Categoria: Eventos

  • Angra Reunion no Espaço Unimed com vários setores esgotados

    Angra Reunion no Espaço Unimed com vários setores esgotados

    Apresentação com ‘Rebirth’ na íntegra terá formato ampliado do espetáculo do Bangers Open Air

    Além do show no Bangers Open Air 2026, o público terá a oportunidade de assistir à única apresentação da formação “Nova Era” fora do Bangers Open Air, reunindo no mesmo palco Edu FalaschiKiko LoureiroRafael BittencourtFelipe Andreoli e Aquiles Priester. Esse show histórico acontecerá no Espaço Unimed, em São Paulo, no dia 29 de abril (quarta-feira). Os ingressos estão disponíveis, mas com vários setores já esgotados.

    Este será um show completo, com a execução do álbum “Rebirth” na íntegra, além de outros clássicos que revisitarão grandes momentos da carreira da banda. O espetáculo será dividido e representará diferentes eras do grupo, destacando o período atual e o que ficou conhecido como o “renascimento”.

    A reunião celebra os 25 anos de “Rebirth”, álbum que redefiniu o caminho da banda após um momento de transição. O setlist também passará por faixas do “Temple of Shadows” e “Aurora Consurgens”, marcos da fase que consolidou o Angra no cenário internacional após o período inicial com o saudoso Andre Matos, que marcou época com “Angels Cry”“Holy Land” e “Fireworks”. A fase atual também terá destaque com faixas de “Secret Garden”“Ømni” e “Cycles of Pain”.

    Um evento histórico e imperdível para qualquer fã que deseja testemunhar, ao vivo, a força e a longevidade de um legado construído ao longo de mais de três décadas.

    Sobre o Evento

    Angra Reunion
    Data: 29 de abril de 2026 (quarta-feira)
    Local: Espaço Unimed
    Endereço: Rua Tagipuru, 795
    Portões: 19h00
    Início do show: 21h00
    Classificação Etária: 18 anos. Menores de 16 (dezesseis) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial.

    Realização: Bangers Open Air
    Produção: Honorsounds

    Ingressos disponível em: https://www.clubedoingresso.com/evento/angrareunion

  • Malvada conquista a Europa: em primeira Tour Internacional

    Malvada conquista a Europa: em primeira Tour Internacional

     Entrevistamos a banda Malvada durante o show de abertura para Michael Schenker em Oberhausen – Alemanha, em 20 de fevereiro de 2026. 

    Diretamente nos bastidores da casa de shows Turbinenhalle,, em Oberhausen na Alemanha, nossa Team Leader na Europa Cintia Seidel foi recebida pela banda brasileira Malvada, formada por Indira Castillo (vocal), Bruna Tsuruda (guitarra), Rafaela Reoli (baixo) e Juliana Salgado (bateria), para uma entrevista muito animada e repleta de informações sobre a nova fase da banda, após a parceira firmada com a Frontiers Records.

    A banda subiu ao palco para abrir o show de Michael Schenker. Durante a entrevista com Cintia Seidel, Juliana representou a banda no merchandising, enquanto as outras três integrantes conversaram com a Headbangers Brasil compartilhando suas experiências, risadas e reflexões sobre a carreira, o público e a vida de banda feminina no rock.

    Cindy Seidel e Malvada na Alemanha.

    A primeira turnê internacional: aventura e aprendizado

    Cintia: Então, meninas, essa é a primeira turnê europeia da Malvada. Como está sendo essa experiência para vocês?

    Indira: Está sendo uma grande aventura. Não poderia ser melhor. É nossa primeira vez fora do país, tocando lugares incríveis, abrindo para alguém que ajudou a construir a história do rock, Michael Schenker. Estamos aprendendo coisas novas, muitas coisas novas de como funciona aqui fora.

    Bruna: A organização é diferente do Brasil. Os horários são muito respeitados. Um show não atrasa nem cinco minutos! No Brasil, atrasos de 15 minutos são normais. Aqui, nem dois minutos podemos atrasar.

    Rafaela: É bom, porque evita aquela espera chata antes de começar o show. E o público é diferente. Eles demonstram que gostaram, mesmo que de forma menos efusiva que os brasileiros.

    Indira: No final das músicas, eles aplaudem e depois do show, vêm nos elogiar bastante. Estamos sendo muito bem tratadas por toda a equipe.

    Público europeu: respeito e curiosidade

    Cintia: Como tem sido a recepção do público com músicas em português e inglês?

    Indira: Começamos em português, foi muito bom. Mas sempre tivemos a ideia de criar músicas em inglês. Quando a Frontiers Records entrou em contato, foi uma proposta deles. Queriam que a banda focasse no inglês para se comunicar melhor com o público internacional.

    Bruna: Colocamos pelo menos uma música em português nos shows atuais. O público fica curioso, observa, e gosta de ver algo diferente. É legal mostrar nossa cultura, de onde viemos.

