda tocando a música. Sobre a perspectiva lírica, Caio comenta que “a letra trata da busca por um lugar, uma terra, um tempo, afundando no vazio que habita em qualquer um de nós nos momentos mais difíceis que vivemos durante a nossa existência. É uma música baseada no fardo que é enfrentar as dificuldades do mundo“.

    “Across the Land” também foi lançada nesta quinta-feira, dia 2 de setembro, nas principais plataformas de streaming. Para o baixista Bruno Teixeira, a faixa é uma das mais fortes do disco. “Assim que nós terminamos de compor a música já estava claro pra mim que ela seria um dos destaques do álbum. Sempre que tocamos este som no ensaio fica nítido que ela tem uma energia muito forte, não vejo a hora de poder apresentá-la ao vivo!“, comenta. 

    Ouça Across the Land: https://bfan.link/across-the-land

    Sobre o Desalmado

    Desalmado é uma das principais e mais atuantes bandas do cenário da música extrema no Brasil. O grupo surgiu em 2004 na cidade de São Paulo, tendo se apresentado em centenas de shows e diversos festivais em todas as regiões do Brasil e na Europa.

    A banda traz na temática de suas letras questionamentos políticos, sociais e reflexões sobre a natureza humana. Os últimos lançamentos da banda expõem as entranhas de um mundo perverso e alienado subserviente a um sistema manipulado pelas classes dominantes.

    O próximo álbum Mass Mental Devolution terá distribuição digital realizada mundialmente pelo selo europeu Blood Blast Distribution. As versões físicas no Brasil e América Latina serão produzidas pela Xaninho Discos, Sana Maior Records e Shinigami Records. Já na Europa, será lançado em fita cassete e CD com faixas bônus pela Gruesome Records.

    Desalmado é:

    Caio Augusttus – Vocal
    Estevam Romera – Guitarra
    Bruno Teixeira – Baixo
    Ricardo Nützmann – Bateria

    Discografia:

    Hereditas – 2008
    Desalmado – 2012
    Estado Escravo – 2014
    In Grind We Trust – 2016
    Save Us From Ourselves – 2018
    Rebelião – 2020
    Mass Mental Devolution – 2021

    Links relacionados

    Site: desalmado.com
    YouTube: Youtube.com/Desalmado
    Instagram: instagram.com/desalmado.band
    Facebook: fb.com/desalmado.band
    Twitter: twitter.com/desalmado
    TikTok: tiktok.com/@desalmado.band
    Xaninho discos: xaninhodiscos.com.br

  • Cactek: Com influências de Carcass, projeto carioca de Death Metal lança single e lyric video

    Cactek: Com influências de Carcass, projeto carioca de Death Metal lança single e lyric video

    Foi lançando no dia 27 de agosto o single “Spam With a Plan”, estreia do projeto de Death Metal CACTEK, liderado pelo guitarrista carioca Pedro de La Rocque. Conhecido pelo seu trabalho solo voltado ao Instrumental/Fusion, o músico também possui uma grande bagagem metálica com sua antiga banda Masterplan, surgida no Rio de Janeiro no final da década de 1990. Com planos de lançar mais um single em breve, o CACTEK deverá ter seu primeiro EP disponibilizado no primeiro semestre de 2022. Dentre as influências de La Rocque estão bandas como Death, Kreator, Testament e principalmente Carcass, muito sentida neste primeiro single. A música foi inteiramente gravada durante a pandemia, e segundo o músico, as dificuldades impostas por ela acabaram facilitando tanto a composição quanto a gravação.  La Rocque conta que “se, por um lado, o perrengue todo estimula a criatividade e a necessidade de me expressar, por outro, as incertezas desse período acabaram me dando uma pressa, uma urgência de concretizar esse projeto. Tive que dividir o gás entre a composição e o estudo de técnicas de mixagem adequadas, mas contei com o auxílio do Jacob Holm-Lupo que, muito generosamente, orientou detalhes da mixagem que a minha falta de experiência não me permitiam resolver. Quando nós dois achamos que a faixa estava no ponto, ele cuidou da masterização”. 

