Categoria: Eventos

  • Children Of Bodom – A Celebration of Music

    Children Of Bodom – A Celebration of Music

     

    Já era de conhecimento de todos os fãs do Children of Bodom que seus antigos membros fariam duas apresentações, nos dias 26 e 27 de fevereiro na Finlândia, para homenagear Alexi Laiho. Mas, algumas lacunas ficaram sem respostas. Mas quem o substituiria? Qual seria o setlist? Tocariam algo inédito?

    Antes de falar mais dessa apresentação, temos que voltar um pouco no tempo e citar fatos q fizeram dessa banda uma das mais originais do metal mundial.

    O Legado

    Eles são o Stratovarius do mal“. Em vários veículos de notícias da época essa era a conotação dada a eles quando lançaram seu primeiro álbum Something Wild (1997).

    Pode ter sido algo para “promover” seu álbum de estreia, sim, mas era claro que aquele tipo de som não era feito por ninguém., os solos de guitarra e teclado pareciam disputar qual era mais rápido e mais técnico… juntos de um clima agressivo, obscuro e com o vocal rasgado e característico de Alexi.

    E isso trouxe fãs tanto do melódico quanto do black/death metal.

    Com uma discografia de respeito os finlandeses lançaram em sequencia Hatebreeder (1999) e para muitos, inclusive eu, o grande álbum da banda Follow The Reaper (2000).

    A partir daí a ascensão era inevitável, o crescimento no número dos fãs, fazendo surgir um novo mercado para explorar, o americano, e isso fez o som da banda receber uma leve mudança percebida em algumas musicas em Hate Crew Deathroll (2003), nada que tirasse sua característica inicial.

    Mas em Are You Dead Yet? (2005) tudo fez sentido… algumas musicas bem comerciais levou ou antigos fãs ficarem em dúvida no caminho que a banda seguiria, tanto que os três álbuns seguintes da banda Blooddrunk (2008), Relentless Reckless Forever (2011) e Halo of Blood (2013), são registros que podemos considerar como OK, esse último trazendo alguns elementos da era clássica da banda mas nada tão marcante.

    Já em I Worship Chaos (2015) e Hexed (2019) tudo o que precisávamos estava lá. O nosso COBHC estava de volta. Pena que não sabíamos que estes seriam os últimos registros.

    Em 2023 foi lançado um último registro ao vivo…uma apresentação da tour de seu último álbum de estúdio e que pode trazer um pouco de tudo ao vivo desde musicas clássica, quanto aos novos sons. Esse é um ponto a tocar, o COB sempre foi uma banda energética ao vivo e para quem quer conhecer outras fases existem outros dois registros ao vivo. Tokyo Warhearts (1999) com uma banda ainda jovem. E Chaos Ridden Years (2006) que virou um DVD incrível.

    O Children of Bodom também é bastante conhecido por seus covers, e claro o mais conhecido para Ops I Did It Again, sucesso na voz de Britney Spears, e outros bem diferentes como Kenny Rogers, Billy Idol, Andrew W.K., ao lado de lendas do metal como Sepultura, Slayer, Iron Maiden, WASP no álbum Skeletons In The Closet (2009).

    A Celebração

    Voltando ao ponto chave, o escolhido para o posto dos vocais foi Sammy Elbanna da banda Lost Society que já havia contribuído com os finlandeses no álbum I Worship Chaos.

    Com uma intro mostrando bastidores da banda junto de Alexi cai até uma lágrima em saber que alguns de nossos “herois” já não estão mais entre a gente.

    Em um setlist baseado nos cinco primeiros álbuns tudo o que os fãs esperavam após anos foi executado com maestria. Dava pra assistir e ver q além da celebração todos estavam com enorme vontade em tocar músicas que fizeram e ainda fazem parte de suas vidas.

    Esperamos que isso possa se tornar algo maior, quem sabe uma turnê, apresentações especiais em festivais.
    Fica aqui um sonho, que tomara vire realidade.

    A apresentação está disponível, então conseguimos de certa forma sentir a emoção e a homenagem feita a esse grande frontman, assistam abaixo.

    TEXTO POR LUIS JUNIOR, ESPECIALMENTE PARA O HEADBANGERS BRASIL

  • Wacken Open Air 2026 anuncia mais 50 novas bandas para o lineup

    Wacken Open Air 2026 anuncia mais 50 novas bandas para o lineup

    A expectativa para o Wacken Open Air 2026 continua crescendo. O pontapé inicial foi dado na semana passada com o anúncio do line-up da tradicional “Wasted Wednesday” do W:O:A, seguido agora pela confirmação de mais 50 bandas para a edição de aniversário deste ano.

    A semana metálica começa com uma grande festa na quarta-feira no Wasteland, quando Sacred Steel, Troops Of Doom, Phantom, Poison The Preacher, Crypt Sermon, Battlecreek e Diabolisches Werk prometem sacudir o público com apresentações intensas. Para completar a celebração, o lendário Schmier, do Destruction, será o apresentador da festa.

