





Os Neo Thrashers paulistas do VÁLVERA disponibilizaram em seu canal oficial no YouTube um vídeo especial em comemoração a primeiro ano de lançamento do mais recente álbum da banda, o aclamado e eleito um dos melhores álbuns do ano pelos fãs e mídias especializadas, “Cycle Of Disaster”.
Assista “1 Ano de Cycle Of Disaster”
Por conta de todas as críticas positivas pelo mundo, Glauber Barreto (vocal/guitarra), Rodrigo Torres (guitarra), Gabriel Prado (baixo) e Leandro Peixoto (bateria) obtiveram uma enorme exposição mundial que, com muito trabalho mesmo com a falta de shows devido a pandemia do #covid19, proporcionou à banda participar de várias festivais online, muitas entrevistas, lives, execuções de suas músicas em rádios e web rádios em mais de 50 países e até participações em programas de TV, como por exemplo o programa Revista de Sábado da TV TEM, filial da Rede Globo, que cobre 50% do território do Estado de São Paulo, alcançando 318 municípios e com potencial de impactação de até 8,6 milhões de telespectadores! É sucesso que fala, não é?
Gravado no Dual Noise Studio, em São Paulo, “Cycle Of Disaster” foi produzido pela própria banda em conjunto com o produtor Rogério Wecko, também responsável pela masterização, mixagem e engenharia de som, com arte de capa a cargo do renomado designer Marcelo Vasco (Slayer, Machine Head, Kreator) e foi lançado em agosto de 2020 via Brutal Records (EUA e Canadá), Plastic Head (Europa) e Voice Music (Brasil).
“Esse álbum é um trabalho cheio de conceitos, abordando várias tragédias, desastres e catástrofes que fazem parte da história do Brasil de forma nunca vista antes. Trouxemos temas profundos que, apesar do conteúdo histórico e local, não deixa de ser moderno e atual”, explicou Glauber Barreto. “Além da parte lírica, este trabalho é mais evoluído, pesado e moderno do que os álbuns anteriores, então, sem nenhum receio, decidimos nos arriscar, explorando ainda mais vertentes no metal e trabalhando com afinações diferentes nas guitarras e baixo. Pisamos em novos territórios, mas não perdemos nossa identidade”, acrescentou Rodrigo Torres.
O mais novo videoclipe de “The Damn Colony”, faixa presente em “Cycle Of Disaster”, baseada na horrenda história do Hospital Colônia de Barbacena (MG) é conhecida como o “Holocausto Brasileiro”, alcançou a incrível marca de quase 30.000 visualizações em 4 meses!
Confira “The Damn Colony”
Conheça mais sobre as temáticas abordadas em “Cycle Of Disaster”
“Cycle Of Disaster” encontra-se à venda em CD físico nas melhores lojas especializadas e, também, disponível nas tradicionais plataformas mundiais de streaming.
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Foi lançando no dia 27 de agosto o single “Spam With a Plan”, estreia do projeto de Death Metal CACTEK, liderado pelo guitarrista carioca Pedro de La Rocque. Conhecido pelo seu trabalho solo voltado ao Instrumental/Fusion, o músico também possui uma grande bagagem metálica com sua antiga banda Masterplan, surgida no Rio de Janeiro no final da década de 1990. Com planos de lançar mais um single em breve, o CACTEK deverá ter seu primeiro EP disponibilizado no primeiro semestre de 2022. Dentre as influências de La Rocque estão bandas como Death, Kreator, Testament e principalmente Carcass, muito sentida neste primeiro single. A música foi inteiramente gravada durante a pandemia, e segundo o músico, as dificuldades impostas por ela acabaram facilitando tanto a composição quanto a gravação. La Rocque conta que “se, por um lado, o perrengue todo estimula a criatividade e a necessidade de me expressar, por outro, as incertezas desse período acabaram me dando uma pressa, uma urgência de concretizar esse projeto. Tive que dividir o gás entre a composição e o estudo de técnicas de mixagem adequadas, mas contei com o auxílio do Jacob Holm-Lupo que, muito generosamente, orientou detalhes da mixagem que a minha falta de experiência não me permitiam resolver. Quando nós dois achamos que a faixa estava no ponto, ele cuidou da masterização”.