    Rafaela: Muitos fãs apreciam músicas cantadas em idiomas nativos das bandas. Isso é inspirador e abre espaço para a nossa identidade musical.

    Indira: Escrever nos dois idiomas é desafiador. Em português, a fonética é mais longa, então rimar e encaixar na melodia exige atenção. Em inglês, a cadência é mais direta. Algumas letras precisam de adaptação, mas sempre preservamos a essência.

    Influências musicais: identidade de cada integrante

    Cintia: Quais são as principais influências de cada uma de vocês?

    Indira (vocal): No canto, me inspiro em Ronnie James Dio, Miles Kennedy e Rich Cotten. Também gosto muito de vozes femininas como Etta James e Tina Turner.

    Bruna (guitarra): No meu caso, Michael Schenker, Iron Maiden, Ritchie Blackmore, Jimi Hendrix e Randy Rhoads são grandes influências para a guitarra.

    Rafaela (baixo): No baixo, sigo Steve Harris, Cliff Burton, Metallica e Rush. Essas referências ajudam a criar linhas sólidas e consistentes.

    Indira: Quanto mais você abre seus horizontes, maior fica o seu poder de criação musical.

    Representatividade e inspiração feminina

    Cintia: Como é ocupar um espaço predominantemente masculino no rock?

    Indira: É desafiador, mas cada show é uma oportunidade de inspirar outras mulheres. A Malvada transmite força e perseverança, mostrando que é possível.

    Bruna: Ontem, em Bremen, uma fã comprou uma camiseta e disse: “Agora sou fã de vocês.” É transformador ver que podemos influenciar outras mulheres.

    Rafaela: Temos contato com várias bandas femininas brasileiras, como Demonic, Sinaia e The Other Voss. Cada mulher que veio antes abre caminho para nós. É uma escada que construímos juntas.

    Histórias engraçadas e momentos de bastidores

    Cintia: Teve alguma história engraçada que aconteceu com vocês?

    Bruna: No SESC Paulista, jogaram uma cueca no palco. Foi inesperado!

    Indira: Pelo menos estava limpa!

    Rafaela: Essas situações mostram que o público pode ser espontâneo e divertido, e a gente aprende a lidar com tudo com bom humor.

    Nervosismo e adaptação aos shows europeus

    Cintia: Como foi o primeiro show aqui na Europa?

    Indira: No primeiro, estávamos nervosas, pensando “como será?”. Mas no segundo show, conseguimos nos soltar e compreender melhor o público daqui.

    Rafaela: O público europeu é diferente do brasileiro; eles prestam atenção real. É necessário presença de palco e entrega total.

    Bruna: Eles chegam cedo, acompanham todas as bandas, pedem fotos e autógrafos. Isso mostra um respeito incrível pelo trabalho da banda.

    Viver de música: dedicação, paixão e “o plano A é o único plano”. 

    Cintia: Dá para viver só de música?

    Indira: Sim, é possível. Hoje ganho muito mais com a música do que com empregos CLT que tive no passado.

    Bruna: Além da banda, damos aulas, participamos de outros gigs, cursos online e ações nas redes sociais. O segredo é diversificar as fontes de renda.

    Rafaela: Dedicação, consistência e paixão pelo que se faz são essenciais.

    Indira: Muito gratificante poder fazer o que amamos, viajar para a Europa e viver disso. Esse é o plano A. E o plano A é o único plano também. Não há outro caminho para a gente. Tudo compensa quando amamos o que fazemos.

    Bruna: Hoje é preciso se desmembrar em vários lados para realmente sustentar a vida com música.

    Indira: E isso conecta também com a mensagem que queremos passar para mulheres e meninas que estão começando: a persistência e a consistência são mais importantes que o talento. Pelo esforço a gente aprende, não desiste e consegue abrir caminho. É a própria resistência que nos impulsiona.

    Rafaela: É isso mesmo: não desistir, ser consistente em cada passo e ter fé em si mesma.

    Mensagem final para novas musicistas

    Cintia: Qual recado vocês dariam para mulheres que estão começando agora na música?

    Indira: Persistência e consistência valem mais do que talento.

    Bruna: Se você gosta de tocar, se gosta de ouvir música, continue. Não desista.

    Rafaela: Cada passo conta e abre caminho para outras mulheres também. O rock está crescendo, e precisamos continuar mostrando nossa força.

    Cintia: E quanto à expectativa para os próximos shows, não só na Europa, mas no futuro da Malvada?

    Indira: Estamos aproveitando cada oportunidade de mostrar nosso trabalho em outros países. As expectativas crescem a cada conquista, e os sonhos continuam surgindo.

    Bruna: Nosso objetivo é continuar expandindo nossa música e nossa mensagem, atingindo cada vez mais pessoas.