    Mas as novidades não param por aí: o Wacken Open Air também revelou mais 49 bandas que ampliam o line-up da 35ª edição do lendário festival de metal.

    Entre os nomes confirmados estão os gothic metalers italianos do Lacuna Coil, conhecidos por misturar atmosferas sombrias com riffs melódicos de metal. Também participam os franceses do Alcest, que prometem levar os fãs no Holy Ground a paisagens sonoras atmosféricas combinadas com elementos de black metal. O clima de festa também ficará por conta de Kadavar, Fit For An Autopsy, Of Mice And Men e Subway To Sally. O restante do line-up também traz diversos nomes que prometem animar o público.

    Entre as bandas confirmadas estão:

    Animals As Leaders, Deafheaven, Visions Of Atlantis, Alien Ant Farm, Kärbholz, Crematory, Unzucht, Skyline, Bear Mc Creary, Lovebites, Wytch Hazel, Finsterforst, Evil Jared & Krogi, The Limit, 5th Avenue, Arroganz, Year Of The Goat, Temple Of The Absurd, Dirty Shirt, Trold, Metaklapa, 9mm Headshot, Manntra, Sagenbringer, Stonem, The Other, Cruachan, Dieter Maschine Birr, Mambo Kurt, Velvet Rush, Heartless Human Harvest, Saviourself, Wüstenberg, Zeltinger Band, Black Tish, Tuxedoo, Minotaurus, Alien Rockin‘ Explosion, Asrock, Blaas Of Glory, Cursed Abyss, Wacken Firefighters e Expellow.

    A mistura de bandas estabelecidas, ícones da cena e novos talentos reflete exatamente aquilo que Wacken representa há mais de três décadas”, afirmou o fundador do festival, Thomas Jensen. O cofundador Holger Hübner acrescenta: “A edição de aniversário do W:O:A vai mostrar toda a diversidade da nossa música favorita e somos muito gratos por poder receber, pela 35ª vez, nossa comunidade do metal em Wacken neste verão.

    Há, no entanto, uma pequena mudança na programação: a guitarrista Nita Strauss não se apresentará no Holy Ground neste ano, mas por um ótimo motivo. A musicista está esperando um filho. A equipe do Wacken deseja tudo de melhor para ela e sua família.

    Sobre o Wacken Open Air

    WOA Festival GmbH)

    O Wacken Open Air é o maior festival de heavy metal do mundo. O evento começou em 1990 com cerca de 800 visitantes e, atualmente, reúne até 85.000 fãs de diversas partes do planeta todos os anos na pequena cidade de Wacken, em Schleswig-Holstein, transformando a comunidade de cerca de 2.000 habitantes no centro do universo dos festivais de metal por vários dias.

    A empresa organizadora, WOA Festival GmbH, conta com uma ampla rede que inclui gestão de bandas, a fundação Wacken Foundation, agenciamento de turnês, editora musical, serviços de viagem e hospedagem, distribuição de merchandising e venda de ingressos. Em parceria com diversos colaboradores, essa estrutura gera constantemente soluções criativas e ideias que revolucionam a experiência do festival, permitem inovações tecnológicas e criam conceitos únicos de eventos.

    O Wacken Open Air 2026 acontecerá entre os dias 29 de julho e 1º de agosto de 2026 e o Headbangers Brasil já trouxe a cobertura de diversas edições do festival. Confira no nosso site.

  • Muita emoção e intensidade com uma noite de Bryan Adams na Vibra SP

    Muita emoção e intensidade com uma noite de Bryan Adams na Vibra SP

    O dia 7 de março de 2026, foi marcado por uma verdadeira viagem no tempo ao som de um dos maiores nomes do rock mundial. O cantor canadense Bryan Adams transformou o palco da Vibra São Paulo em um grande encontro entre gerações, reunindo fãs para uma apresentação intensa, emocionante e repleta de sucessos que marcaram décadas.

    A passagem pela capital paulista aconteceu logo após o artista se apresentar na cidade do Rio de Janeiro e integra a turnê Roll With The Punches Tour, que traz ao Brasil uma mistura equilibrada entre novas músicas do seu mais recente e trabalho mesclando com clássicos que consolidaram a carreira do artista.

    Desde os primeiros minutos, Adams deixou claro que a noite seria especial. Fugindo do tradicional, ele iniciou o espetáculo em um pequeno palco montado no meio da plateia, surpreendendo o público e criando uma atmosfera de proximidade imediata. O gesto foi recebido com entusiasmo pelos fãs, que se viram literalmente ao lado de um dos artistas mais icônicos do rock.