A pandemia também ajudou a trazer o músico de volta ao Heavy Metal, embora ele nunca tenha o deixado de lado, como explica a seguir: “Voltar ao som pesado foi um alívio. Toco em bandas desde o final dos anos 90, comi muito capim e a coisa sempre acabava morrendo na praia por azar, por imaturidade minha ou dos outros membros, falta de grana, etc. Acho que, quando garoto, eu também depositava muito as minhas fichas no eventual retorno financeiro dessas bandas — e isso gerava muita pressão. Sem contar a competição francamente tóxica que rolava no underground. Tudo isso foi me saturando muito. Eu nunca deixei o Metal de lado, mas, sim, experimentei bastante com outros estilos. Engraçado que, a cada trabalho, minha esposa dizia: “muito bom, mas quando você vai voltar a fazer Metal?” Eventualmente, tive a sorte enorme de ser chamado pelo Jacob para gravar a guitarra lead em uma faixa do Telepath, e a experiência foi tão mais prazerosa que ficava difícil fugir da constatação de que a Camila estava certa. Pouco depois, a proximidade dos 40 anos e a pandemia realmente me fizeram pesar as coisas e pensar “bem, quando eu morrer, o que eu vou lamentar se não fizer?” — e a resposta foi, nitidamente, o Cactek. Decidi fazer o meu Metal, nos meus termos, sem prestar contas a ninguém. Então, é isso: tô de volta pra valer e não vou parar”.
“Spam With a Plan” foi escrita, gravada e mixada pelo próprio músico, enquanto a masterização ficou a cargo do produtor norueguês Jacob Holm-Lupo, do Dude Ranch Studio (https://www.duderanchstudio.com). A intrigante capa do single foi desenhada pelo artista gráfico João Antunes Jr. (www.antunesketch.artstation.com), e representa um “homem-cacto”. O guitarrista deu mais detalhes sobre a parceria: “Quando entrei em contato com o João Antunes pela primeira vez, eu já acompanhava o trabalho dele havia algum tempo. Então, conversamos bastante sobre o conceito da banda e a intenção de personificar o Cactek num homem-cacto. O resultado foi o encarte do EP, que ficou fantástico e tá guardadinho aqui enquanto a gravação rola. Meses depois, quando notei que seria necessário lançar um single antes do EP para colocar o projeto no mapa, o processo foi ainda mais simples. Sinceramente, enquanto o João topar, toda a arte do Cactek ficará nas mãos dele”.
Em entrevista para o site português Mundo das Guitarras (disponível em https://www.mundodasguitarras.pt/cactek-subsolo), Pedro de La Rocque explicou o que o mascote representa: “O personagem representa como me sinto perante uma sociedade corrupta e religiosa. A sua pele grossa e com espinhos é uma defesa contra o ambiente hostil. Para além disso, todas as faixas são muito pessoais, portanto aquele gajo verde está completamente alinhado com a música”.
Assista ao lyric vídeo de “Spam With a Plan”:
Ouça “Spam With a Plan” no Bandcamp:
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Já está liberada no Spotify e demais plataformas digitais a discografia do premiado compositor gaúcho ELOY FRITSCH, membro fundador da banda gaúcha de Rock Progressivo Apocalypse e de extensa carreira solo. A música instrumental é melódica, majestosa, épica, formada por texturas orquestrais criadas por sintetizadores, vocoder, vozes, sequências eletrônicas e percussão. Uma música cósmica e de grande elevação espiritual. A discografia solo já conta com 15 álbuns lançados entre os anos de 1996-2021. Através desses lançamentos sua música continua a se propagar em todo o Brasil e além. Vários dos principais álbuns solo lançados nesses 25 anos estão disponibilizados na internet. São eles: “Dreams” (1996), “Behind the Walls of Imagination” (1997), “Space Music” (1999) “Cyberspace” (2000), “Mythology” (2001), “Atmosphere – Eletronic Suite” (2003), “Landscapes” (2005), “Past and Future Sounds” (2006), “The Garden of Emotions” (2009), “Exogenesis” (2012), “Spiritual Energy” (2014), “Sailling to the Edge” (2017) e “Moment in Paradise” (2020).