    Rafaela: Acreditamos que é possível viver de música, mas é preciso diversificar e se dedicar. Cada show é aprendizado e evolução.

    Setlist do show em Oberhausen

    Intro
    Dead Like You
    Yesterday
    Veneno
    After
    Fear
    Anymore
    Rnr Girl
    Down the Walls
    Bullet Proof

    O público na Turbinenhalle vibrou do início ao fim. A Malvada mostrou que, mesmo em território europeu, a força da música brasileira e a energia de uma banda feminina podem conquistar plateias, inspirar fãs e abrir portas para novas gerações.

    Um agradecimento especial as integrantes da Malvada e ao  produtor da banda Tiago Claro, da TC7 Produções por receberem a Headbangers Brasil.

  • Living Colour e mais uma aula de boa música no Rio de Janeiro

    Living Colour e mais uma aula de boa música no Rio de Janeiro

    O sábado passado foi mais um daqueles de luxo para quem curte uma belo Rock n’Roll com a passagem do aniversário de 40 anos de carreira do Living Colour, que fez, como sempre, uma apresentação acima do normal.

    A noite de sábado, no Sacadura 154, ótima casa de shows teve como banda de abertura, os Estadunidenses do Madzilla, que são super esforçados e entregam um belo Hard N’ Heavy, com um show curto, mas potente, o quarteto de Las Vegas mostrou o seu som e com pontos muito interessantes, a guitarrista solo e a baterista são fenomenais e o esforço do vocalista em se comunicar em portugues, ponto esse que ele fazia muito bem, foram de longe o destaque para a banda, que apresentou o seu som a um público que, estava bem esvaziado no momento.

    Esse público esvaziado começava a preocupar os poucos que já estavam na casa, o palco é rapidamente mudado e a situação do público também, já que o público começou a chegar em peso e nesse meio tempo vimos o Sacadura 154 enchendo bastante e o clima de festa foi sendo criado. Eram por volta de 21 horas da noite que a Marcha Imperial, clássica música da franquia Star Wars foi executada, dando entrada em palco Will Calhoun, Doug Wimbish, Vernon Reid Corey Glover em palco, para começar um show, um senhor show!!

    A apresentsção do Living Colour é sempre uma experiência acima do nível, a banda com toda a sua experiência sabe manter o público na mão e se tem um ponto a ser destacado, a imponência do seu vocalista, Corey Glover, como de seus companheiros é ímpar e abrindo o show com Leave It Alone, a banda nos entregou uma noite incrível, diversos clássicos foram tocados, como Middle Man, Memories Can’t Wait (que é uma versão de uma canção do Talking Heads, mas eternizada com o Living Colour), Ignorance Is Bliss, Funny Vibe, essa extremamente celebrada pelo público presente e muito mais.

    Um belíssimo momento foi de Corey Glover sentar no praticável da bateria do seu companheiro e acompanhado do leve dedilhado de Vernon, executaram a belíssima Hallellujah, de Leonard Cohen, mas com a incrível voz de Corey que esbanja qualidade, no auge dos seus 61 anos, o vocalista faz parecer fácil cantar tanto!! 

    Outro ponto alto, foi depois da maravilhosa Open Letter to a LandLord, o baterista Will Calhoun executa um solo de bateria maravilhoso e que ainda contou com a incidências da cancão Baianá, do Barbatuques e que trouxe uma “brasilidade” a esse momento, que geralmente é de desconexão, mas não foi o visto, pois todos estavam ali, vidrados, vendo o baterista mostrar sua técnica.

    Tivemos diversas versões e a clássica que eles já executam com uma frequência, The Message, do Grandmaster Flash & Furious Five vem e faz todos dançarem e relembrarem a série de Will Smith, que usou essa canção. Logo após esse momento e mais uma canção, começou o desfile, com Glamour Boys, Love Rears It’s Ugly Head, Type, todas aquecendo ainda mais o público, mas foi em Time’s Up que o ápice é atingido, com rodas pipocando em diversos pontos da casa e todos muito felizes e vivendo o momento.

    Para encerrarmos a noite, Cult Of Perdonality foi executada e uma versão extremamente intimista de Solace Of You, com Corey Glover sentado a beira do palco, quase que cantando intimamente para todos na casa, Will Calhoun a frente do palco, com pequenos instrumentos percurssivos, usando o micro e de Doug Wimbish para a gente e Vernon Reid dedilhando as notas desse encerramento lindo de um show único.

    Assistir o Living Colour em palco é sempre um momento incrível e grandioso, a banda muda as canções do nada, ela brinca com tempos e consegue te fazer reconhecer a canção e cantar ela, do jeito que eles quiserem, o show foi simplesmente incrível, uma apresentação de “gente grande” e agradecemos demais a Rider2 por sempre acreditar em nosso trabalho e nos permitir trazer essa cobertura a vocês.