    Carismático e cheio de energia, o cantor demonstrou porque continua sendo um tão admirado ao redor do mundo. No palco principal, quatro microfones distribuídos estrategicamente permitiram que ele se movimentasse constantemente pelo cenário e mantendo um diálogo contínuo com o público.

    Outro detalhe que ajudou a transformar o espetáculo em uma experiência imersiva foi o uso de pulseiras luminosas entregues na entrada do evento, que iluminaram a arena durante diversos momentos do show. O clima de celebração ganhou ainda mais força durante a execução da faixa-título da turnê, quando um grande dirigível em formato de luva de boxe foi lançado sobre a plateia, flutuando entre os fãs enquanto a música ecoava pelo espaço. Em outro momento divertido da noite, um carro inflável “passeou” sobre o público durante a canção “So Happy It Hurts”, arrancando sorrisos e aplausos.

    Clássicos e mais clássicos 

    Mas foi quando os primeiros acordes dos clássicos começaram a soar que a Vibra São Paulo se transformou em um enorme coro coletivo de fãs novos e veteranos. Músicas como Summer of ’69, Heaven, Please Forgive Me, (Everything I Do) I Do It for You e This Time foram cantadas em por milhares de vozes, criando momentos de pura emoção.

    Outros sucessos como Somebody, Shine a Light, 18 Til I Die e Back to You também fizeram parte do repertório, mostrando a força de um catálogo musical que atravessa gerações pelo mundo. Além das trilhas sonoras dos filmes Spirit (Here I Am) e Don Juan DeMarco (Have You Ever Really Loved a Woman?)

    Um dos pontos mais intensos da apresentação aconteceu com Run to You música que o próprio Adams revelou ser sua favorita. A execução foi explosiva e levantou a plateia, encerrando o momento com o público completamente entregue à energia do show.

    Durante quase duas horas, Bryan Adams conduziu uma apresentação marcada por emoção, nostalgia e muita interação. Entre risadas, histórias, momentos intimistas e explosões de rock, o artista mostrou que mais de quatro décadas de carreira não diminuíram em nada sua paixão pelo palco.

    Ao final da noite, a sensação entre os fãs era de privilégio. Mais do que um simples concerto, o que aconteceu na Vibra São Paulo com patrocínio da Mercury Concerts foi uma celebração única de música e da conexão que poucos artistas conseguem manter com seu público ao longo do tempo.

    Se a resposta calorosa dos brasileiros serve como termômetro, uma coisa é certa: sempre que Bryan Adams voltar ao país, encontrará plateias prontas para cantar cada verso ao seu lado.

    TEXTO POR CYNTHIA LEMBKE

    Fotos por Ricardo Matsukawa/Mercury Concerts

  • Kanonenfieber inicia grande turnê europeia

    Kanonenfieber inicia grande turnê europeia

    O projeto de blackened death metal Kanonenfieber anunciou uma nova turnê pela Europa para a primavera de 2026. Em março, o projeto liderado pelo multi-instrumentista de Bamberg conhecido como Noise passará por diversas cidades da Alemanha, além de datas na Áustria e na Suíça.

    Batizada de “Soldatenschicksale Tour”, a turnê começa no dia 7 de março em Copenhague e terá seu grande encerramento em 24 de março em Hamburgo. Entre essas datas, estão previstos sete shows na região DACH (Alemanha, Áustria e Suíça). Os ingressos já estão disponíveis.

    Datas da turnê – Kanonenfieber – Soldatenschicksale Tour 2026

    • 12.03.2026 – AT – Graz, Orpheum

    • 14.03.2026 – CH – Arbon, Presswerk

    • 15.03.2026 – CH – Solothurn, Kulturfabrik Kofmehl

    • 16.03.2026 – DE – Stuttgart, LKA-Longhorn

    • 20.03.2026 – DE – Colônia, Carlswerk Victoria

    • 21.03.2026 – DE – Berlim, Huxleys Neue Welt

    • 23.03.2026 – DE – Dresden, Alter Schlachthof

    • 24.03.2026 – DE – Hamburgo, Inselpark Arena

    O Kanonenfieber foi criado em 2020 pelo músico anônimo Noise. O projeto tem como objetivo lembrar as inúmeras vítimas da World War I, sem glorificar a guerra ou explorar aspectos gore. De acordo com Noise, todas as letras são historicamente corretas e baseadas em fatos documentados.

    Em 2021 foi lançado o álbum de estreia Menschenmühle. Em seguida vieram os EPs Yankee Division (2022), Der Füsilier (2022) e Der U-Bootsmann (2023).

    O álbum Die Urkatastrophe, lançado em 2024, alcançou o terceiro lugar nas paradas alemãs, enquanto o recém-lançado disco ao vivo Live In Oberhausen estreou na 12ª posição dos charts do país. Recentemente, a banda se apresentou no Brasil, trazendo uma performance inesquecível para os fãs presentes.

