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O baterista Ragnar Sverrisson da banda islandesa de Tech Death Ophidian I lan√ßou¬†uma nova vers√£o de bateria para a faixa “Dominion Eyes“, que √© retirada do novo √°lbum da banda, ‘Desolate‘. O v√≠deo, que mostra as proezas afiadas e t√©cnicas de Sverrisson, pode ser visto abaixo.

A arte de ‘Desolate‘, que foi criada por Eliran Kantor, agora pode ser vista junto com os detalhes do √°lbum abaixo.

Track-list 
1. Diamonds (4:35) (WATCH)
2. Spiral To Oblivion (3:31) (WATCH)
3. Storm Aglow (4:12) (WATCH)
4. Unfurling The Crescent Moon (2:53)
5. Sequential Descent (4:31)
6. Captive Infinity (3:43)
7. Enslaved In A Desolate Swarm (4:05)
8. Dominion Eyes (3:13)
9. Jupiter (4:01)
10. Wither On The Vine (4:07)

Depois de nove anos, os Islandeses do Ophidian I voltam a atacar. Formada em Reykjav√≠k por S√≠mon √ě√≥r√≥lfsson (guitarras) e √ě√≥r√įur Hermannsson (baixo) em 2010, a banda com o nome de cobra chegou ao debut, Solvet Saeclum, em 2012. No entanto, enquanto √ě√≥r√≥lfsson desembarcou solit√°rio do Black Metal, Helfr√≥ e Hermannsson encontraram consolo no rock pesado. A dupla nunca esqueceu completamente o Ophidian I. Avan√ßo r√°pido seis anos depois. Renascido, renovado e revigorado, o grupo recrutou Dan√≠el M√°ni Konr√°√įsson (guitarra), John Olgeirsson (vocal) e Ragnar Sverrisson (bateria). Oficialmente um quinteto, o mandato de Ophidian I era se livrar do passado e destruir o futuro. A saber, o impressionante novo √°lbum, Desolate, n√£o foi apenas um novo cap√≠tulo, mas uma saga completamente diferente.

‚ÄúN√≥s come√ßamos a escrever um estilo de m√ļsica muito diferente‚ÄĚ, diz Konr√°√įsson. “Passamos alguns anos desenvolvendo o som e a intera√ß√£o – a frente t√©cnica. Quer√≠amos fazer m√ļsicas muito orientadas tecnicamente que ainda focassem na composi√ß√£o. Essencialmente, m√ļsicas cativantes, organizadas de uma maneira um pouco tradicional que geralmente n√£o √© predominante no death metal. Como resultado, passamos a maior parte do nosso tempo trabalhando na m√ļsica em si, com o aspecto t√©cnico servindo como um caminho para esse objetivo. Consideramos o som que criamos fresco e acess√≠vel.

Uma ouvida em Desolate e √© imediatamente aparente que o Ophidian I opera no extremo, quase na insanidade dos espectros musicais e composicionais. Faixas como o single principal ‚ÄúDiamonds‚ÄĚ, ‚ÄúSpiral to Oblivion‚ÄĚ, ‚ÄúUnfurling the Crescent Moon‚ÄĚ, ‚ÄúEnslaved in a Desolate Swarm‚ÄĚ e ‚ÄúJupiter‚ÄĚ revelam um aspecto professoral, mas selvagem. De fato, o death metal tem seu subg√™nero t√©cnico, e o Ophidian I reside com confian√ßa ao lado de seus colegas especialistas, mas o Desolate oferece algo que os outros n√£o oferecem. M√ļsicas. Pe√ßas que s√£o projetadas para minhocas de forma sub-rept√≠cia e indel√©vel. O fato de Konr√°√įsson descrever a m√ļsica como ‚Äúdeath metal principalmente t√©cnico‚ÄĚ diz tudo.

‚ÄúN√≥s s√≥ quer√≠amos que as m√ļsicas de Desolate soassem muito cativantes e maduras‚ÄĚ, diz Konr√°√įsson. ‚ÄúMais r√°pido, mais louco e mais mel√≥dico tamb√©m entrou em cena. Como est√°vamos mais profundos em nosso processo e cada vez mais confort√°veis ‚Äč‚Äčcom n√≥s mesmos e com a dire√ß√£o, quer√≠amos ultrapassar os limites de nossas composi√ß√Ķes e sua rela√ß√£o com o aspecto t√©cnico. Ser mais mel√≥dico veio naturalmente, pois ao escrever m√ļsica mais tradicional, a melodia e a harmonia s√£o sempre cruciais e muitas vezes o fator cr√≠tico. N√≥s fomos muito ambiciosos em fazer m√ļsicas boas e memor√°veis ‚Äč‚Äčque deixariam algo para tr√°s e esperamos que resistam ao teste do tempo.‚ÄĚ

O nome Ophidian I originou-se h√° muito tempo, mas a liga√ß√£o l√≠rica em Desolate √© com a incr√≠vel capa de Eliran Kantor (Gaerea, Hate Eternal). Faixas como ‚ÄúStorm Aglow‚ÄĚ, ‚ÄúCaptive Infinity‚ÄĚ e ‚ÄúDominion Eyes‚ÄĚ exploram quest√Ķes pessoais e ambientais ‚Äď 11% da Isl√Ęndia √© coberta por geleiras, por exemplo ‚Äď por meio de met√°foras. Assim, embora n√£o seja f√°cil ler nas entrelinhas de Ophidian I, a considera√ß√£o cuidadosa das cores, temas e paisagens que Kantor usou para expressar Desolate retrata uma realidade dura, est√©ril, mas maravilhosa.