Ouça “Moment in Paradise” no Spotify:
O último álbum da carreira solo, intitulado “Cosmic Light”, lançado no início de 2021, no momento está disponível em CD físico e digital em lojas da Europa e pelo site Bandcamp, que permite a audição das faixas: https://eloyfritsch.bandcamp.com. Sylvain Lupari do site SynthSequences.com, não poupou elogios sobre “Cosmic Light“: “Este é um ótimo álbum de 60 minutos que deve agradar a um público apaixonado por esse rock eletrônico progressivo e sinfônico. “Cosmic Light” tira proveito da grande diversidade cultural da carreira solo de Eloy Fritsch em 60 minutos em que nossas orelhas voam de um título para o outro. De um prazer para o outro!”. Para ler a resenha completa, acesse: https://www.synthsequences.com/post/eloy-fritsch-cosmic-light-2020. Também vale a pena visitar o site oficial do músico, que foi reformulado e traz as novidades incluindo toda a discografia, resenhas, entrevistas publicadas em revistas brasileiras, músicas, vídeos, fotos e imagens dos encartes dos álbuns lançados em CD.
Ouça “Excalibur”, do álbum “Mythology” (2001):
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Um dos principais nomes do Metal Nacional na atualidade, a banda goiana Heretic está lançando hoje o seu mais novo álbum, “Feast”. O novo trabalho está sendo disponibilizado pelas gravadoras Soman Records e Treehouse Records, tanto no formato físico, em uma versão digipack, quanto em formato digital, através das principais plataformas de streaming, e de download digital.
Além da sua formação, que conta com o português Erich Martins (voz) e os brasileiros Guilherme Aguiar (guitarrista) e Laysson Mesquita (baixo fretless), “Feast” contou com uma série de participações especiais. O guitarrista Luis Maldonalle registrou os solos das músicas “Sacred Sea”, “Powerless” e “Whistleblower”, o guitarrista Nym Rhosilir é responsável pelo solo em “The Storm”, enquanto Thiago Tsuruda fez o solo em “Tenderness”. Já “Sudden Awakening” contou com a participação do tecladista Pete Mush. Para encerrar, a bonus track do álbum, uma cover para “Anno Mundi”, do Black Sabbath, contou com o baterista Junão Cananeia e o tecladista Rodolfo Sproesser.
“Feast” já se encontra disponível nas principais plataformas de streaming musical, e pode ser ouvido aqui através do link abaixo.
Heretic:
Erich Martins: voz
Guilherme Aguiar: guitarra, sintetizadores, orquestrações, programação, instrumentos orientais, percussões
Laysson Mesquita: baixo fretless
Mais Informações:
Site: http://heretika.wixsite.com/hereticbrazil
Facebook: https://www.facebook.com/heretic.project/
YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCtWfyb7S63Wma75Y22RSgwA
Roadie Metal Press: http://144.217.7.140/press/heretic/

Depois que o lançamento do primeiro álbum “Kuarahy” coincidiu com a explosão da pandemia mundial e todas as consequências que ela gerou, o WHITE STONES, projeto do baixista do OPETH, Martín Mendez, está de volta com o seu segundo trabalho “Dancing Into Oblivion” que traz um som mais compacto.
Os tópicos abordados neste segundo álbum baseiam-se nos sentimentos que o próprio Martín afirma ter vivido durante o confinamento imposto pela pandemia da Covid-19. “É o meu ponto de vista, dos sentimentos que tive durante o período confinado neste estranho ano. Aproveitei bem o momento e estou muito animado com isso”, revela o músico.