    Confira abaixo a participação da banda no Live at Impericon Festival 2025

  • Amorphis anuncia tour mundial com três datas no Brasil

    Amorphis anuncia tour mundial com três datas no Brasil

    A turnê mundial de 2026 marca uma das fases mais ambiciosas e expansivas da carreira do Amorphis, impulsionada pelo impacto criativo de Borderland, lançado em 2025. O álbum, celebrado por sua fusão de metal melódico, paisagens progressivas e temas inspirados no folclore nórdico, consolidou uma nova etapa artística para a banda e abriu caminho para uma rota internacional que atravessa continentes, reforçando o momento de ascensão vivido pelo grupo.

    O itinerário inclui presença destacada nos principais festivais europeus, uma série de apresentações no Japão durante o outono e a primeira turnê australiana em mais de uma década — um reencontro muito aguardado tanto pela banda quanto pelos fãs locais. Concebida para traduzir o universo de Borderland para o palco, a turnê aposta em uma experiência ao vivo imersiva, com ambientações visuais inspiradas em mitologia, natureza e melancolia nórdica, além de setlists que equilibram clássicos da carreira com as composições mais recentes e arranjos expandidos que reforçam a identidade sonora atual do Amorphis.

    A relação do Amorphis com o Brasil é especialmente forte e construída ao longo de décadas. O país se tornou um dos mercados mais receptivos ao metal melódico e progressivo da banda, que aparece com frequência em festivais nacionais e mantém presença constante na imprensa especializada. A afinidade musical com o público brasileiro, somada às turnês regulares e à resposta calorosa dos fãs, consolidou o Brasil como um dos destinos mais importantes para o grupo na América do Sul. Essa conexão se reflete tanto na energia dos shows quanto na fidelidade do público, que acompanha a banda desde os primeiros anos de sua trajetória.


    Dentro da rota sul-americana, o Amorphis confirma três apresentações no Brasil em outubro de 2026, reforçando essa relação histórica com os fãs locais. As datas são: 15 de outubro em Curitiba (Tork n’ Roll), 17 de outubro em Belo Horizonte (Mister Rock) e 18 de outubro em São Paulo (Carioca Club). Esses shows integram um dos trechos mais aguardados da turnê e prometem entregar ao público brasileiro a atmosfera completa de Borderland, combinando peso, melodia e a estética nórdica que se tornou marca registrada da banda.

    Com essa agenda global, o Amorphis reafirma sua relevância no cenário do metal contemporâneo e celebra uma fase criativa especialmente fértil. A turnê de 2026 não apenas amplia o alcance de Borderland, mas também fortalece o vínculo da banda com fãs de diferentes gerações e regiões do mundo, consolidando um capítulo importante em sua trajetória.

    Confira o serviço completo para os shows do Amorphis:

    SERVIÇO – AMORPHIS – CURITIBA
    Data: 15 de outubro de 2026 (quinta-feira)
    Local: Tork n’ Roll (Av. Mal. Floriano Peixoto, 1695 – Rebouças, Curitiba/PR)
    Abertura dos portões: 19h
    Realização: Bangers Open Air
    Produção: Honorsounds
    Ingressos disponíveis em: https://www.clubedoingresso.com/evento/amorphis-curitiba

    SERVIÇO – AMORPHIS – BELO HORIZONTE
    Data: 17 de outubro de 2026 (sábado)
    Local: Mister Rock (Av. Teresa Cristina, 295 – Prado, Belo Horizonte/MG)
    Abertura dos portões: 19h
    Realização: Bangers Open Air
    Produção: Honorsounds
    Ingressos disponíveis em: https://www.clubedoingresso.com/evento/amorphis-belohorizonte

    SERVIÇO – AMORPHIS – SÃO PAULO
    Data: 18 de outubro de 2026 (domingo)
    Local: Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros, São Paulo/SP)
    Abertura dos portões: 19h
    Realização: Bangers Open Air
    Produção: Honorsounds
    Ingressos disponíveis em: https://www.clubedoingresso.com/evento/amorphis-saopaulo

  • Manger Cadavre? Celebra 15 Anos Com Turnê Especial

    Manger Cadavre? Celebra 15 Anos Com Turnê Especial

    Shows devem passar por mais de 30 cidades, algumas inéditas! Banda já prepara novo disco

    A banda Manger Cadavre? completa 15 anos de trajetória e comemora o marco da melhor forma possível: na estrada. A turnê especial de aniversário já começou e vai percorrer mais de 30 cidades pelo Brasil até o fim do ano, visitando todas as regiões e incluindo destinos inéditos para o grupo, como Manaus, Volta Redonda, Santa Maria e Varginha com um setlist que apresenta o atual álbum e revisita músicas antigas.

    Confira as datas atualizadas em www.instagram.com/mangercadavre

    Fundado pelo baterista Marcelo Kruszynski em São José dos Campos (SP), o Manger Cadavre? teve algumas encarnações. Nasceu como um sexteto, que se manteve apenas no primeiro ano.