    A pandemia também ajudou a trazer o músico de volta ao Heavy Metal, embora ele nunca tenha o deixado de lado, como explica a seguir: “Voltar ao som pesado foi um alívio. Toco em bandas desde o final dos anos 90, comi muito capim e a coisa sempre acabava morrendo na praia por azar, por imaturidade minha ou dos outros membros, falta de grana, etc. Acho que, quando garoto, eu também depositava muito as minhas fichas no eventual retorno financeiro dessas bandas — e isso gerava muita pressão. Sem contar a competição francamente tóxica que rolava no underground. Tudo isso foi me saturando muito. Eu nunca deixei o Metal de lado, mas, sim, experimentei bastante com outros estilos. Engraçado que, a cada trabalho, minha esposa dizia: “muito bom, mas quando você vai voltar a fazer Metal?” Eventualmente, tive a sorte enorme de ser chamado pelo Jacob para gravar a guitarra lead em uma faixa do Telepath, e a experiência foi tão mais prazerosa que ficava difícil fugir da constatação de que a Camila estava certa. Pouco depois, a proximidade dos 40 anos e a pandemia realmente me fizeram pesar as coisas e pensar “bem, quando eu morrer, o que eu vou lamentar se não fizer?” — e a resposta foi, nitidamente, o Cactek. Decidi fazer o meu Metal, nos meus termos, sem prestar contas a ninguém. Então, é isso: tô de volta pra valer e não vou parar”.

    “Spam With a Plan” foi escrita, gravada e mixada pelo próprio músico, enquanto a masterização ficou a cargo do produtor norueguês Jacob Holm-Lupo, do Dude Ranch Studio (https://www.duderanchstudio.com). A intrigante capa do single foi desenhada pelo artista gráfico João Antunes Jr. (www.antunesketch.artstation.com), e representa um “homem-cacto”. O guitarrista deu mais detalhes sobre a parceria: “Quando entrei em contato com o João Antunes pela primeira vez, eu já acompanhava o trabalho dele havia algum tempo. Então, conversamos bastante sobre o conceito da banda e a intenção de personificar o Cactek num homem-cacto. O resultado foi o encarte do EP, que ficou fantástico e tá guardadinho aqui enquanto a gravação rola. Meses depois, quando notei que seria necessário lançar um single antes do EP para colocar o projeto no mapa, o processo foi ainda mais simples. Sinceramente, enquanto o João topar, toda a arte do Cactek ficará nas mãos dele”. 

    Em entrevista para o site português Mundo das Guitarras (disponível em https://www.mundodasguitarras.pt/cactek-subsolo), Pedro de La Rocque explicou o que o mascote representa: “O personagem representa como me sinto perante uma sociedade corrupta e religiosa. A sua pele grossa e com espinhos é uma defesa contra o ambiente hostil. Para além disso, todas as faixas são muito pessoais, portanto aquele gajo verde está completamente alinhado com a música”. 

    Assista ao lyric vídeo de “Spam With a Plan”:

    Ouça “Spam With a Plan” no Bandcamp:


    Créditos da foto: Divulgação

    Contatos:

    Bandcamp: https://cactek.bandcamp.com
    Youtube: https://bit.ly/CactekYT
    Facebook: https://www.facebook.com/Cactek
    Instagram: https://www.instagram.com/cactek
    Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

  • Living Metal antecipa seu novo álbum com o single “It’s Only About Heavy Metal”

    Living Metal antecipa seu novo álbum com o single “It’s Only About Heavy Metal”

    LIVING METAL, grupo brasileiro de Heavy Metal clássico, acaba de mostrar ao mundo um novo material audiovisual. Este é o videoclipe da música “It’s Only About Heavy Metal”. Ele representa uma prévia do próximo LP de estúdio da banda “Do You Believe in Steel?”, Que será lançado no dia 29 de setembro. O conteúdo audiovisual recente foi produzido por Lauro Nightrealm e gravado e mixado no Casanegra Studio, por Rafael Augusto Lopes.

    Neste novo lançamento, os músicos deixaram suas sensações:

    Rafael Romanelli, guitarrista, deixou seu ponto de vista sobre o assunto: “Acho que esse momento é muito importante para a banda, porque não foi fácil fazer esse trabalho. Demorou mais de 2 anos trabalhando nesse álbum, mesmo em a atual situação de pandemia., que tem dificultado muito as coisas. Poder iniciá-la é algo muito satisfatório, apesar de ser a primeira música do nosso primeiro álbum completo, com a banda completa, com todos gravando sua parte como banda e não como no EP que parecia mais um projeto.