‚ÄúAs letras do √°lbum s√£o principalmente pessoais‚ÄĚ, diz Konr√°√įsson. ‚ÄúAs coisas do cora√ß√£o s√£o muitas vezes transmitidas atrav√©s de alegorias, ambientadas nos lugares menos habit√°veis ‚Äč‚Äčda Isl√Ęndia. Eles s√£o duros e trai√ßoeiros. A capa da Kantor √© efetivamente um retrato desse mundo. Ligados a esses temas l√≠ricos e alegorias est√£o alguns elementos c√≥smicos. Da√≠ a inclus√£o do planeta em segundo plano.‚ÄĚ

Ophidian I gravou Desolate no Sundlaugin Studios (S√≥lstafir, Au√įn) em Mosfellsb√¶r, uma pequena cidade fora de Reykjav√≠k. Com Konr√°√įsson no comando, Stephen Lockhart e o resto da banda como engenheiros de som, a equipe acertou as 10 m√ļsicas do Desolate em dois meses. A mixagem e masteriza√ß√£o foram ent√£o entregues ao guitarrista do Cryptopsy, Chris Donaldson, para configurar em seu est√ļdio, The GRID, em Montreal, Canad√°. Donaldson levou duas semanas para concluir o trabalho. No geral, as sess√Ķes de est√ļdio para o Desolate foram suaves, profissionais e, como o Sundlaugin Studios √© mais famoso por sua associa√ß√£o com a maior exporta√ß√£o p√≥s-rock da Isl√Ęndia, Sigur R√≥s, inspiradora.

‚ÄúSundlaugin √© um est√ļdio incr√≠vel‚ÄĚ, diz Konr√°√įsson. ‚ÄúO est√ļdio costumava ser uma piscina (da√≠ o nome Sundlaugin ‚Äď island√™s para ‚Äėa piscina‚Äô) que Sigur R√≥s transformou em um est√ļdio para si e depois come√ßou a alugar para outros. Temos a sorte de ter tido o privil√©gio de trabalhar. O ambiente √© muito aconchegante e confort√°vel. Ele foi projetado intencionalmente dessa maneira e funciona perfeitamente. A grande sala tem uma ac√ļstica incr√≠vel, que se presta excepcionalmente bem a grava√ß√Ķes de bateria. Essa foi inicialmente a raz√£o pela qual quer√≠amos ir para l√°. Come√ßamos nossos dias cedo e fomos para casa tarde. Era ver√£o, ent√£o o sol brilha em todas as horas do dia (como acontece na Isl√Ęndia durante esta temporada), tem horas que torna-se alegre e muitas vezes surreal, como se estivesse olhando o mundo atrav√©s de um filtro.

Ophidian I levar√° seu Desolate tecnicamente impressionante primeiro √†s plataformas digitais. O v√≠deo dirigido por Guilherme Henriques (S√≥lstafir, Crippled Black Phoenix) de ‚ÄúDiamonds‚ÄĚ j√° est√° de cair o queixo. Os Reykjav√≠kians t√™m planos para mais v√≠deos de formato longo, bem como play-throughs multi-instrumento (aguarde o solo “Sequential Descent” ou a se√ß√£o intermedi√°ria de “Unfurling the Crescent Moon“), como forma de se envolver e expandir em sua intera√ß√£o com os f√£s ao redor do mundo.Ent√£o, √† medida que o mundo se abre, Ophidian I tamb√©m espera fazer uma turn√™, trazendo o death metal de alta intensidade e incrivelmente adepto do Desolate para o p√ļblico inconscientemente pronto para ter suas respectivas mentes explodidas.

‚ÄúDepois de lan√ßar o √°lbum, esperamos poder lan√ßar nossa m√ļsica de todas as maneiras poss√≠veis ‚Äď f√≠sicas e digitais‚ÄĚ, diz Konr√°√įsson. ‚ÄúPor enquanto, vamos nos concentrar na cria√ß√£o de materiais que servir√£o para trazer intriga e aten√ß√£o para a banda, que poderemos transformar em demanda para nossas apar√™ncias f√≠sicas assim que poss√≠vel.‚ÄĚ

Line-up
Ragnar Sverrisson – Drums
Dan√≠el M√°ni Konr√°√įsson – Guitar
Simon Thorolfsson – Guitar
√ě√≥r√įur Hermannsson – Bass
John Olgeirsson ‚Äď Vocals
Recording studio: Sundlaugin Studio

Sound engineer:
Stephen Lockhart (drums)
Dan√≠el M√°ni Konr√°√įsson & Ophidian I (guitars, bass, vocals)

Produced by: Dan√≠el M√°ni Konr√°√įsson
Mixing studio and engineer: The Grid, Christian Donaldson
Mastering studio and engineer: The Grid, Christian Donaldson

Guest musicians: Julian Parry – vocals on ‘Dominion Eyes’

Cover artwork artist: painted by Eliran Kantor

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