    A atual (e terceira) formação, consolidada há 6 anos, conta com Nata de Lima (vocal), Marcelo Kruszynski (bateria), Paulo Alexandre (guitarra) e Bruno Henrique (baixo). Antes disso, a banda contou por nove anos com Jonas e Marcelinho, fase importante para a consolidação do nome no circuito underground.

    Em uma década e meia de atividade, o Manger nunca parou por mais de dois meses. Foram pouco mais de 340 shows — média de 22 por ano — incluindo turnês por todas as regiões do Brasil, além de passagens pela América do Sul e Europa. Entre os destaques estão a tour com o Extreme Noise Terror (2017), apresentações no Setembro Negro Festival (2018), no Abril Pro Rock (2019) e no Obscene Extreme Festival (2024), além de shows ao lado de Ratos de Porão e Napalm Death em 2024. Ainda assim, a banda reforça que sua essência segue fincada majoritariamente no circuito independente, no faça-você-mesmo e na construção coletiva da cena.

    1. Reconhecida como uma das bandas mais ativas da música pesada underground nacional, o Manger construiu uma base fiel sem deixar de atrair novos ouvintes a cada lançamento e chamar atenção da crítica especializada: terminou 2025 integrando as principais listas de melhores do ano que reconheceram o mais recente álbum “Como Nascem os Monstros”.

    O quarteto mantém uma média constante de produção: entre álbuns, EPs e splits, costuma lançar material inédito a cada dois anos, sendo os quatro trabalhos mais recentes álbuns cheios.

    Atualmente, o grupo já compõe o quinto disco, com gravações previstas para o início de 2027.

    A identidade visual sempre foi tratada com o mesmo cuidado que a música. O primeiro EP teve arte assinada por Lobo Ramirez, responsável também pela criação e repaginação do logo. Na sequência, as capas até AntiAutoAjuda ficaram a cargo do ex-guitarrista Marcelinho. Já os álbuns mais recentes contaram com artistas convidados: Decomposição (Wendell Araújo, Recife), Imperialismo (Rafael Bueno, São Paulo) e Como Nascem os Monstros (Bárbara Gil, Londrina).

    Resistência, constância e trabalho duro

    Figura que dá voz a essa trajetória, Nata é reconhecida como uma das precursoras quando o assunto é frontwoman na música extrema nacional, ajudando a consolidar o papel das mulheres na cena pesada. Ela diz:

    Envelhecer nesse circuito é algo que pesa bastante, pois o corpo pede arrego e o meu tem pedido nesse último ano, mas ainda assim eu busco encontrar um equilíbrio para seguir, pois estaria infeliz se não estivesse tendo a vida que tenho hoje. São 15 anos em que a vontade de criar som e tocar, mesmo com todas as roubadas e dificuldades, continua a mesma! Beirando os 40, ainda tenho a mesma empolgação de fazer uma música, como tinha aos 24, 25 anos”.

    Para Paulo Alexandre, o Paulinho, que entrou na atual formação há seis anos, a banda representou uma virada pessoal e artística:

    A minha entrada no Manger mudou a minha vida. Foi simplesmente a realização do que eu almejava como guitarrista: compor, gravar e sair para tocar. E também mudou minha visão sobre como uma banda deve se organizar para se manter ativa e relevante. Já tive outras bandas, mas em nenhuma encontrei pessoas tão dispostas a viver por essa paixão que é a música pesada (mesmo não vivendo da banda, meio que vivemos pra isso! rs).

    Bruno também destaca o peso simbólico de integrar um grupo que já admirava antes de fazer parte:

    Estar na história da banda é uma loucura para mim, por se tratar de uma banda que ouvi muito e acompanhei quando era mais novo e que, nos últimos seis anos, mudou a minha vida. É algo muito especial, principalmente poder espalhar arte, fortalecer a luta de classes e denunciar o grande capital. Que venham muitos e muitos anos ao lado dos meus companheiros!”.

    Fundador da banda, Marcelo celebra o alcance conquistado ao longo dos anos:

    É muito gratificante ver que a cultura underground chega em lugares onde não imaginávamos, as trocas, as amizades em todas as regiões do Brasil, América Latina e no velho continente. Além da amizade com ex-integrantes desde a primeira formação. Ter uma banda é uma experiência muito foda, poder ver suas músicas em mídias físicas com a ajuda dos selos que acreditam no mesmo que a gente é algo que, para mim, enquanto colecionador, é surreal.

    A turnê de 15 anos reafirma o espírito inquieto do Manger Cadavre?: uma banda que nunca desacelerou, que transformou resistência em prática cotidiana e que segue ampliando fronteiras agora, chegando também a palcos onde ainda não havia pisado, mirando o futuro e se cristalizando como exemplo de prosperidade dentro do underground.