Os altos e baixos emocionais que uma situação como essa pode gerar se refletem no álbum. Méndez explica: “É uma mistura de sentimentos durante o confinamento, sentimentos que vão de medo à incerteza, assim como confusão quando você não sabe o que vai acontecer no futuro e sente como se o tempo estivesse parado. Os músicos podem ser os últimos a voltar ao trabalho e não parece que vão voltar tão cedo, o que causa uma grande incerteza. Eu tenho família e tenho que cuidar dela. Esta situação causa uma sensação de desconforto que se pode sentir no álbum”. E ele acrescenta: “Por outro lado, tem sido bom passar tanto tempo em casa com a minha família e aqueles pequenos e pacíficos momentos também estão na música. Eu escolhi incluir alguns interlúdios entre as músicas para que haja um maior contraste e seja mais fácil curtir os diferentes sentimentos do começo ao fim”.
Musicalmente, o mais marcante neste álbum é a diversidade de gêneros que coexistem entre si. Há um elemento “agressivo” que pode ser visto elevando-se em um frenesi instrumental, assim como existem alguns sons complexos, suaves e delicados que desenvolvem uma atmosfera que envolve o ouvinte. Existem diferentes dinâmicas entre as músicas, com interlúdios que permitem que os ouvintes façam uma pausa para apreciar melhor o que estão ouvindo.
Segundo Martín, “é difícil definir o estilo deste álbum. Eu não gosto de rotular a música. Para mim, isso é metal. Tem elementos da minha interpretação do Death Metal, mas também tem outras influências conscientes de outros gêneros. Me mostra como músico e mostra o meu gosto musical na intenção de tentar fazer algo diferente”. Méndez também falou sobre o processo de composição deste trabalho: “A primeira [música] que escrevi foi ‘Chain Of Command’, eu tive a ideia de escrever músicas mais ousadas do que no álbum anterior, onde eu me restringi e decidi não tocar nada muito técnico [já que] eu só queria criar algo que fosse mais fácil de ouvir. Neste [novo] álbum, eu queria fazer algo um pouco mais elaborado e técnico, musicalmente, para adicionar um pouco de cor. A primeira influência que tive para ‘Chain Of Command’ foi um álbum de John Coltrane & Wilbur Harden, enquanto que em ‘New Age Of Dark’ a influência veio ouvindo o Deicide, então as influências são bastante variadas neste álbum”.
Algo que a banda buscou deliberadamente neste álbum, e conseguiu, era a brevidade. O vocalista Eloi Boucherie conta como ele e Méndez pensam: “É melhor um álbum que você quer ouvir de novo do que um álbum que você deseja tirar antes que termine. Então, ele deixa você querendo mais”.
O processo de composição de “Dancing Into Oblivion” foi muito semelhante ao trabalho anterior “Kuarahy” mas com algumas mudanças nítidas. Martín compôs todos os instrumentais do álbum mas, como ele mesmo diz, “deixei seções abertas às interpretações de cada um dos outros músicos, tanto na bateria quanto no vocal. Eloi escreveu as letras desta vez e nós as ensaiamos juntos enquanto trabalhávamos nas partes vocais para obter o resultado final em estúdio”.
O WHITE STONES mais uma vez gravou no Farm Of Sounds Studios (Barcelona), de propriedade do vocalista Eloi já que eles ficaram satisfeitos com o som de “Kuarahy” e com o conforto de fazer tudo com as suas próprias ferramentas tornando tudo mais fácil. “Tudo foi ‘bem caseiro’ porque é uma forma de trabalhar e uma filosofia que eu gosto. Você tem mais controle e pode aplicar melhor as suas ideias”, explica Méndez que também criou a capa de “Dancing Into Oblivion” junto com Sandra, sua parceira de muitos anos.
A mixagem e a masterização foram feitas por Jaime Gómez Arellano nos Orgone Studios (Reino Unido) que já tinha trabalhado com a banda no álbum de estreia. O vocalista Eloi reconheceu que “a gravação ficou mais experiente e teve uma melhor qualidade de som porque tomamos decisões melhores durante a pré-produção graças a um maior nível de auto- consciência de nós mesmos como uma banda. Jaime também nos conhecia melhor, o que simplificou o processo e, por sua vez, ajudou a tornar »Dancing Into Oblivion« o melhor possível”.
A formação foi aprimorada com a participação do multifacetado Joan Carles Marí Tur (Face The Maybe) na bateria e de João Sassetti (que já tinha tocado ao vivo com o WHITE STONES) nos solos de guitarra.