    Pedro Zupo, a voz da banda, falou sobre o novo vídeo: “It’s Only About Heavy Metal” é muito mais que uma música, é um resumo da proposta da banda. Nos dias de hoje repletos de ódios, julgamentos e preconceitos, o Heavy Metal deve ser o nosso grito de liberdade, onde possamos nos refugiar e nos divertir. Living Metal é sobre isso, sobre o prazer de ouvir boa música enquanto bebe uma cerveja gelada. Eu sinto que conseguimos sintetizar isso nesta faixa. Estou ansioso para que as pessoas possam ouvir não apenas essa música, mas todas as músicas de ´Do You Believe in Steel? ´, o novo álbum.”

    LIVING METAL é uma banda de Metal originária de São Paulo, Brasil e, formada por Rafael Romanelli em 2018, com o objetivo de ser o expoente brasileiro do heavy metal tradicional mundial. O nome da banda tem dois significados possíveis: “Metal que vive” ou “Metal como forma de vida”. Ese es el resumen perfecto de la propuesta de Living Metal, que busca rescatar el acercamiento del heavy metal como forma de entretenimiento (alcohol, motos, viajes, sexo, etc.), inspirado en grupos clásicos como Judas Priest, Manowar, Accept, Saxon e muito mais.

    O primeiro EP da banda, também chamado de “Living Metal”, foi lançado em outubro de 2018, com os singles e videoclipes “Fire On Two Wheels” e “Hail The True Metal”, que teve diversas participações especiais como: Jackie Chambers (Girlschool ), Steve Morrison (Tysondog), Matthew Graham (Blitzkrieg), Scala Mercalli, Torture Squad, Vitinho Rodrigues (ex-Torture Squad e ex-Voodoo Priest), Pastore, Fernanda Lira (Crypta) e Prika Amaral (Nervosa). O primeiro trabalho teve repercussão na mídia especializada e atraiu a atenção de diversos promotores ao redor do mundo. Desta forma, Living Metal foi convidado a dividir o palco com lendas do gênero como Picture, Raven, Leather Leone, Whiplash, Skull Fist, Air Raid, Warhammer, Vulcano e Torture Squad.

    Em setembro de 2019, o Living Metal deu continuidade ao trabalho e lançou com a banda Torture Squad o álbum “Living for Torture”. Esse split conta com três músicas do último EP e duas novas faixas, uma delas chamada “Where Satan Is Falling”, que também deu origem a um videoclipe que contou com Mayara Puertas, cantora do Torture Squad.

    Em maio de 2020, a coletânea “Hail The World Metal”, liderada pelo Living Metal, reuniu 23 bandas de 21 países diferentes. Em seguida, com a chegada da pandemia Covid-19, a banda precisou reorganizar sua forma de trabalhar, dada a situação de saúde atual. Assim, o grupo teve a iniciativa de convidar músicos e bandas de outros países para uma série de colaborações a fim de cobrir clássicos do metal. Essas gravações foram lançadas no canal da banda no YouTube e também estão disponíveis nas principais plataformas de streaming.

    Ao se manter ativo mesmo com as restrições impostas pela pandemia, o Living Metal atingiu seu objetivo de continuar a divertir seus fãs. O trabalho foi reconhecido com convites para o Roadie Crew Online Fest (festival da maior revista de metal do Brasil), e também por três transmissões ao vivo com bandas consagradas da cena brasileira, como Krisiun, Scars e The Law Kill Destroy.
    Living Metal tem como foco seu primeiro álbum de estúdio, com lançamento previsto para 29 de setembro de 2021, com 10 músicas brutais que mostram a força de uma banda de classe.

  • Eloy Fritsch: Discografia é disponibilizada nas plataformas digitais

    Eloy Fritsch: Discografia é disponibilizada nas plataformas digitais

    Já está liberada no Spotify e demais plataformas digitais a discografia do premiado compositor gaúcho ELOY FRITSCH, membro fundador da banda gaúcha de Rock Progressivo Apocalypse e de extensa carreira solo. A música instrumental é melódica, majestosa, épica, formada por texturas orquestrais criadas por sintetizadores, vocoder, vozes, sequências eletrônicas e percussão. Uma música cósmica e de grande elevação espiritual. A discografia solo já conta com 15 álbuns lançados entre os anos de 1996-2021. Através desses lançamentos sua música continua a se propagar em todo o Brasil e além. Vários dos principais álbuns solo lançados nesses 25 anos estão disponibilizados na internet. São eles: “Dreams” (1996), “Behind the Walls of Imagination” (1997), “Space Music” (1999) “Cyberspace” (2000), “Mythology” (2001), “Atmosphere – Eletronic Suite” (2003), “Landscapes” (2005), “Past and Future Sounds” (2006), “The Garden of Emotions” (2009), “Exogenesis” (2012), “Spiritual Energy” (2014), “Sailling to the Edge” (2017) e “Moment in Paradise” (2020).