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  • Drowning Pool, nome forte do nu metal nos anos 2000, faz 3 shows no Brasil em maio

    Drowning Pool, nome forte do nu metal nos anos 2000, faz 3 shows no Brasil em maio

    A paulistana Válvera, que recém lançou mais um álbum, Unleashed Fury, é a banda suporte convidada em todos os shows pela América Latina

    A banda norte-americana Drowning Pool, cuja música “Bodies” é há mais de 20 anos um dos maiores hits do nu metal mundial, volta à América Latina em maio para uma série de shows, que inclui três no Brasil: 29/05 no Mister Rock (Belo Horizonte), 30/05 no Carioca Club (São Paulo, saiba mais aqui, com produção da ND Productions e Powerline) e 31/05 no Tork n’ Roll (Curitiba).

    A turnê é uma realização da Vênus Concerts. A banda paulistana Válvera, que recém-lançou mais um álbum, Unleashed Fury, é a banda suporte em todos os shows.

    O giro começa em 20 de maio no Ace of Spades, em Bogotá (Colômbia), segue em 22 de maio no C.C Leguia, em Lima (Peru), passa pelo Teatro Caupolicán, em Santiago (Chile), no dia 24, e pelo Teatro Vorterix, em Buenos Aires (Argentina), no dia 26, antes de chegar às três apresentações no Brasil.

    Formado em 1996, em Dallas (Texas), o Drowning Pool é uma banda de rock alternativo/nu metal que combina bateria vigorosa, riffs marcantes e temáticas de forte carga emocional.

    A projeção internacional veio com Sinner (2001), trabalho que inseriu o grupo no contexto da consolidação do new metal no mercado norte-americano. O registro foi produzido por Jay Baumgardner, conhecido por trabalhos com Papa Roach, Seether e Godsmack.

    O disco revelou “Bodies”, faixa que alcançou o topo da parada Mainstream Rock Tracks da Billboard, recebeu certificação de platina nos Estados Unidos e se tornou presença recorrente em transmissões esportivas e eventos da WWE, ampliando o alcance da banda para além do circuito estritamente musical.

    Após 2002, o Drowning Pool contou com diferentes vocalistas ao longo dos anos: Jason Jones, Ryan McCombs e Jasen Moreno, responsáveis por álbuns como Full Circle (2007), Resilience (2013) e Strike a Nerve (2022). O atual vocalista, que retornou à formação em 2023, é Ryan McCombs.

    Além de “Bodies”, o repertório associado à trajetória do grupo inclui músicas como “Tear Away”, “Sinner”, “Step Up”, “Enemy”, “Feel Like I Do”, “37 Stitches”, “Turn So Cold” e “One Finger and a Fist”.

    Ao longo das décadas seguintes, a banda manteve atividade constante com lançamentos como Desensitized (2004), Full Circle (2007), o autointitulado Drowning Pool (2010), Resilience (2013), Hellelujah (2016) e Strike a Nerve (2022).

    Desde os anos 2000, o grupo integra turnês de grande porte nos Estados Unidos, incluindo o Ozzfest em 2001, período que consolidou sua presença no circuito internacional. Ainda na década de 1990, uma cópia da primeira demo chegou às mãos de integrantes do Nine Inch Nails, o que resultou em convites para turnê com o grupo. Em seguida, vieram excursões com Kittie e Sevendust.

    Válvera, força brasileira do neo thrash

    Reconhecido pela mídia europeia como um dos principais representantes do neo thrash, o Válvera acaba de lançar Unleashed Fury, uma fusão potente entre o thrash metal tradicional e elementos contemporâneos.

    Com produção de alto impacto, riffs afiados e letras diretas, o álbum percorre temas como luto, colapso emocional, resistência, identidade, caos urbano, crítica social e a permanência em um mundo cada vez mais hostil e descartável.

    Construído a partir de experiências reais, Unleashed Fury não romantiza a dor nem oferece redenção fácil. Cada faixa funciona como um retrato de enfrentamento, interno e externo, conectando vivências pessoais a uma leitura crua da realidade atual.

    “Unleashed Fury é sobre encarar seus monstros sem abaixar a cabeça e romper todas as correntes que tentam te manter no chão. Esse álbum nasceu de dor, de luto, de arrependimentos e também de vitórias. Muita coisa pesada e muita coisa incrível aconteceram durante esse processo, e tudo foi jogado ali dentro. Cada música é um pedaço da minha história, é o som da minha luta para não cair e da decisão de levantar mais forte”, afirma Glauber Barreto, vocalista e guitarrista.