  • Ação Solidária e Headbangers Brasil juntos

    Ação Solidária e Headbangers Brasil juntos

    A Headbangers Brasil soma forças e ajuda a ecoar uma importante AÇÃO SOLIDÁRIA em apoio à população da Zona da Mata Mineira.

    A luta e a solidariedade sempre foram inerentes ao Underground e, diante do momento trágico causado pelas fortes chuvas e enchentes que atingiram a região nos últimos dias, essas palavras precisam se transformar em atitude.

    Diversos coletivos e produtores estão mobilizados arrecadando itens de limpeza e higiene pessoal que serão destinados às famílias atingidas por essa terrível catástrofe. Produtos como água sanitária, desinfetante, sabão em pó, detergente, sabonete, pasta de dente, escova dental, papel higiênico, absorventes e fraldas são fundamentais neste momento de reconstrução.

    Se você vai comparecer aos próximos eventos, leve sua doação e fortaleça essa corrente do bem. O Underground mostra, mais uma vez, que é união, consciência e ação.

    EVENTOS / PONTOS DE ARRECADAÇÃO

    28/02/26 – PIXPLOTATION FEST – Trash Bar – Contagem
    01/03/26 – MISTER DEATHFEST – Mister Rock – BH
    07/03/26 – MEDONHO FEST – Instituto Helena Greco – BH
    14/03/26 – ATAQUE SANGUENTO – Área 51 – BH

    A Headbangers Brasil parabeniza e apoia essa iniciativa, incentivando a cena a participar ativamente.

    JUNT@S SOMOS MAIS FORTES! 🤘

  • Lebanon Hanover retorna ao Brasil em 2027

    Lebanon Hanover retorna ao Brasil em 2027

    Após uma passagem marcante pelo Brasil em 2024, o duo confirma sua volta em 2027 para uma apresentação especial em São Paulo, que será data única em todo o Brasil.

    Formado pela vocalista e artista visual suíço-inglesa Larissa Iceglass e pelo músico britânico William Maybelline, o Lebanon Hanover consolidou-se como um dos nomes mais cultuados do post-punk e darkwave contemporâneo. Surgido no início da década de 2010, o projeto construiu uma identidade sonora imediatamente reconhecível: linhas de baixo hipnóticas, batidas minimalistas, atmosferas frias e letras que exploram alienação, romantismo sombrio, deslocamento e resistência emocional. É uma música que não busca excessos, ela envolve, absorve e permanece.

    A trajetória do duo sempre caminhou à margem do convencional. Com forte espírito independente e estética austera inspirada no pós-punk europeu dos anos 1980, a banda desenvolveu uma discografia que se tornou referência moderna do gênero. Entre seus trabalhos mais celebrados estão “Why not just be solo”, “Tomb for two”, “Besides the abyss”, “Let them be alien”, “Sci-Fi Sky”, dentre outras obras que expandem à estética darkwave com uma sensibilidade emocional crua e cinematográfica.

    Suas obras ultrapassaram o circuito underground e se tornaram hinos contemporâneos da cena gótica global, presença constante em pistas alternativas e festivais internacionais. No palco, o Lebanon Hanover traduz sua estética com precisão: luzes frias, presença contida e uma intensidade emocional que transforma silêncio em atmosfera.

    Em 2027, essa experiência hipnótica retorna a São Paulo para uma noite singular. Um encontro para quem reconhece beleza na melancolia, força na introspecção e profundidade na escuridão. Uma apresentação para sentir e não apenas ouvir.

    SERVIÇO: LEBANON HANOVER EM SÃO PAULO.

    Quando: Sábado,13 de fevereiro de 2027, às 19:00
    Onde: Vip Station
    Endereço:
    R. Gibraltar, 346 – Santo Amaro, São Paulo – SP, 04755-070

    Ingressos: https://101tickets.com.br/events/details/Lebanon-Hanover-em-Sao-Paulo-13
    Valores:

    Lote 01
    Camarote

    Camarote – Meia entrada ou 1kg de alimento:
    R$250,00

    Camarote – Inteira
    R$500,00

    Lote 03
    Pista

    Pista – Meia entrada ou 1Kg de alimento:
    R$200,00
    Pista inteira
    R$400,00

  • The Heathen Scythe e Elvenking juntos em tour Internacional

    The Heathen Scythe e Elvenking juntos em tour Internacional

    Banda paulista de Post-Apocalyptic Pagan Metal embarca para a Ásia e Europa enquanto prepara o lançamento de seu aguardado álbum de estreia

    Após o impacto do single “The Magus”, inspirado no grimório de Francis Barrett e que serviu como uma poderosa invocação para o seu primeiro álbum completo, a banda The Heathen Scÿthe anuncia uma agenda robusta de shows nacionais e internacionais. O grupo, que funde Metal Clássico, Industrial e Black Metal em uma narrativa futurista, levará sua experiência audiovisual única para palcos da Ásia, América Latina e Europa.