    Ouça “Moment in Paradise” no Spotify:

    O último álbum da carreira solo, intitulado “Cosmic Light”, lançado no início de 2021, no momento está disponível em CD físico e digital em lojas da Europa e pelo site Bandcamp, que permite a audição das faixas: https://eloyfritsch.bandcamp.com. Sylvain Lupari do site SynthSequences.com, não poupou elogios sobre “Cosmic Light“: “Este é um ótimo álbum de 60 minutos que deve agradar a um público apaixonado por esse rock eletrônico progressivo e sinfônico. “Cosmic Light” tira proveito da grande diversidade cultural da carreira solo de Eloy Fritsch em 60 minutos em que nossas orelhas voam de um título para o outro. De um prazer para o outro!”. Para ler a resenha completa, acesse:  https://www.synthsequences.com/post/eloy-fritsch-cosmic-light-2020. Também vale a pena visitar o site oficial do músico, que foi reformulado e traz as novidades incluindo toda a discografia, resenhas, entrevistas publicadas em revistas brasileiras, músicas, vídeos, fotos e imagens dos encartes dos álbuns lançados em CD.

    Ouça “Excalibur”, do álbum “Mythology” (2001):

    Créditos das fotos: Divulgação

    Contatos:
    Site: www.ef.mus.br
    Youtube: https://www.youtube.com/user/effsynth
    Facebook: https://www.facebook.com/eloy.fritsch
    Instagram: https://www.instagram.com/eloyfritsch_official
    Bandcamp: https://eloyfritsch.bandcamp.com
    Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

  • Heretic: banda estreia oficialmente seu novo álbum de estúdio “Feast”

    Heretic: banda estreia oficialmente seu novo álbum de estúdio “Feast”

    Um dos principais nomes do Metal Nacional na atualidade, a banda goiana Heretic está lançando hoje o seu mais novo álbum, “Feast”. O novo trabalho está sendo disponibilizado pelas gravadoras Soman Records e Treehouse Records, tanto no formato físico, em uma versão digipack, quanto em formato digital, através das principais plataformas de streaming, e de download digital.

    Além da sua formação, que conta com o português Erich Martins (voz) e os brasileiros Guilherme Aguiar (guitarrista) e Laysson Mesquita (baixo fretless), “Feast” contou com uma série de participações especiais. O guitarrista Luis Maldonalle registrou os solos das músicas “Sacred Sea”, “Powerless” e “Whistleblower”, o guitarrista Nym Rhosilir é responsável pelo solo em “The Storm”, enquanto Thiago Tsuruda fez o solo em “Tenderness”. Já “Sudden Awakening” contou com a participação do tecladista Pete Mush. Para encerrar, a bonus track do álbum, uma cover para “Anno Mundi”, do Black Sabbath, contou com o baterista Junão Cananeia e o tecladista Rodolfo Sproesser.

    “Feast” já se encontra disponível nas principais plataformas de streaming musical, e pode ser ouvido aqui através do link abaixo.

    Heretic:
    Erich Martins: voz

    Guilherme Aguiar: guitarra, sintetizadores, orquestrações, programação, instrumentos orientais, percussões
    Laysson Mesquita: baixo fretless

    Mais Informações:

    Site: http://heretika.wixsite.com/hereticbrazil
    Facebook: https://www.facebook.com/heretic.project/
    YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCtWfyb7S63Wma75Y22RSgwA
    Roadie Metal Press: http://144.217.7.140/press/heretic/

  • White Stones, à venda “Dancing Into Oblivion”.

    White Stones, à venda “Dancing Into Oblivion”.

    Depois que o lançamento do primeiro álbum “Kuarahy coincidiu com a explosão da pandemia mundial e todas as consequências que ela gerou, o WHITE STONES, projeto do baixista do OPETHMartín Mendez, está de volta com o seu segundo trabalho “Dancing Into Oblivion que traz um som mais compacto.

    Os tópicos abordados neste segundo álbum baseiam-se nos sentimentos que o próprio Martín afirma ter vivido durante o confinamento imposto pela pandemia da Covid-19. É o meu ponto de vista, dos sentimentos que tive durante o período confinado neste estranho ano. Aproveitei bem o momento e estou muito animado com isso”, revela o músico.