Um segundo álbum que não decepciona e que mostra que a banda veio mesmo para ficar.
Adquira sua cópia no seguinte link: https://www.lojashinigamirecords.com.br/p-9484481-White-Stones—Dancing-Into-Oblivion
Um lançamento da parceria Nuclear Blast/Shinigami Records.

O guitarrista brasileiro Alex Meister, conhecido mundialmente por seu trabalho à frente das bandas Pleasure Maker e Marenna-Meister, retomou sua carreira solo com o single “Hard To Say Goodbye”, e para manter a chama do hard rock sempre acessa, Alex lança o segundo single solo intitulado “It Ain’t ‘Bout Love” em todas as plataformas digitais, que ganhará um videoclipe com estreia dia 09 de setembro.
Os singles lançados fazem parte do novo projeto solo de Alex Meister, que começou em 2019 com a faixa “Just Thinkin’About You” e agora terá continuidade. Revisitar “It Ain’t ‘Bout Love” tem um sabor muito especial pois está música se tornou um dos singles que mais conquistou o público dentre todos os que lancei até hoje, logo de primeira ela já entrou no meu top 5 pessoal de todas as composições. Isso ficou claro pra mim no momento em que escrevi a melodia do refrão sobre o riff”. Agora com sua nova gravação e produção ela ficou ainda melhor!”, explica o guitarrista. Alex revisita sua carreira desde o início e resgata várias faixas que serão lançadas em uma sequência de singles até completar um álbum “Minha intenção é trazer ao público músicas ainda não conhecidas, e fazer uma releitura de outras que já são conhecidas pelo público que me acompanha ao longo desses anos”.
Ouça “It Ain’t ‘Bout Love”: https://alexmeister.hearnow.com/it-aint-bout-love
Alex Meister é guitarrista há mais de 30 anos e atua como professor há pouco mais de 20. Passou por bandas de expressão no Rio de Janeiro nos anos 90, chegando a apresentar-se na abertura de bandas como Savatage em 1998 e no exterior, ao lado de Whitesnake, Motörhead, Queensrÿche, Saxon, Angra, entre outros. Em 2020 foi eleito um dos 10 melhores guitarristas nacionais pela votação pública do “Melhores do ano de 2020”, concurso realizado pela renomada revista Roadie Crew.
Em sua carreira, editou cinco álbuns dentro e fora do Brasil; um solo instrumental (Alex Meister – “My Way” em 2011), três com a banda de Hard Rock Pleasure Maker (“Love On the Rocks” em 2004, “Twisted Desire” em 2008 e “Dancin’ With Danger” em 2018), o álbum do seu recente projeto Marenna-Meister (“Out of Reach” em 2020) e está prestes a lançar o sexto álbum, retomando sua carreira solo, a frente dos vocais. Além de guitarrista, Alex também atuou como principal compositor e produtor em todos estes trabalhos. Estes álbuns foram lançados e distribuídos em países da América do Norte, Europa e Ásia.
Alex também fez participações gravando músicas de outros artistas e bandas como com o Paradise inc. de São Paulo, em 2014, em um trabalho com vários convidados como o vocalista norte-americano Mark Boals (ex-Yngwie Malmsteen) e dividindo as guitarras com Edu Ardanuy (Dr. Sin), no single “Secrets”. E em 2016, com o vocalista argentino Alec Michels, no single “Sacrifício”, faixa que faz parte de seu álbum solo “Marcado A Sangre”. Devido a isso, Alex apresentou-se duas vezes em Buenos Aires para a divulgação deste trabalho e deu entrevistas para sites e revistas especializadas. Em conjunto com todo o trabalho, também atua como revisor técnico de livros sobre métodos para guitarra para algumas editoras brasileiras.

Gênero: Hard Rock
Produtor: Alex Meister
Gravação, mixagem e masterização: Sidney Sohn
Arte da Capa: Dudu Bierrenbach
Fotografia: Felipe Sales
Formação:
Alex Meister (vocal e guitarra)
Cris Gavioli (baixo)
L.A. Tilly (bateria)
Sidney Sohn (teclados)