    O grande destaque da agenda é a turnê pela Ásia, onde o The Heathen Scÿthe terá a honra de abrir os shows da renomada banda Elvenking em datas selecionadas na China e no Japão. Antes de embarcar, o grupo realiza um show de despedida em sua terra natal, São Paulo, durante o Válvera Fest, marcado para 28 de fevereiro.

    Ao retornar do Japão e de sua passagem por Taipei, a banda retoma suas atividades no Brasil como uma das atrações do Ragnarok Musik Fest. A turnê segue em expansão para o Equador e culmina em uma sequência de festivais europeus de prestígio, como o Vagos Open Air em Portugal e o Rock Castle na República Tcheca.

    Confira as datas confirmadas:

    • 28/02 – São Paulo, Brasil (Válvera Fest)
    • 14/03 – Shanghai, China +
    • 15/03 – Beijing, China +
    • 19/03 – Tokyo, Japão +
    • 20/03 – Tokyo, Japão +
    • 21/03 – Taipei, Taiwan
    • 11/04 – São Paulo, Brasil (Ragnarok Musik Fest)
    • 04/07 – Toca San Antonio, Equador
    • 06/08 – Vagos Open Air, Portugal
    • 14/08 – Rock Castle, Rep. Tcheca
    • + com Elvenking

    Assista ao videoclipe de “The Magus”:

    Situada conceitualmente 600 anos após um apocalipse, a banda explora a fusão entre tecnologia avançada e conhecimentos ancestrais. O primeiro álbum completo, contará com 12 faixas que mergulham em grimórios históricos da Idade Média e além. O projeto posiciona o The Heathen Scÿthe como “arqueólogos musicais” da tradição esotérica ocidental.

    Sobre The Heathen Scÿthe:

    Formada por músicos experientes da cena paulista, a banda oferece uma experiência audiovisual marcada pela forte teatralidade.

    A formação atual conta com:

    Da’at (Tato Deluca) – Voz

    Netzah (Bruno Luiz) – Guitarras

    Hesed (Paulo Roveri) – Guitarras

    Hokhmah (Flavio Sallin) – Teclados

    Yesod (Fernando Giovannetti) – Baixo

    Malkhuth (Marcus Dotta) – Bateria

  • In Flames confirma Sideshow em Curitiba

    In Flames confirma Sideshow em Curitiba

    Evento também é parte da série de side shows que o Bangers Open Air preparou para o público

    Após o recente anúncio do side show do In Flames na cidade de São Paulo, a organização do Bangers Open Air anunciou mais uma data, agora em Curitiba. A apresentação acontecerá no dia 26 de abril, no Ópera de Arame.

    Criado em 1990 na cidade de Gotemburgo (SUE), o In Flames foi idealizado pelo guitarrista Jesper Strömblad e começou como uma proposta ousada no underground, mesclando a agressividade do death metal com harmonias melódicas inspiradas no metal tradicional. Essa fusão logo se tornaria a base do chamado Gothenburg Sound, estilo que definiria toda uma geração do metal melódico escandinavo. 

    Após esta fase, mudanças na formação levaram Gelotte a trocar a bateria pela guitarra, e a entrada de Daniel Svensson (bateria) estabeleceu a formação que lançaria “Colony” (1999), álbum que apresentou ao mundo o som característico de Gotemburgo. A sequência veio com “Clayman” (2000), que ampliou ainda mais o alcance. Nos anos seguintes, o In Flames passou a explorar novas fronteiras sonoras, incorporando elementos modernos, eletrônicos e vocais limpos.
     
    O álbum “Reroute to Remain” (2002) marcou o início da transição, enquanto “Soundtrack to Your Escape” (2004) e “Come Clarity” (2006) firmaram o sucesso mundial. Mesmo com as mudanças estilísticas, o grupo manteve sua relevância ao longo das décadas, lançando trabalhos consistentes como “A Sense of Purpose” (2008), “Siren Charms” (2014), “I, The Mask” (2019) e “Foregone” (2023), este último aclamado por equilibrar o peso e a melodia que sempre caracterizaram sua trajetória.

    Atualmente liderado por Anders Fridén e Björn Gelotte, o In Flames segue em turnê mundial promovendo “Foregone”, celebrando mais de três décadas de carreira e uma discografia que moldou o death metal melódico. A presença do In Flames em festivais como o Bangers Open Air 2026 reforça sua importância histórica como um dos pilares do death metal melódico e do Gothenburg Sound.

    Confira o serviço completo para o show do In Flames:

    SERVIÇO – IN FLAMES – CURITIBA

    Data: 26 de abril de 2026 (domingo)
    Local: Ópera de Arame (R. João Gava, 920 – Abranches, Curitiba/PR)
    Abertura dos portões: 19h
    Realização: Bangers Open Air e Planeta Brasil
    Produção: Honorsounds
    Ingressos disponíveis em: https://www.diskingressos.com.br/event/2708

  • Cobertura: Obituary no Rio de Janeiro

    Cobertura: Obituary no Rio de Janeiro

    Mesmo com problemas de som, o evento que reuniu três grandes nomes do Death Metal foi lindo!

