Desde 2018, a banda Nite tem carregado com orgulho a tocha do metal da Bay Area, mas o grupo de blackened heavy metal vem ganhando ainda mais destaque impulsionado pelo sucesso de seu novo álbum, “Cult of the Serpent Sun“. O disco foi eleito um dos melhores de 2025 por publicações importantes como Decibel, New Noise e Invisible Oranges, além de receber elogios de Nate Garrett, da banda Spirit Adrift.
A plataforma Bandcamp também selecionou o álbum para a edição de fevereiro do The Hard Stuff, um clube mensal dedicado a discos de heavy metal apresentado pelo veterano jornalista musical J. Bennett. Agora, os músicos de San Francisco voltam a chamar atenção ao anunciar seu primeiro show na América do Sul.
Em setembro, o Nite levará Cult of the Serpent Sun ao México, onde se apresentará no Candelabrum Metal Fest V. No repertório, a banda promete incluir o destaque “Crow (Fear the Night)”, além de outras faixas marcantes do novo álbum e músicas favoritas dos fãs presentes em sua discografia.

Para ingressos, visite o site: https://candelabrumfest.com/
Tracklist do álbum:
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Cult of the Serpent Sun (4:56)
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Skull (4:31)
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Crow (Fear The Night) (4:11)
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The Mystic (4:55)
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The Last Blade (4:32)
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Carry On (4:29)
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Tarmut (5:14)
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Winds of Sokar (3:52)

Quando a escuridão envolve o mundo, o Nite incendeia os céus com seu blackened heavy metal intenso. Após explorar temas cósmicos em trabalhos anteriores, a banda agora mergulha em mitologias sombrias e abissais que, segundo o grupo, sempre estiveram presentes nas sombras da sociedade.
Cada uma das oito faixas de “Cult of the Serpent Sun” representa uma batalha épica, colocando à prova a força da banda, que emerge vitoriosa em meio aos perigos e atmosferas sombrias do álbum.
O vocalista e guitarrista Van Labrakis comenta:
“O Nite busca ser uma luz. “Cult of the Serpent Sun” fala sobre como perseveramos em tempos de profunda escuridão.”
Desde sua formação em 2018, o Nite tem se destacado dentro do cenário do metal da Bay Area. O álbum de estreia, “Darkness Silence Mirror Flame“, apresentou ao público a mistura da banda entre heavy metal tradicional e elementos sombrios inspirados pela NWOBHM (New Wave of British Heavy Metal).
O sucessor, “Voices of the Kronian Moon“, elevou a intensidade com ritmos mais marcantes e guitarras ainda mais afiadas, conquistando elogios da imprensa especializada.
Em “Cult of the Serpent Sun”, o grupo aprofunda ainda mais sua identidade sonora. Em vez de suavizar o estilo, o terceiro disco adiciona mais peso e intensidade. As guitarras de Van Labrakis e Scott Hoffman duelam em solos incendiários, enquanto Patrick Crawford conduz a bateria com energia implacável e Avinash Mittur reforça a base com seu baixo Rickenbacker poderoso.
A faixa-título surge com urgência renovada e ataque venenoso, enquanto músicas como “Skull” apresentam grooves marcantes e “Crow (Fear the Night)” funciona como um verdadeiro grito de guerra para os fãs.
O álbum também revela momentos de expansão sonora. “The Mystic” aposta em uma linha de baixo hipnótica que cria uma atmosfera quase transcendental, enquanto “Tarmut” brilha com uma melodia envolvente que lembra uma miragem no deserto.
Segundo Labrakis:
“Tocamos um estilo tradicional de heavy metal, mas o elemento blackened nos leva para outra direção.”
Em “Carry On”, o vocalista aborda os perigos da guerra, enquanto a faixa de encerramento “Winds of Sokar” encerra o álbum de forma triunfante, convidando o ouvinte a seguir em frente e descobrir sua própria essência.
Em “Cult of the Serpent Sun”, o Nite protege o altar do blackened heavy metal com lâminas afiadas e machados erguidos.
Formação:
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Van Labrakis — guitarra e vocais
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Scott Hoffman — guitarra
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Avinash Mittur — baixo
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Patrick Crawford — bateria