    Os altos e baixos emocionais que uma situação como essa pode gerar se refletem no álbum. Méndez explica: É uma mistura de sentimentos durante o confinamento, sentimentos que vão de medo à incerteza, assim como confusão quando você não sabe o que vai acontecer no futuro e sente como se o tempo estivesse parado. Os músicos podem ser os últimos a voltar ao trabalho e não parece que vão voltar tão cedo, o que causa uma grande incerteza. Eu tenho família e tenho que cuidar dela. Esta situação causa uma sensação de desconforto que se pode sentir no álbum”. E ele acrescenta: “Por outro lado, tem sido bom passar tanto tempo em casa com a minha família e aqueles pequenos e pacíficos momentos também estão na música. Eu escolhi incluir alguns interlúdios entre as músicas para que haja um maior contraste e seja mais fácil curtir os diferentes sentimentos do começo ao fim”.

    Musicalmente, o mais marcante neste álbum é a diversidade de gêneros que coexistem entre si. Há um elemento “agressivo” que pode ser visto elevando-se em um frenesi instrumental, assim como existem alguns sons complexos, suaves e delicados que desenvolvem uma atmosfera que envolve o ouvinte. Existem diferentes dinâmicas entre as músicas, com interlúdios que permitem que os ouvintes façam uma pausa para apreciar melhor o que estão ouvindo.

    Segundo Martín, é difícil definir o estilo deste álbum. Eu não gosto de rotular a música. Para mim, isso é metal. Tem elementos da minha interpretação do Death Metal, mas também tem outras influências conscientes de outros gêneros. Me mostra como músico e mostra o meu gosto musical na intenção de tentar fazer algo diferente”. Méndez também falou sobre o processo de composição deste trabalho: “A primeira [música] que escrevi foi ‘Chain Of Command’, eu tive a ideia de escrever músicas mais ousadas do que no álbum anterior, onde eu me restringi e decidi não tocar nada muito técnico [já que] eu só queria criar algo que fosse mais fácil de ouvir. Neste [novo] álbum, eu queria fazer algo um pouco mais elaborado e técnico, musicalmente, para adicionar um pouco de cor. A primeira influência que tive para ‘Chain Of Command’ foi um álbum de John Coltrane & Wilbur Harden, enquanto que em ‘New Age Of Dark’ a influência veio ouvindo o Deicide, então as influências são bastante variadas neste álbum”.

    Algo que a banda buscou deliberadamente neste álbum, e conseguiu, era a brevidade. O vocalista Eloi Boucherie conta como ele e Méndez pensam: “É melhor um álbum que você quer ouvir de novo do que um álbum que você deseja tirar antes que termine. Então, ele deixa você querendo mais”.

    O processo de composição de Dancing Into Oblivion foi muito semelhante ao trabalho anterior Kuarahy mas com algumas mudanças nítidas. Martín compôs todos os instrumentais do álbum mas, como ele mesmo diz, “deixei seções abertas às interpretações de cada um dos outros músicos, tanto na bateria quanto no vocal. Eloi escreveu as letras desta vez e nós as ensaiamos juntos enquanto trabalhávamos nas partes vocais para obter o resultado final em estúdio”.

    O WHITE STONES mais uma vez gravou no Farm Of Sounds Studios (Barcelona), de propriedade do vocalista Eloi já que eles ficaram satisfeitos com o som de Kuarahy e com o conforto de fazer tudo com as suas próprias ferramentas tornando tudo mais fácil. “Tudo foi ‘bem caseiro’ porque é uma forma de trabalhar e uma filosofia que eu gosto. Você tem mais controle e pode aplicar melhor as suas ideias”, explica Méndez que também criou a capa de Dancing Into Oblivionjunto com Sandra, sua parceira de muitos anos.

    A mixagem e a masterização foram feitas por Jaime Gómez Arellano nos Orgone Studios (Reino Unido) que já tinha trabalhado com a banda no álbum de estreia. O vocalista Eloi reconheceu que “a gravação ficou mais experiente e teve uma melhor qualidade de som porque tomamos decisões melhores durante a pré-produção graças a um maior nível de auto- consciência de nós mesmos como uma banda. Jaime também nos conhecia melhor, o que simplificou o processo e, por sua vez, ajudou a tornar »Dancing Into Oblivion« o melhor possível”.