    SERVIÇO – maio de 2026
    Drowning Pool em Belo Horizonte (MG)
    Data: 29 de maio de 2026 (sexta-feira)

    Horário: abertura da casa às 19h

    Local: Mister Rock (Av. Teresa Cristina, 295 – Prado, Belo Horizonte/MG)

    Ingressos: INGRESSOS MASTER

    +++

    Drowning Pool em São Paulo (SP)
    Data: 30 de maio de 2026

    Horário: 18h (abertura da casa)

    Local: Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros, São Paulo – SP)

    Ingresso online: FASTIX

    +++

    Drowning Pool em Curitiba (PR)
    Data: 31 de maio de 2026 (domingo)

    Horário: 18h (abertura da casa)

    Local: Tork n’ Roll (Av. Marechal Floriano Peixoto, 1695 – Rebouças, Curitiba/PR)

    Ingressos: INGRESSOS MASTER

  • Nite anuncia primeiro show da carreira na América do Sul

    Nite anuncia primeiro show da carreira na América do Sul

    Desde 2018, a banda Nite tem carregado com orgulho a tocha do metal da Bay Area, mas o grupo de blackened heavy metal vem ganhando ainda mais destaque impulsionado pelo sucesso de seu novo álbum, “Cult of the Serpent Sun. O disco foi eleito um dos melhores de 2025 por publicações importantes como Decibel, New Noise e Invisible Oranges, além de receber elogios de Nate Garrett, da banda Spirit Adrift.

    A plataforma Bandcamp também selecionou o álbum para a edição de fevereiro do The Hard Stuff, um clube mensal dedicado a discos de heavy metal apresentado pelo veterano jornalista musical J. Bennett. Agora, os músicos de San Francisco voltam a chamar atenção ao anunciar seu primeiro show na América do Sul.

    Em setembro, o Nite levará Cult of the Serpent Sun ao México, onde se apresentará no Candelabrum Metal Fest V. No repertório, a banda promete incluir o destaque “Crow (Fear the Night)”, além de outras faixas marcantes do novo álbum e músicas favoritas dos fãs presentes em sua discografia.

    Para ingressos, visite o site: https://candelabrumfest.com/

    Tracklist do álbum:

    1. Cult of the Serpent Sun (4:56)

    2. Skull (4:31)

    3. Crow (Fear The Night) (4:11)

    4. The Mystic (4:55)

    5. The Last Blade (4:32)

    6. Carry On (4:29)

    7. Tarmut (5:14)

    8. Winds of Sokar (3:52)

    Quando a escuridão envolve o mundo, o Nite incendeia os céus com seu blackened heavy metal intenso. Após explorar temas cósmicos em trabalhos anteriores, a banda agora mergulha em mitologias sombrias e abissais que, segundo o grupo, sempre estiveram presentes nas sombras da sociedade.

    Cada uma das oito faixas de “Cult of the Serpent Sun” representa uma batalha épica, colocando à prova a força da banda, que emerge vitoriosa em meio aos perigos e atmosferas sombrias do álbum.

    O vocalista e guitarrista Van Labrakis comenta:

    “O Nite busca ser uma luz. “Cult of the Serpent Sun” fala sobre como perseveramos em tempos de profunda escuridão.”

    Desde sua formação em 2018, o Nite tem se destacado dentro do cenário do metal da Bay Area. O álbum de estreia, “Darkness Silence Mirror Flame, apresentou ao público a mistura da banda entre heavy metal tradicional e elementos sombrios inspirados pela NWOBHM (New Wave of British Heavy Metal).

    O sucessor, “Voices of the Kronian Moon, elevou a intensidade com ritmos mais marcantes e guitarras ainda mais afiadas, conquistando elogios da imprensa especializada.

    Em “Cult of the Serpent Sun”, o grupo aprofunda ainda mais sua identidade sonora. Em vez de suavizar o estilo, o terceiro disco adiciona mais peso e intensidade. As guitarras de Van Labrakis e Scott Hoffman duelam em solos incendiários, enquanto Patrick Crawford conduz a bateria com energia implacável e Avinash Mittur reforça a base com seu baixo Rickenbacker poderoso.

    A faixa-título surge com urgência renovada e ataque venenoso, enquanto músicas como “Skull” apresentam grooves marcantes e “Crow (Fear the Night)” funciona como um verdadeiro grito de guerra para os fãs.

    O álbum também revela momentos de expansão sonora. “The Mystic” aposta em uma linha de baixo hipnótica que cria uma atmosfera quase transcendental, enquanto “Tarmut” brilha com uma melodia envolvente que lembra uma miragem no deserto.

    Segundo Labrakis:

    “Tocamos um estilo tradicional de heavy metal, mas o elemento blackened nos leva para outra direção.”

    Em “Carry On”, o vocalista aborda os perigos da guerra, enquanto a faixa de encerramento “Winds of Sokar” encerra o álbum de forma triunfante, convidando o ouvinte a seguir em frente e descobrir sua própria essência.

    Em “Cult of the Serpent Sun”, o Nite protege o altar do blackened heavy metal com lâminas afiadas e machados erguidos.