    Em uma quente terça feira, o público Carioca lotou o Agyto, local que já recebeu o Obituary em outras oportunidades e todas elas com casa muito cheia e ontem não foi nada diferente. O Agyto ontem teve uma noite de aula, a primeira foi de como fazer Death Metal, pois tanto o LAC como o Podridão foram ótimos shows, mas o Obituary… E tivemos uma segunda aula, de como JAMAIS regular um som de palco, para bandas ao vivo, mas isso vocês irão perceber no decorrer relato de um humilde observador do nosso cenário. Já de antemão quero agradecer à Xaninho Discos, Caveria Velha Produções pela chance de presenciar o evento e poder trazer a vocês essa cobertura.

    Veja abaixo a postagem no Instagram da Xaninho Discos e já tenham uma noção de como foi o evento dessa terça feira:

    https://www.instagram.com/reel/DVMo1qsESU2/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==

    Chegando ao local do evento, as portas já estavam sendo abertas, pontualmente as 19:00h, conforme anunciado e às 19:30, com a casa já bem cheia, os cariocas do LAC subiram ao palco e fizeram o que melhor eles sabem fazer, apresentaram um show matador, com um som que, incrivelmente, pode ser considerado o melhor da noite, pois mesmo com um certo “embolo” no início da apresentação, depois o problema foi acertado e eles fizeram um show simplesmente incrível, abrindo com  Third World Slavery a banda já conquista o público, com seu som brutal, pesado e direto, eles tocaram Narcohell, que tem um riff altamente cativante (mesmo que essa palavra seja estranha ao usá-la aqui), entre outras músicas de seu extenso repertório, um show que abriu os trabalhos de forma perfeita.

    Logo após os cariocas, os paulistanos do Podridão iriam subir ao palco e é aqui que o terror sonoro começa, o Power Trio subiu ao palco com sangue nos olhos, prontos para entregarem o melhor show da vida deles e mostrar as músicas do seu último e ótimo disco, Coffin Of The Corrupted Dead, bem como as músicas de seus outros trabalhos, todos eles muito bons, mas o som estava literalmente, uma belíssima porcaria!! O uso de um efeito no bumbo da bateria, sugava, por completo o som da guitarra, criando um efeito no qual precia que ouvíamos um disco de vinil, ao contrário, com a guitarra indo e voltando. O som estava tão, mas tão ruim, que não tive condição de, sequer, conseguir entender as músicas da banda. Foi extremamente revoltante essa qualidade sonora, muitos na casa reclamavam da mesma coisa, de como esse “engenheiro de som” conseguiu estragar todo o show deles, uma gigante pena, pois os caras estavam entregando tudo no palco ontem, mas infelizmente, nada entendíamos!! Além desse efeito, o vocal baixo, a bateria, foi horrível, simplesmente horrível. Uma pena, pois o Podridão foi extremamente prejudicado por esse “Engenheiro”.

    Depois desse desastre vimos o Obituary chegando a casa, que já estava estupidamente lotada e quente, os ares não conseguiram dar vazão para tanto “calor humano”, mas depois desse desastroso problema de som no Podridão, a pergunta pairava no ar: quem vai ser o Engenheiro do Floridenhos do Death Metal?? Pois, já se sabia que eles não trouxeram o técnico deles, então o medo já começava a rondar o público e depois de um tempo para a desmontagem da bateria das bandas de abertura, a preparação para o grande momento da noite e ao começar a música de introdução e o logo explodir no telão, era chegada a hora da aula. 

    Veja abaixo como foi a entrada do Obituary no Rio de Janeiro.

    https://www.instagram.com/reel/DVKSFRhiRRD/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==

    Começou a aula de Death Metal, mas, infelizmente, o problema de som retornou, sendo que, como o Obituary conta com duas guitarras, as duas sofreram com o mesmo problema do Podridão, com o mesmo “efeito” de disco ao contrário, com as guitarras fazendo um som de “ir e vir”, o que deu uma baita prejudicada na experiência em rever esses gigantes, ainda mais em uma tour tão bela, como essa de celebração de35 anos do Cause Of Death, e com músicas de sua carreira e o disco praticamente na íntegra, o Obituary não provou somente que são incríveis em palco, mas como reafirma a força do Death Metal no qual eles ajudaram a moldar. Mesmo com os problemas no qual citamos de som, cada riff, cada berro de John Tardy, a cirúrgica precisão de Donald na bateria, que é um monstro tocando o seu kit, tudo foi berrado e celebrado, mas a trinca final do show necessita um destaque, pois em sequência ouvimos Slowly We Rot, Chopped In Half Turned Inside Out, três dos maiores clássicos do estilo. Isso foi um encerramento de luxo para um show, que mesmo curto, foi incrível, uma verdadeira aula de entrega e paixão pela arte no qual o Obituary faz, que apresentação senhoras e senhores, afirmo categoricamente que, todos ali ontem saíram felizes, suados e de alma lavada com um show magnânimo, mesmo com os poréns já ditos.