    A formação foi aprimorada com a participação do multifacetado Joan Carles Marí Tur (Face The Maybe) na bateria e de João Sassetti (que já tinha tocado ao vivo com o WHITE STONES) nos solos de guitarra.

    Um segundo álbum que não decepciona e que mostra que a banda veio mesmo para ficar.

    Adquira sua cópia no seguinte link: https://www.lojashinigamirecords.com.br/p-9484481-White-Stones—Dancing-Into-Oblivion

    Um lançamento da parceria Nuclear Blast/Shinigami Records.

  • Alex Meister reacende chama do hard rock em segundo single, “It Ain’t ‘Bout Love”

    Alex Meister reacende chama do hard rock em segundo single, “It Ain’t ‘Bout Love”

    O guitarrista brasileiro Alex Meister, conhecido mundialmente por seu trabalho à frente das bandas Pleasure Maker e Marenna-Meister, retomou sua carreira solo com o single “Hard To Say Goodbye”, e para manter a chama do hard rock sempre acessa, Alex lança o segundo single solo intitulado “It Ain’t ‘Bout Love” em todas as plataformas digitais, que ganhará um videoclipe com estreia dia 09 de setembro.

    Os singles lançados fazem parte do novo projeto solo de Alex Meister, que começou em 2019 com a faixa “Just Thinkin’About You” e agora terá continuidade. Revisitar “It Ain’t ‘Bout Love” tem um sabor muito especial pois está música se tornou um dos singles que mais conquistou o público dentre todos os que lancei até hoje, logo de primeira ela já entrou no meu top 5 pessoal de todas as composições. Isso ficou claro pra mim no momento em que escrevi a melodia do refrão sobre o riff”. Agora com sua nova gravação e produção ela ficou ainda melhor!”, explica o guitarrista. Alex revisita sua carreira desde o início e resgata várias faixas que serão lançadas em uma sequência de singles até completar um álbum “Minha intenção é trazer ao público músicas ainda não conhecidas, e fazer uma releitura de outras que já são conhecidas pelo público que me acompanha ao longo desses anos”.

    Ouça “It Ain’t ‘Bout Love”: https://alexmeister.hearnow.com/it-aint-bout-love

    Alex Meister é guitarrista há mais de 30 anos e atua como professor há pouco mais de 20. Passou por bandas de expressão no Rio de Janeiro nos anos 90, chegando a apresentar-se na abertura de bandas como Savatage em 1998 e no exterior, ao lado de Whitesnake, Motörhead, Queensrÿche, Saxon, Angra, entre outros. Em 2020 foi eleito um dos 10 melhores guitarristas nacionais pela votação pública do “Melhores do ano de 2020”, concurso realizado pela renomada revista Roadie Crew.

    Em sua carreira, editou cinco álbuns dentro e fora do Brasil; um solo instrumental (Alex Meister – “My Way” em 2011), três com a banda de Hard Rock Pleasure Maker (“Love On the Rocks” em 2004, “Twisted Desire” em 2008 e “Dancin’ With Danger” em 2018), o álbum do seu recente projeto Marenna-Meister (“Out of Reach” em 2020) e está prestes a lançar o sexto álbum, retomando sua carreira solo, a frente dos vocais. Além de guitarrista, Alex também atuou como principal compositor e produtor em todos estes trabalhos. Estes álbuns foram lançados e distribuídos em países da América do Norte, Europa e Ásia.

    Alex também fez participações gravando músicas de outros artistas e bandas como com o Paradise inc. de São Paulo, em 2014, em um trabalho com vários convidados como o vocalista norte-americano Mark Boals (ex-Yngwie Malmsteen) e dividindo as guitarras com Edu Ardanuy (Dr. Sin), no single “Secrets”. E em 2016, com o vocalista argentino Alec Michels, no single “Sacrifício”, faixa que faz parte de seu álbum solo “Marcado A Sangre”. Devido a isso, Alex apresentou-se duas vezes em Buenos Aires para a divulgação deste trabalho e deu entrevistas para sites e revistas especializadas. Em conjunto com todo o trabalho, também atua como revisor técnico de livros sobre métodos para guitarra para algumas editoras brasileiras.

    Gênero:  Hard Rock
    Produtor: Alex Meister
    Gravação, mixagem e masterização: Sidney Sohn
    Arte da Capa:  Dudu Bierrenbach
    Fotografia:  Felipe Sales

    Formação:
    Alex Meister (vocal e guitarra)
    Cris Gavioli (baixo)
    L.A. Tilly (bateria)
    Sidney Sohn (teclados)