     

    Formação:

    • Van Labrakis — guitarra e vocais

    • Scott Hoffman — guitarra

    • Avinash Mittur — baixo

    • Patrick Crawford — bateria

  • Aaron Stainthorpe apresentará material do My Dying Bride com o Dead Space Chamber Music em Bristol

    Aaron Stainthorpe apresentará material do My Dying Bride com o Dead Space Chamber Music em Bristol

    Aaron Stainthorpe,  agora o ex-vocalista do My Dying Bride, fará uma apresentação especial e única no Reino Unido revisitando material da banda em um formato inusitado de música de câmara ao lado do projeto Dead Space Chamber Music. A performance acontecerá no dia 19 de setembro de 2026, na impressionante St Thomas the Martyr Church, em Bristol, como parte do evento Dark Alchemy VII.

    Este será, até o momento, o único show no Reino Unido em que Stainthorpe apresentará músicas do My Dying Bride, tornando a ocasião imperdível para fãs do influente catálogo de doom metal da banda. Ao lado do vocalista estarão diversos músicos convidados, incluindo:

    • T.G. Edwards – sintetizador modular

    • Eldermother – harpa e vocais

    • Rob George – guitarra

    • Michalina Rudawska – violoncelo

    O evento também contará com colaborações especiais entre os artistas, oferecendo uma releitura do material sombrio do My Dying Bride em um contexto de música de câmara.

    “Junte-se a nós enquanto retornamos ao deslumbrante cenário da St Thomas the Martyr, em Bristol”, afirmam os organizadores. Ingressos e mais informações estão disponíveis na página oficial do evento.

    A apresentação acontece após o anúncio feito pelo My Dying Bride em 2025 de que Stainthorpe havia se separado da banda: “Por favor, entendam que essa decisão não foi tomada de forma leviana… Nossa decisão coletiva de seguir em frente sem ele não é algo que imaginávamos ter que dizer um dia, mas para garantir a continuidade do legado que guardamos com tanto carinho, simplesmente precisamos seguir adiante. Embora mudanças possam ser difíceis, estamos fazendo o possível para iniciar este novo capítulo com uma positividade poderosa… Desejamos sinceramente a Aaron toda a sorte do mundo em seus novos projetos solo.”

    Enquanto o My Dying Bride tem se apresentado ao vivo com Mikko Kotamäki e possivelmente trabalha em novo material, este concerto permitirá que Stainthorpe revisite seu legado com a banda em um cenário único, atmosférico e intimista.

  • Nevermore fará sideshow especial em São Paulo

    Nevermore fará sideshow especial em São Paulo

    O Nevermore entra em 2026 com força total, propósito renovado e a confiança de quem sabe exatamente o que representa. Desde sua formação após o fim do Sanctuary, a banda construiu uma identidade marcada por técnica impecável, composições ousadas e intensidade emocional. Do álbum de estreia, lançado em 1995, a clássicos como Dead Heart in a Dead World e This Godless Endeavor, o Nevermore conquistou fãs no mundo inteiro e se firmou como uma das vozes mais originais e influentes do metal moderno.

    Agora, esse legado ganha um novo capítulo. Sob a liderança de Jeff Loomis e Van Williams, o Nevermore ressurge com uma formação poderosa: Jack Cattoi nas guitarras, Semir Özerkan no baixo e Berzan Önen nos vocais. Depois de anos afastados, a energia criativa que sempre moveu a banda voltou a pulsar com força. “Isso vem sendo gestado há bastante tempo e agora começou a se concretizar. Então que momento melhor para dar início a tudo do que agora?”, afirma Van, resumindo o espírito dessa nova fase.

    E esse retorno já tem data marcada para acontecer diante do público brasileiro. O Nevermore é uma das atrações confirmadas do Bangers Open Air 2026, que acontece nos dias 25 e 26 de abril no tradicional Memorial da América Latina, em São Paulo. A banda se apresenta no segundo dia do festival, prometendo um show histórico para celebrar essa nova era.

    Mas as novidades não param por aí. Para quem quer uma experiência ainda mais intensa e próxima, o Nevermore também fará um side show exclusivo no dia 28 de abril de 2026, no Carioca Club, em São Paulo. Uma oportunidade única para ver de perto a química da nova formação e sentir toda a força desse renascimento nos palcos.

    Com o anúncio dos shows no Brasil, o Nevermore deixa claro que voltou para valer: honrando sua história, celebrando sua identidade e abrindo caminho para um futuro tão ousado quanto sua música sempre foi. Um novo ciclo começa, e os fãs brasileiros serão os primeiros a testemunha.

    SERVIÇO – NEVERMORE
    Data: 28 de abril de 2026 (terça-feira)
    Local: Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros, São Paulo/SP)
    Abertura dos portões: 19h
    Realização: Bangers Open Air
    Produção: Honorsounds
    Ingressos disponíveis em: https://www.clubedoingresso.com/evento/nevermore-saopaulo