    TODAS AS FOTOS POR TADEU GOULART – @tadeufotografia

     

  • Angra anuncia show de 30 anos de “Holy Land” no Olympia na França

    Angra anuncia show de 30 anos de “Holy Land” no Olympia na França

    Evento acontece no dia 23 de setembro de 2026 e conta com participação de Kiko Loureiro

    23 de maio de 1995: em Paris, na Locomotive lotada, a França viu nascer ao vivo a sua primeira grande conexão com o ANGRA, então uma jovem banda brasileira que havia chamado atenção poucos meses antes com o álbum de estreia “Angels Cry”.

    Um ano e meio depois, em novembro de 1996, durante uma turnê francesa de sete datas, o quinteto de São Paulo comemora com o público do país o sucesso de “Holy Land”, ambicioso álbum conceitual que entraria para a história do Heavy Metal. O disco consolidou a identidade do grupo ao unir hinos de power metal a arranjos sinfônicos e ritmos tribais, em uma proposta artística que se tornaria referência.

    O guitarrista e compositor Rafael Bittencourt relembra: “Estávamos confiantes e ansiosos para ir além. Era o momento ideal para experimentar, correr riscos e ultrapassar nossos limites. Éramos jovens, inspirados e tivemos a rara chance de nos dedicar à música de forma profissional, enquanto realizávamos o sonho do reconhecimento internacional. Para expressar quem éramos, tive a ideia de contar a história do descobrimento do Brasil, da colonização europeia e do encontro com as culturas africanas e indígenas. Durante a fase de Holy Land, a banda atingiu seu auge, tanto individual quanto coletivamente. Nada podia nos parar. Um período fabuloso que jamais esquecerei”.

    A relação com os franceses se fortalece na primavera de 1996, durante uma série de showcases acústicos em que o vocalista Andre Matos e o guitarrista Kiko Loureiro demonstram uma proximidade rara com o público. Naquele momento, sem que se percebesse plenamente, o ANGRA ajudava a formar uma geração de fãs tão apaixonada quanto fiel e, ao mesmo tempo, reacende no país o interesse por um estilo que havia perdido espaço por tempo demais.

    A aventura continuaria em 1998 e 1999, anos em que o ANGRA se apresentaria por diversas cidades da França, tocaria no Printemps de Bourges (com Dream Theater), nas Eurockéennes de Belfort (com Metallica) e lotaria o Zénith de Paris em um concerto memorável que ainda teria a participação especial de Bruce Dickinson, do Iron Maiden.

    Os anos 2000, porém, seriam mais turbulentos, marcados por diferentes mudanças de formação, com Rafael Bittencourt buscando manter o navio no rumo, apesar dos desafios.

    2026 marca os 30 anos do lançamento de “Holy Land” e do show realizado em 15 de novembro de 1996, no cenário inusitado do Aquaboulevard de Paris, que deu origem ao mini álbum ao vivo “Holy Live”.

    Para celebrar a data, o ANGRA prepara um concerto especial com o público francês no dia 23 de setembro de 2026, no Olympia. A noite será dividida em duas partes: primeiro, a execução de “Holy Land” na íntegra; depois, um segundo set dedicado a outros destaques da extensa discografia do grupo. O show também será uma homenagem a Andre Matos, falecido em junho de 2019. Para a ocasião, Kiko Loureiro (que integrou o Megadeth por dez anos) retorna de forma pontual ao ANGRA.

    Kiko comenta a importância do momento: “A primeira vez que entrei na lendária sala do Olympia, senti o peso da história no ar. Sabendo o quanto este lugar é sagrado e quantos artistas emblemáticos já se apresentaram nesse palco, é, sem dúvida, mais um marco importante na minha carreira, um daqueles momentos que guardamos para sempre na memória. Ao caminhar pelos corredores dos bastidores, olhando os velhos cartazes e as fotografias de tantas lendas que marcaram a história da música, senti-me ao mesmo tempo humilde e inspirado. Tocar com o Megadeth com ingressos esgotados no Olympia é realmente inesquecível. Hoje, subir novamente nesse palco histórico com meus irmãos do Angra para celebrar Holy Land me parece ainda mais significativo. Este álbum representa um dos capítulos mais importantes da nossa vida musical. Voltar a Paris, uma cidade que sempre nos recebeu com profundo respeito e um entusiasmo transbordante, compartilhar novamente essas canções, sobretudo em uma casa tão emblemática quanto o Olympia, é mais do que um simples show. É uma celebração de história, de laços e de gratidão”.

    Além disso, Rafael Bittencourt (guitarra), Felipe Andreoli (baixo), Bruno Valverde (bateria) e Marcelo Barbosa (guitarra) apresentarão ao público francês o novo vocalista do grupo, Alirio Netto, conhecido por trabalhos como o Queen Extravaganza, tributo oficial ao Queen idealizado por Roger Taylor.

    Felipe afirma: “Em 25 anos, o Angra me permitiu dividir o palco com muitos artistas excepcionais, e isso continua com a chegada do Alirio. Ele é simplesmente um dos maiores cantores que já tive a oportunidade de ver, e é um verdadeiro prazer tê-lo agora entre nós. Ele representa a música e a cultura brasileiras e, ao mesmo tempo, traz sua própria interpretação teatral, além de uma extensão e versatilidade incríveis. E o fato de o Kiko, um dos músicos brasileiros mais importantes da nossa época e outro grande amigo, se juntar a nós nesses momentos especiais é inestimável”.

    No próximo 23 de setembro, no Olympia, com a atmosfera naturalmente tomada pela nostalgia, o concerto “Holy Land 30th” também será marcado por reencontro e renovação, um momento aguardado há muito tempo por músicos e fãs.

    Alirio Netto conclui“Entrar no Angra é a realização de um sonho que alimento desde o início da minha trajetória. É impossível falar dessa história sem mencionar André Matos: sua voz e sua sensibilidade ajudaram a definir o som e a alma do Angra e marcaram profundamente toda uma geração de músicos e fãs. Seu legado permanece vivo e é uma fonte constante de inspiração para mim. Tenho um respeito enorme por tudo o que Rafael, Kiko, Felipe, Marcelo, Edu, Bruno, Aquiles, Ricardo, Luis e todos que passaram pela banda realizaram e por tudo o que contribuíram para a grandeza do grupo ao longo das décadas. Recebo este momento com gratidão e responsabilidade. O legado do Angra merece sempre o melhor em dedicação, compromisso e autenticidade, e não farei concessões quanto a isso. Minha intenção é honrar essa história respeitando o passado e me comprometendo com o futuro, permanecendo fiel a mim mesmo em todos os aspectos e dando o meu melhor para que essa chama continue acesa para as próximas gerações”.”

    Informações:
    Site relacionado: https://angra.net/
    Instagram: https://www.instagram.com/angraofficial/

  • In Flames tem Sideshow na Audio

    In Flames tem Sideshow na Audio

    Show exclusivo é parte da série de side shows que o Bangers Open Air preparou para o público

    Criado em 1990 na cidade de Gotemburgo (SUE), o In Flames foi idealizado pelo guitarrista Jesper Strömblad e começou como uma proposta ousada no underground, mesclando a agressividade do death metal com harmonias melódicas inspiradas no metal tradicional. Essa fusão logo se tornaria a base do chamado Gothenburg Sound, estilo que definiria toda uma geração do metal melódico escandinavo. 

    Após esta fase, mudanças na formação levaram Gelotte a trocar a bateria pela guitarra, e a entrada de Daniel Svensson (bateria) estabeleceu a formação que lançaria “Colony” (1999), álbum que apresentou ao mundo o som característico de Gotemburgo. A sequência veio com “Clayman” (2000), que ampliou ainda mais o alcance. Nos anos seguintes, o In Flames passou a explorar novas fronteiras sonoras, incorporando elementos modernos, eletrônicos e vocais limpos.
     
    O álbum “Reroute to Remain” (2002) marcou o início da transição, enquanto “Soundtrack to Your Escape” (2004) e “Come Clarity” (2006) firmaram o sucesso mundial. Mesmo com as mudanças estilísticas, o grupo manteve sua relevância ao longo das décadas, lançando trabalhos consistentes como “A Sense of Purpose” (2008), “Siren Charms” (2014), “I, The Mask” (2019) e “Foregone” (2023), este último aclamado por equilibrar o peso e a melodia que sempre caracterizaram sua trajetória.

    Atualmente liderado por Anders Fridén e Björn Gelotte, o In Flames segue em turnê mundial promovendo “Foregone”, celebrando mais de três décadas de carreira e uma discografia que moldou o death metal melódico. A presença do In Flames em festivais como o Bangers Open Air 2026 reforça sua importância histórica como um dos pilares do death metal melódico e do Gothenburg Sound.

    Confira o serviço completo para o show do In Flames:

    SERVIÇO – IN FLAMES – SÃO PAULO

    Data: 23 de abril de 2026 (quinta-feira)
    Local: Audio (Av. Francisco Matarazzo, 694 – Barra Funda, São Paulo/SP)
    Abertura dos portões: 19h
    Realização: Bangers Open Air
    Produção: Honorsounds
    Ingressos disponíveis em: https://www.clubedoingresso.com/evento/inflames-sideshow-sp